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Coleta de água da chuva

Meu amigo Tomaz Lotufo, arquiteto e permacultor, publicou um artigo no seu blog BioArquiteto.com.br sobre coleta de água da chuva juntamente com uma apostila ilustrada sobre construção de cisterna de ferrocimento.

É possível uma sociedade feliz?

Já falei aqui, em outro artigo, de como conheci o Curso Tokkou e hoje pretendo falar um pouquinho sobre a Vila Yamaguishi, onde acontece o Tokkou quatro vezes por ano.

No vídeo a seguir, uma reportagem do Canal GNT, pode-se conhecer um pouquinho da vila, nas palavras dos seus moradores.

Além do Brasil, existem Vilas Yamaguishi na Suíça, Alemanha, EUA, Coréia, Tailândia, Austrália e em mais de 40 locais no Japão, onde surgiram.

Nessas vilas, várias famílias de voluntários vivem uma vida sem posse. Moradia, alimentação, roupas, são todas gratuitas, não há salários, não existem chefes nem patrões, portanto, não há em absoluto ordens a serem obedecidas.
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Colheres de bambu

Um de nossos temas de pesquisa e experimento tem sido o bambu.
No final de 2006, pesquisando na internet, acabei encontrando o site bambuzau, do professor Álvaro Abreu. Uma maravilha, belo, simples…
Trocamos algumas mensagens por email e a mensagem principal que me ficou foi: mãos a obra.
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Círculo de bananeiras

circuloA técnica do círculo de bananeiras surgiu da observação dos efeitos dos fortes ventos sobre a cultura dos cocos. Numa clareira os coqueiros caídos davam origem a círculos de coqueiros que nasciam, se desenvolviam e produziam melhor do que quando sós. O padrão natural observado foi que no centro do círculo se depositavam folhas, ramos, frutos, etc, que retinham a umidade e concentravam nutrientes, beneficiando a cultura dos coqueiros. Dessa observação, passou-se em seguida às experiências com outras culturas, como a da banana.
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Pães de Pedra

Capa do livroEstes são alguns comentários a respeito do livro “Pães de Pedra” de Julius Hensel publicado na Alemanha em 1898 e traduzido recentemente por Sebastião Pinheiro, Hans Landgraf e Jairo Restrepo Rivera.

Quando recebi o livro pensei logo de cara que se tratava de um texto importante para auxiliar na compreensão das propriedades e funções do solo. Mas devido a linguagem técnica com uma notação química muito antiga e porque queria compreender melhor o assunto e explorar o livro ao máximo, recorri a um amigo que foi meu mestre em ciências no ginásio, o Prof. Adílio Gildo Viana, professor agora aposentado, um grande observador da natureza e com a mente sempre aberta e alerta para o novo. A ele devo em grande parte minha paixão pelas ciências, pela forma sempre carinhosa e bem humorada com que abordava os temas entre eles, o meu preferido, biologia.
De nossas conversas sobre o livro resultaram os seguintes comentários:
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