Um de nossos temas de pesquisa e experimento tem sido o bambu.
No final de 2006, pesquisando na internet, acabei encontrando o site bambuzau, do professor Álvaro Abreu. Uma maravilha, belo, simples…
Trocamos algumas mensagens por email e a mensagem principal que me ficou foi: mãos a obra.

Arquivos do Autor:João Marino
Esperando nas estrelas
Espere-me nas estrelas!
Em parte já vivemos lá,
no tempo escuro/claro da noite que antecede o dia
e a ele se segue em ciclos de eternidade.
Em parte vivemos lá,
como loucos vagando pela imensidão de lumes que não ofuscam.
Um indizível parque de diversões,
com suas luzes nas alturas e brinquedos surpreendentes,
que proporcionam as mais diversas sensações,
que nos estimulam a intuição,
que nos levam ao saber.
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Diário 14nov2006
Neste final de semana, só cheguei de viagem do trabalho na madrugada de sábado e dormi até meio-dia. A chuva, que durante a semana deu trégua, voltou a tarde e fiquei só no sítio, eu e uma multidão de outros seres, claro! Usei a tarde pra pôr em construção o projeto de uma estante de bambu para a tv e o dvd. Transformei a varanda numa bambuseria! Estou usando a espécie tuldoides que é o que temos em boa quantidade; o gigante, o guadua e o nutans foram plantados há apenas três anos.
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Diário 5nov2006
No final de semana do feriadão de finados, planejávamos concluir a cisterna de ferrocimento pra coleta de água da chuva, para o que está faltando o cone superior que cobre o corpo cilíndrico pronto já faz algum tempo. Mas a chuva mansa e contínua não nos permitiu o intento. Aproveitamos, então, para revisar o projeto das tubulações de entradas, saidas e filtro.
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Diário 26out2006
Este “Diário”, mais ou menos regular, tem a finalidade de, apresentando sucinto e despretensioso relatório de nossas atividades, incluindo elementos de estudo, observações e leitura coletiva, permitir-nos, além da revisão e do registro histórico, abrir a possibilidade de troca e aprofundamento com os parceiros da Rede Permear, e qualquer outro “curioso” e encantado pela vida.
A casa onde moro
Na casa onde moro
Ainda tem o giro-giro dos pássaros de rios e lagoas;
Ainda tem matas e florestas
E lá, bem dentro delas,
O pio de curicacas e inhambus,
Aranquãs e uirapurus.
E pra sorte de todas as curas,
O sol é despertado com cantorias
De sabiás e saracuras.
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