Pães de Pedra

Capa do livroEstes são alguns comentários a respeito do livro “Pães de Pedra” de Julius Hensel publicado na Alemanha em 1898 e traduzido em 2003 por Sebastião Pinheiro, Hans Landgraf e Jairo Restrepo Rivera.

Quando comprei o livro pensei logo de cara que se tratava de um texto importante para auxiliar na compreensão das propriedades e funções do solo. Mas devido a linguagem técnica com uma notação química muito antiga e porque queria compreender melhor o assunto e explorar o livro ao máximo, recorri a um amigo que foi meu mestre em ciências no ginásio, o Prof. Adílio Gildo Viana, professor agora aposentado, um grande observador da natureza e com a mente sempre aberta e alerta para o novo. A ele devo em grande parte minha paixão pelas ciências, pela forma sempre carinhosa e bem humorada com que abordava os temas entre eles, o meu preferido, biologia.
De nossas conversas sobre o livro resultaram os seguintes comentários:

Parece que o título original era “Pão de pedras”. E é pena que um livro, escrito a mais de um século, não tenha sido amplamente divulgado e aplicado. Pelo contrário, temos notícias que foi sistematicamente proibido e maldito, por contrariar os preceitos da época.
É um livro breve e de leitura relativamente fácil. Ele se atém ao cerne da questão, o pó de rochas.

Uma síntese

  • Terras “novas” são ricas em minerais;
  • A exploração agrícola esgota as reservas de minerais do solo;
  • Estes minerais são provenientes da composição química das rochas que formaram o terreno;
  • Deve-se moer as rochas e adicionar o fino pó resultante às terras “velhas”.

Diz ainda o livro que

  • Erros de análise e interpretação concluíram que as plantas precisavam mais e principalmente de potássio (K) e fósforo (P) e que não sabem tirar nitrogêneo (N) do ar, portanto tem-se que adubar com NPK. Reducionismo da época, aplicado até hoje, às descobertas de Justus Liebig a cerca da composição das plantas por meio do exame das suas cinzas;
  • A amônia ou amônio (NH3) é um grupo atômico que imita e funciona como um radical alcalino mas não um mineral metálico, como o ferro, para oferecer à planta. Neste caso, a planta fica verde e folhuda mas o resultado final não é bom. É pobre em micronutrientes;
  • Apesar dos micronutrientes representarem em média apenas 3% da composição das plantas realiza um papel importantíssimo no seu desenvolvimento e reflete diretamente no valor nutricional da alimentação humana e dos demais animais;
  • Traz argumentos a favor e em defeza da idéia;
  • Traz testemunhos de pessoas e órgãos importantes confirmando os bons resultados do método de fertilização.

Algumas impressões
Esse livro merece uma leitura bem atenta. Por diversas razões:

  • Em alguns breves trechos ele faz uma leitura dos dados obtidos a partir das análises químicas de maneira completamente linear, desconsiderando toda uma infinidade de conexões das plantas com o seu meio. Aliás como se faz até hoje na maioria dos casos. Por exemplo, ao perceber que em média as plantas tem 3% de minerais, ele deduz que a quantidade equivalente a 3% da biomassa num hectare é a quantidade de pó de rocha a ser adicionada ao solo. Até aí tudo bem, afinal, tem-se que começar de algum lugar e esse pode ser um ponto de partida para as experiências. Mas, o grande problema, é deduzir que ao se dobrar essa quantidade, vai dobrar a quantidade de biomassa. Isto num primeiro momento pode parecer verdadeiro, mas basta algumas observações mais atentas do solo e do que neles nascem para duvidar dessa afirmação. Há muito mais conexões despercebidas na relação entre solo e plantas, como: plantas companheiras, dia e hora do plantio, etc. Os reducionismos acontecem tanto do lado de quem “vê” apenas os nutrientes, como de quem “vê” apenas as constelações no momento do plantio, não nos levam na direção da verdade, da realidade.
    Felizmente, o livro é muito mais do que isso:
  • Ele faz um relato inicial sobre a escalada da indústria química e a mal fadada “revolução verde”. Um excelente histórico!
  • Expõe de maneira clara e com exemplos, os princípios da química na formação dos solos, plantas e as suas interações. Muito bom!
  • Faz uma abordagem da nutrição das plantas de uma forma holística, uma vez que propõe que o solo deva ser alimentado com o finíssimo pó das próprias rochas do local, com toda a sua riqueza de nutrientes e não apenas com uma estreita parcela deles, como o NPK.

Livro importantíssimo! As principais conclusões do livro? Ainda estamos estudando e experimentando.

Este livro está na lista de leituras recomendadas com informações de onde comprar.

31 respostas para “Pães de Pedra”

  1. Gostaria de saber a editora e onde posso encontrar em goiania esta obra
    Paes de pedra
    Obrigado
    OScar

  2. Osvaldo
    veja se o ganito é sódico ou potássico.
    Se for sódico deve usar apenas no máximo 3% do volume total da massa seca do substrato. se for potássico apenas no máximo 10%.
    Ou voce acha que temos algum ser vivo com teores de minerais acima de ….
    se entendi 1 para 1 é 50% então 50% é muito né.

    tente colocar um pouco de calcáreo 0,5%
    para melhorar a ação peptizante do ganito

    um abraço

  3. Osvaldo Andrade, não sei como esta fazendo o seu composto, mas posso te afirmar que o pó de pedra ou o basalto não são toxicos, mas a recomendão em substrato para mudas é de 20%.
    Em terra de barranco ou terra de mata que se usa para fazer balainhos para muda a dosagem é de 10%, isto para fazer mudas.Em orta 1000 a 500 gr por metro quadrado. Em covas para plantio de frutiferas 1kg por cova com diametro de 40cm/40cm. Em solos de maneira geral arenosos abaixo de 10% de argila aplicar 4 ton por (ha) para qualquer tipo de cultura, em cana 2 por (ha) no sulco de plantio e em area total tambem.Os pó de basalto ou rocha são condicionadores de solo só vai haver diferença em resultados a olho nú em solos fracos de argila e de matéria organica ou em solos degradados.O pó de basalto é o melhor recuperador de solos que eu conheço é trabalho com recuperação de solo a um tempo.

  4. Venho utilizando o pó de pedra da minha região rica em afloramentos de granitos ( predominante feldspatos e micas ) na mistura com composto orgânico para a produção de mudas nativas da caatinga. Todavia, no caso do Ipê apesar da germinação excelente que obtivemos, a mortalidade das mudinhas foi proporcional, ela começam por queimar as folhas e apodrecer o caule. O que pode está havendo, será que a proporção 1:1 que utilizamos está muito forte?

    Osvaldo Andrade.

  5. O pó de rocha ou pó de basalto são minerais que estão mudando o conceito da adubação, como todo solo é de origem de rochas que entraram e transformação em um processo de reações e ações naturais temos que concluir que podemos fazer o mesmo em um processo mais rápido que é utilizar os pós finos dessas variadas rochas como condicionadores de solo, dando vida aos solos degradados e mantendo a vida nos solos férteis, em conceito geral o planeta era uma grande pedra que pela ação da natureza (DEUS) NOS PRESENTIOU E UM PLANETA MARAVILHOSO e nós com nossa estupeda ignorância estamos o destruído.
    Observar a natureza e aprender com ela é simples e eficas.
    A técnica de se utilizar os produtos que a natureza nos proporciona é milenar, viável e da resultados, o que estamos ganhando com o uso de produtos artificiais? Só problemas.
    O uso da técnica de pó de basalto ou pó de rocha tem trazido ótimos resultados.
    No Município de Ivinhema no estado do Mato Grosso do Sul o processo do uso de pó de basalto esta crescendo em escala muito promissora que esta fazendo produtores terem suas áreas recuperadas totalmente, os pós de rochas funcionam, tanto que nossa empresa já esta recebendo o certificado de produto a ser usado na agricultura orgânica.
    O próximo passo é fazermos o pó de rocha ou basalto ter o reconhecimento do Ministério da Agricultura como produto condicionador de solo.
    Estamos muito avançados em técnicas de recomendação do pó de basalto ou pó de rocha.
    Entrem http://www.solosfertilizantes.com.br (item NOVAS TÉCNICA)

    Estamos conseguindo em tempo muito rápido o que nenhuma multi nacional conseguiu que é fazer terras degradas voltarem a produzir com produto 100% nacional.

    Nosso dilema é: Da terra para a terra.

  6. Sobre as farinhas de rochas
    duas coisas importantes.
    Usar a rocha mãe, faz o rejuvenecimento do solo.
    Para quem tem medo das espécies nativas, pioneiras, medicinais faz aumentar o consumo, digo o uso do fogo industrial, ou seja herbicidas.
    Para quem domina técnicas de manejo de biodiversidade é bom afiar o facão e a enxada pois vem biomassa e quanto maior a temperatura maior e mais rápido é o efeito dos minerais. Quero ver quem tem condições de acompanhar o rítmo de uma vegetação rejuvenecida.
    Rejuvenecem também os insetos e toda a cadeia, chamando todos os animais num raio proporcional á área rejuvenecida.
    Haja cerca para segurar o gado dos campos vizinhos, esmaecidos e sem minerais.
    E os animais nativos então, vem de longe só para se deliciar com a novidade.
    Aconselho o seguinte para quem está iniciando trabalhar com o fogo cósmico contido nos cristais das rochas locais.
    Mineralize a maior área possível e depois mineralize seus plantios.
    De para os animais comerem se gostarem o pó é bom.
    Polvilhe em cima das plantas, se mudarem de cor e revitalizarem continue.
    A fome de minerais, é como uma sede, quando falta se deseja muito, quando tem de mais, afoga.
    E por favor aos adeptos da ortodoxia acadêmica, não comparem minerais silicatados naturais, com sais industriais, resíduos de industrias poluentes ou mesmo esgotos e estercos de animais do agronegócio.
    Se forem comparar farinhas de rochas comparem com todos os minerais já feitos por Gaia, em seus infindáveis ciclos biogeoquímicos, só aí podemos iniciar diálogos com a mãe que nos gera, que nos nutre e para onde voltaremos na forma de pó, ou melhor comidos por alguma larva engolidos por algum sapo, digeridos por algum pássaro até sermos redissolvidos no todo.

    A propósito de misturas de rochas, em grandes quantidades, para diversos cultivos entre em contato conosco.
    Temos a melhor mistura do RS
    jaime carvalho
    biobacter@ig.com.br

  7. Ola amigos e amigas, ja estamos colhendo os frutod do uso do S.N de Ipirá aqui na região de ivaiporã pr, produtores que estão substituindo 100% dos fertilizantes convencionais pelo Solo natural de IPirá, e estão com a produtividade aalcançada entre 130 a 173 sc de tRigo por Alqueire, não contando Feijão, milho e solja, solo natural de ipirá é uma farinha de rocha silicatada, não é basalto.

    se quizerem saber mais me passem Email Obrigado

  8. Sou acadêmico na UnC Concórdia SC no curso Desenvolvimento Rural Sustentável e Agroecologia. Estou na 7º fase e fiz um projeto de pesquisa para conseguir bolsa de estudos, tendo utilizado o pó de basalo como reestruturante do solo. Fiz aplicações nas culturas de Azevém e Tifton85. Como o resultado foi muito positivo, comecei com novas aplicações de pó de rocha nas culturas de cana de açúcar, mendioca, cebola, milho branco, e feijão e aproveito essas novas análises para fazer meu trabalho de conclusão de curso.
    Estou muito feliz com os resultados e tenho certeza que após mais testes este produto natural deverá ser utilizado em mais lavouras.
    Parabéns a todos que confiam no valor pó de rocha.

    José Strieder
    Tunápolis SC

  9. Gostaria de saber sobre experências e uso em larga escala do pó-de-rocha de Ipirá-Ba.

    Obrigado, Edson.

  10. Matéria fantástica! O pó de (“brita”) rocha é uma alternativa ao abuso dos insumos agricolas imposto aos nossos agricultores. Devemos divulvar essa excelente alternativa de adubação.
    Gostaria de comprar o livro mas não encontrei. Moro em Goiás. Alguém sabe onde posso comprar net ou correio?

  11. PÓ DE BASALTO NA REGIÃO DE SANTA ROSA NO RS, ONDE ENCONTRO?

  12. Gostaria de saber como vão as pesquisas referentes ao uso de zeólitas naturais (Jazidas Nacionais) na agricultura brasileira? Soube de uma área na divisa de MA com TO, e algumas menores no RS e GO.

    E com relação ao pó de basalto, já tem aprovação do Ministério da Agricultura como condicinador de solos?

  13. Moro em Iguaba, na região dos lagos, no Rio de Janeiro, e gostaria de saber onde posso adquirir rocha moída MB4.

    Atenciosamente
    Marli Ferreira

  14. Gostaria que alguem me informasse onde adquirir o pó de basalto, aqui em são paulo, capital ou região de sorocaba
    abraços
    silvio

  15. Desejo adquir pó de rochas e gostaria de saber se alguém conhece algum contato de Pernambuco, pois fiquei sabendo que este tipo de produto já é oferecido por lá e o frete deve sair mais barato para mim.
    ABrigado e fico no aguardo da informação.

  16. Ola amigos, em atenção a seginte pergunta do nosso amigo ALTAIR Jr. posso descrever-lhe a seguinte informação:
    Na verdade a chegada do N.P.K, criado por JUStus von Liebeng, surgiu junto com a criação da amonia, e substancias para uso Humano, para exemplificar, Julius Hensel, foi contrario as criaçoes de JUstos, Julios tinha um pensamento agroecologico, sendo assim desde a criação do N.P.K, e ate hoje é utilizado a mesma tecnica, logico que sendo com emprego de varios fatores de produção.
    Sendo assim: podemos relatar que o uso de Farinha de rochas (Solo Natural de Ipirá, vem assumir um novo papel na Agricultura Brasileira e ja sendo difumdida para o exterior, o uso crescente de adubos quimicos bloqueião e torna indisponivel para as plantas os varios nutrientes necessarios para uma boa produção, e ainda estão tornando o ambiente rural em um ambiente desenquilibrado, a farinha de rochas diponibiliza esses nutrientes sem a necessidade de jogar N.P.K, os solos estão fartos de N.P.K, mais deficientes em Micronutrientes que são em abundacia no Pó de rochas, sendo que: não podemos confundir com Pó de Basalto.
    A farinha de rocha sofre Entemperismo, o basalto não. A farinha de rocha Aduba, corrige e condiciona o solo, ao contrario de fertilizantes quimicos que por conterem acido, corroem os microorganismos existentes no solo, e o produtor para melhorar sua produção est cada ves mais e mais, almentando suas doses e concequentemente o valor agregado, sendo que os fertilizantes quimicos estão com um alto valor, sofreram entre 4 meses um percentual de alta de 66%.
    Obrigado. Qualquer pergunta podem coloca-la neste mural de comentarios. que as responderei.

  17. Não podemos confundir Farinha de rocha, com Pó de basalto, o livro pães de pedra cita farinhas de rochas não especifica como sendo apenas a rocha do basalto que é totalmente diferente sua composisão quimica, tendo em vista que farinha de rocha são rochas intemperizadas por milhoes de anos sendo soluvel pela materia organica que compoem o solo, Pó de bazalto é pedra moida sem ter um alto nexo.
    Tecnico Agricola Anesio r P junior

  18. Olá amigos,

    Sou técnico agrícola e tenho vários trabalhos no município de Mogi Mirim onde aplico técnicas agroecológicas de produção e obtive resultados excelentes em produtividade ,redução de custos e controle de cupins e saúvas em solos degradados por eucalipto, recomendo que prestem atenção para não cometerem o mesmo equívoco da agricultura convencional adotando um ou outro insumo como “salvador da pátria ou vilão da estória”.Agroecologia é uma ciência e trabalhamos com técnologia de processos e não de produtos, somente a adoção de um conjunto de ações é que garante o sucesso das diversas técnicas adotadas. Por exemplo: jogar pó de basalto em um solo com baixa atividade microbiológica,sem umidade e M.O. será fracasso na certa.
    Abraços a todos.

  19. Estamos nos dias de hoje acordando para a realidade atual, onde pragas ja estão fora de controle, ervas daninhas resistentes a herbicidas, podemos codizer que o livro Pães de Pedra relata essencialmente nossa situação atual na agricultura tanto Brasileira como Mundialmente, Adubos quimicos estão cada vez mais caros, estão acumulados nos solos tornando indisponiveis outros elementos, que de maneira que vem sendo usados a varias decadas o produtor para obter uma boa produção tem que adubar cada vez mais e mais tornando o sistema agricola em um sistema desenquilibrado.
    Faço a seguinte conclusão para os leitores; a adubação com faria de rochas além de corrigir o solo substitui os adubos quimicos, e sendo de baixo custo, digo por que ja vi e utiliso em meu sitio a farinha de rochas ( Solo natural de ipira) da Ipirapar de curitiba, sendo de uso organico com selo do IBD, e uso convencional, creio que estamos desencadeando as ideias e formas passadas por JUlius Hensel.
    Anesio Raizer P junior Tec Agricola e Agricultor

  20. Itamr,
    Não dar crédito de forma genérica aos pós de rochas significa desacreditar no fosfato natural, no calcáreo, pó de basalto(tanto utilizado pela biodinâmica).
    Por outro lado significa acreditar que a agricultura pode se sustentar apenas pelo manejo da matéria orgãnica.
    Os pós rochas ricos em grande espectro de minerais completam todos os ciclos bioquímicos, enriquecem o sistema como um todo.
    Experimente.
    Terás boas surpresas.

  21. Amigos, se leram o artigo completamente devem ter percebido que não dou crédito ao pó de rochas e sim ao livro que faz uma análise bem interessante sobre solos.
    Já ouvi relatos inflamados sobre os benefícios do pó de rocha e já ouvi relatos de verdadeiros fracassos. É o caso de estudar com mais calma do que o livro fala e outros pontos de vista.
    Simone, eu indicaria como fonte adicional de leituras para compreender melhor esse assunto, os livros do Fukuoka e os textos da agricultura biodinâmica sobre solos. São pontos de vista bem diferentes para auxiliar na formação de uma visão mais ampla do assunto.
    Daniel, quanto a larga escala, penso que esta não é a direção correta para experimentar. Que tal começar com uma escala humana?

  22. Professora do ensino fundamental e médio e graduanda do curso de geografia em Cruz das Almas Bª,mas estou inserida nos trabalhos de pesquisa com pó de rocha pela Embrapa do Cerrado como bolsista (CNPq). Estamos iniciando um trabalho no Recôncavo Sul na Estação Experimental de Mandioca e Fruticultura em Conceição do Almeida Ba.(EBDA).Onde será usado Flogopitita como fonte alternativa de potássio em sistemas agrícolas em uma Unidade de observação com pomar de laranja pêra e um ensaio de milho e amendoim.Gostaria que recomendasse alguns artigos ou livros a respeito.

  23. Boa tarde!
    Estive no último seminário de agroecologia em Porto Alegre, onde foram apresentados alguns resultados de trabalhos com pó de rocha, resultados significativos que me incentivaram a começar um trabalho por aqui. Onde posso encontrar o pó de basalto?
    Valeu.

  24. Oi ,
    Gostaria de saber onde encontrar o pó de basalto em larga escala.
    obrigado.

  25. Caro Itamar Vieira
    Antes do livro ser republicado já trabalhavamos com po de rocha no sul, de maneira empirica, ppmente por causa do livro MB4 e Teoria da Trofobiose do sebastião Pinheiro. Em 2004 houve um Seminário em Brasília “Rocks for Crops”, que a UNB capitaneou e trouxe muita gente boa.
    Quanto ao livro “Paes de Pedra”, genial, mas não consegui decifrar algumas questões quimicas, a linguagem e antiga. Tens alguma pista parta isto?

  26. Estamos usando pó de basalto em grande escala em varios tipo de cultura o pó de basalto além de fertilizante é um ótimo corretivo e rico em silicio.

  27. Alô Ita, só para avisar que também já estamos com cópias do Pães de Pedra à venda na Livraria Tapioca, bem como todos os títulos do David Holmgren (incluindo CDs e o livro do Melliodora) outras novidades. Qlqr coisa dá um alô, o site entra no ar nas proximas semanas…

    ABração irmão, toda luz!

  28. Já tinha ouvido muito falar no pó de rocha(Solo Natural de Ipira) para uso na agricultura além do calcáreo e resolvi usar em plantio de coco anão e já estou vendo resultado apesar do pouco tempo(120 dias) onde foi aplicado 6kg/planta e 10kg/planta de esterco bovino juntos para acelerar o seu efeito como adubo. As plantas já mudaram a coloração das folha e frutos e o sabor da água melhorou, está mais doce. Estamos fazendo uso no plantio de mamão com esperança de bons resultados também.

  29. Estamos realizando experiencias em campo com o pó basalto e podemos afirmar que se trata de algo se suma importancia a agricultura, ja que 95 % do potassio utilizado no Brasil é importado do Canada.
    Temos duas pedreiras trabalhando na producao do pó, as analises quimicas totais de macro e micro elementos demonstram propriedades muito interessantes.
    Isso ira revolucionar a agricultura e tornar o Brasil auto-sustentável

  30. sou Eng. agronoma e estou lendo o livro atentamente, achei fantástica a conclusão do autor da necessidade de repor os minerais perdidos pela agricultura intensiva, mas o que me levou ao questionamento do livro, é sobre a aplicação de estercol ao solo, acho dificil uma agricultura organica sem a incorporação deste material. como vocês, aida não posso ter uma conclusão sobre o assunto.

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