Já falei aqui, em outro artigo, de como conheci o Curso Tokkou e hoje pretendo falar um pouquinho sobre a Vila Yamaguishi, onde acontece o Tokkou quatro vezes por ano.
No vídeo a seguir, uma reportagem do Canal GNT, pode-se conhecer um pouquinho da vila, nas palavras dos seus moradores.
Além do Brasil, existem Vilas Yamaguishi na Suíça, Alemanha, EUA, Coréia, Tailândia, Austrália e em mais de 40 locais no Japão, onde surgiram.
Nessas vilas, várias famílias de voluntários vivem uma vida sem posse. Moradia, alimentação, roupas, são todas gratuitas, não há salários, não existem chefes nem patrões, portanto, não há em absoluto ordens a serem obedecidas. Continue lendo ‘É possível uma sociedade feliz?’
Um de nossos temas de pesquisa e experimento tem sido o bambu.
No final de 2006, pesquisando na internet, acabei encontrando o site bambuzau, do professor Álvaro Abreu. Uma maravilha, belo, simples…
Trocamos algumas mensagens por email e a mensagem principal que me ficou foi: mãos a obra.
Estava pensando no que poderia disponibilizar em mp3 aqui para testar o recurso de podcasting que pensamos usar em breve para algumas prosas ao pé do ouvido sobre as nossas experiências no SeteLombas.
Então lembrei da poesia “SeteLombas” do mano João, que fala sobre o sítio e que o Bruno, um colega de trabalho dele, resolveu musicá-la e nos presentear depois que a leu no livro “Trilhas e Sonhos”. Adoramos!
Tem até um fato engraçado em relação a isto. A esposa do Bruno quando ouviu a música pela primeira vez, comentou que achava a letra da música muito erótica e perguntou: “quem é esta tal de setelombas?”.
Clique no “player” abaixo para ouvir a música e entender o ponto de escuta dela.
Título: SeteLombas
Letra: João Marino Vieira
Música e violão: Bruno Farias Favaro
Interpretação: Ramon Feltrin
Para minha sorte, o poeta João Marino Vieira nasceu meu irmão. Por meio de suas poesias aprendi a encantar-me com a música do casamento das palavras e a reconhecer o poder da poesia para chegar aonde as palavras cruas, temperadas apenas de sentido lógico, não conseguem. Entendo o que uma poesia quer me dizer, não pelo significado puro das palavras, mas pelos sentimentos que despertam em mim.
Pra começar quero comentar sobre os frutos que estamos colhendo no sítio. As árvores estão cada vez mais belas e produzindo deliciosos frutos. Um caso especial é o tamanho e o sabor das pitangas que estamos colhendo por esses dias. Nunca comi pitangas tão saborosas. Elas são levemente ácidas, doces e super suculentas.
Outra coisa muito interessante e motivo de muito contentamento é o que observamos nessa primavera no sítio. Os resultados de um trabalho que fizemos nestes últimos 7 anos, principalmente cuidando do solo, mantendo-o coberto com vegetação e palha. Também foi feito e aplicado no ambiente o preparado biodinâmico 501, como uma nova experiência, indicado para estimular o florecimento. E até os araçás que se negavam a florir deram o ar de sua graça e estão completamente floridos, fazendo coro com suas amigas de outras espécies. As plantas do sítio nunca produziram tantas flores como nesta primavera. Falaremos mais nisto noutro artigo que estamos preparando. Continue lendo ‘1a semana nov2007′
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