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	<title>SeteLombas</title>
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	<description>Estação de Permacultura</description>
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		<title>Criação de abelhas sem ferrão</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 11:31:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta semana estava conversando com o amigo Gardel sobre uma das espécies de abelhas nativas sem ferrão que mantemos no SeteLombas, a Jataí, que ele começou a estudar e cuidar. No dia seguinte o mano João Marino me enviou um material sobre o assunto para eu disponibilizar aqui.
Trata-se de um guia de criação de abelhas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana estava conversando com o amigo Gardel sobre uma das espécies de abelhas nativas sem ferrão que mantemos no SeteLombas, a Jataí, que ele começou a estudar e cuidar. No dia seguinte o mano João Marino me enviou um material sobre o assunto para eu disponibilizar aqui.</p>
<p>Trata-se de um guia de criação de abelhas sem ferrão publicado pela equipe do projeto <a href="http://www.ibama.gov.br/provarzea">ProVárzea/Ibama</a> do Ministério do Meio Ambiente publicou em 2005.</p>
<p>Arquivo PDF para download: <a href="/download/abelhas-sem-ferrao.pdf">criacao-de-abelhas-sem-ferrao.pdf</a></p>
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		<title>2o. Café Poético dia 19/09 no Oikos</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2009/09/08/segundo-cafe-poetico-no-oikos/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 13:19:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos e Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia de 19 de setembro acontecerá o segundo Café Poético no Oikos. Participei do primeiro e estarei lá nesse também. Tem apresentações culturais muito bacanas e um café delicioso para acompanhar a conversa com os amigos.
Confira a programação e saiba como participar http://www.oikos.org.br/
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia de 19 de setembro acontecerá o segundo Café Poético no Oikos. Participei do primeiro e estarei lá nesse também. Tem apresentações culturais muito bacanas e um café delicioso para acompanhar a conversa com os amigos.<br />
Confira a programação e saiba como participar http://www.oikos.org.br/</p>
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		<title>Minha filha Carla</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 17:44:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu e minha filha Carla temos um relacionamento muito bacana e muitas coisas em comum, família, música, design, etc. Como já falei aqui, a vida no SeteLombas, deu abertura para muitos talentos da família, que imagino que muita família tem mas acaba não colocando pra fora, nem descobrindo. Abaixo um vídeo que mostra um pouquinho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu e minha filha Carla temos um relacionamento muito bacana e muitas coisas em comum, família, música, design, etc. Como já falei aqui, a vida no SeteLombas, deu abertura para muitos talentos da família, que imagino que muita família tem mas acaba não colocando pra fora, nem descobrindo. Abaixo um vídeo que mostra um pouquinho dos talentos da Carla, com música e letra dela. Ah, ela é a personagem principal do vídeo.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/BFv28DSSZuw&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/BFv28DSSZuw&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Sustentabilidade é o mínimo</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 17:41:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
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		<category><![CDATA[bioconstrução]]></category>
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		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O termo &#8220;sustentabilidade&#8221; aos poucos vai perdendo a identidade com a sua origem ou com as idéias que o forjaram.  Nasceu das discussões sobre quais as condições mínimas para que um empreendimento ou atividade humana garantissem seus benefícios para o ser humano e o ambiente tanto agora como em um futuro indefinido. As qualidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O termo &#8220;sustentabilidade&#8221; aos poucos vai perdendo a identidade com a sua origem ou com as idéias que o forjaram.  Nasceu das discussões sobre quais as condições mínimas para que um empreendimento ou atividade humana garantissem seus benefícios para o ser humano e o ambiente tanto agora como em um futuro indefinido. As qualidades quase esquecidas são: <em>ecologicamente correto</em>, <em>socialmente justo</em> e <em>economicamente viável</em>. E eu acrescentaria <em>culturalmente aceito</em>, divertido e belo. </p>
<p>Das iniciativas para que as atividades humanas sigam nesse rumo, acho que o lado econômico da equação é o que encontra mais dificuldade para ser resolvido. E sem ele o resto não consegue êxito. Simplesmente porque não chama a atenção de ninguém, ou quase ninguém.<br />
<span id="more-400"></span><br />
Esse tem sido meu tema de pesquisa nos últimos tempos. E quando pesquiso um tema ou observo algo, estou sempre em busca de um padrão, de uma visão sistêmica que se desdobre naturalmente, uma ordem natural. E  nessa direção encontrei as idéias de dois homens, William McDonough e Michael Braungart. Eles estão fazendo trabalhos excelentes em arquitetura e design. E estão conseguindo tornar a sustentabilidade uma idéia atraente para empresários e para governos.</p>
<p>O conceito principal deles é &#8220;lixo igual a alimento&#8221;. Isso é música para meus ouvidos. Calma, eu explico&#8230; Lendo artigos sobre as idéias da dupla não havia encontrado ainda tal afirmação e nem dado muita importância, pensando tratar-se de oportunidades de negócios apenas. Mas quando assisti a um documentário (<a href="http://www.youtube.com/tvescola">canal TV Escola</a>) sobre o seu encontro e seus trabalhos práticos, pude entender melhor. Suas idéias estão na mesma frequência da permacultura. Traduzindo&#8230; o que sobra de um processo é alimento para o seguinte, até que volte ao solo, sendo alimento para outros processos naturais. Tudo que fizermos, desconsiderando isso, irá resultar em problemas futuros de poluição, além de enormes gastos de energia desnecessários. Uma compreensão correta desses fatos cria as condições para vislumbrar novas maneiras de viver.<br />
Por isso, &#8230; a sustentabilidade é o mínimo que podemos fazer.</p>
<p>Algumas referências sobre os trabalhos de McDonough &#038; Braungart:<br />
- <a href="http://www.revistameioambiente.com.br/2008/03/05/a-alternativa-berco-a-berco/">Abordagem: berço-a-berço</a> (português);<br />
- <a href="http://www.mbdc.com/">Comunidade: berço-a-berço</a> (inglês);<br />
- <a href="http://www.mcdonough.com/full.htm">William McDonough</a> (inglês);<br />
- <a href="http://www.braungart.com/">Michael Braungart</a> (inglês).<br />
- Vídeo &#8220;Alternativa berço a berço&#8221; no canal tvescola (português)<br />
<object width="490" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Ad8zjsHYhgA&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Ad8zjsHYhgA&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Terra Ardente</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 12:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde 1999 decidi fazer tudo que estivesse ao meu alcance para mudar o rumo para o qual todos nós estamos indo, começando por mim. 
Primeiro, compramos o terreno que hoje é o sítio Sete Lombas, e começamos a estudar, praticar e divulgar métodos e técnicas alternativas para todas as nossas ações que causam males a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde 1999 decidi fazer tudo que estivesse ao meu alcance para mudar o rumo para o qual todos nós estamos indo, começando por mim. </p>
<p>Primeiro, compramos o terreno que hoje é o sítio Sete Lombas, e começamos a estudar, praticar e divulgar métodos e técnicas alternativas para todas as nossas ações que causam males a natureza.  Desde então temos procurado nos mover segundo perguntas simples: O que é a verdadeira agricultura? Como podemos usar a água e devolvê-la ao ambiente melhor do que a encontramos? Como podemos construir moradias sem danificar o entorno e sem usar materiais que prejudicam até lugares distantes? E o mais difícil pra mim, como viver o dia a dia sem causar estragos para a nossa e as próximas gerações?</p>
<p>Também deixamos de lado as notícias alarmistas e as denúncias e nos concentramos no lado positivo do problema, nas soluções. Mas agora, passados 10 anos, a nossa situação ficou mais dramática, então continuarei a escrever somente soluções mas vou começar a divulgar alguns textos sobre os problemas, como esse artigo do autor da Teoria de Gaia.<br />
<a href="http://www.terra.com.br/revistaplaneta/edicoes/414/mata_414.htm">&#8220;Terra Ardente &#8211; Dr. James Lovelock&#8221;</a>.</p>
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		<title>Coleta de água da chuva</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 15:21:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Meu amigo Tomaz Lotufo, arquiteto e permacultor, publicou um artigo no seu blog BioArquiteto.com.br sobre coleta de água da chuva juntamente com uma apostila ilustrada sobre construção de cisterna de ferrocimento.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu amigo Tomaz Lotufo, arquiteto e permacultor, publicou um artigo no seu blog <a href="http://bioarquiteto.com.br">BioArquiteto.com.br</a> sobre coleta de água da chuva juntamente com uma apostila ilustrada sobre <a href="http://www.bioarquiteto.com.br/2008/09/a-importancia-da-agua/">construção de cisterna de ferrocimento</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Café Poético no Oikos</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 11:30:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/imagens/email-ojardineiro.jpg" alt="cafe" /></p>
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		<title>É possível uma sociedade feliz?</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2008/01/16/uma-experiencia-de-sociedade-feliz/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Jan 2008 16:05:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
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		<category><![CDATA[tokkou]]></category>

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		<description><![CDATA[Já falei aqui, em outro artigo, de como conheci o Curso Tokkou e hoje pretendo falar um pouquinho sobre a Vila Yamaguishi, onde acontece o Tokkou quatro vezes por ano. 
No vídeo a seguir, uma reportagem do Canal GNT, pode-se conhecer um pouquinho da vila, nas palavras dos seus moradores.

Além do Brasil, existem Vilas Yamaguishi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já falei aqui, em outro artigo, de como conheci o <a href="/2006/06/18/o-que-e-o-curso-tokkou/">Curso Tokkou</a> e hoje pretendo falar um pouquinho sobre a <a href="http://yamaguishi.com.br/">Vila Yamaguishi</a>, onde acontece o <a href="http://www.associacaofelicidade.org.br/">Tokkou</a> quatro vezes por ano. </p>
<p>No vídeo a seguir, uma reportagem do Canal GNT, pode-se conhecer um pouquinho da vila, nas palavras dos seus moradores.</p>
<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4Kg9FLsZOSg&#038;rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/4Kg9FLsZOSg&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
<p>Além do Brasil, existem Vilas Yamaguishi na Suíça, Alemanha, EUA, Coréia, Tailândia, Austrália e em mais de 40 locais no Japão, onde surgiram.</p>
<p>Nessas vilas, várias famílias de voluntários vivem uma vida sem posse. Moradia, alimentação, roupas, são todas gratuitas, não há salários, não existem chefes nem patrões, portanto, não há em absoluto ordens a serem obedecidas.<br />
<span id="more-118"></span><br />
Cada um faz o que deseja de verdade e vive de forma alegre e rica.</p>
<p>No Brasil, assim como nos outros países, a vila vem praticando por meio da produção agrícola a harmonia entre a natureza e a ação humana consciente, almejando expandir a sociedade de amor fraterno para todo o mundo.</p>
<p>A Vila Yamaguishi também é chamada de “Vila de alegria e amizade onde não é preciso dinheiro”, é o lugar onde manifestam na prática a construção da sociedade de amor fraterno sem fronteiras e sem posses. E nela, dentro da grande e rica natureza, convivem em amizade e alegria.</p>
<p>Por uma razão, procuro visitar a Vila ao menos uma vez por ano. Lá encontro amigos, participo da zeladoria de um Curso Tokkou ou de alguma <a href="http://www.associacaofelicidade.org.br/cursos/escola-de-kensan/">Reunião de Kensan</a>. </p>
<p>Todas as pessoas que participam do Curso Tokkou passam a fazer parte da <a href="http://www.associacaofelicidade.org.br/">Associação Felicidade</a>. E nós aqui do sul do SC, os associados de Criciúma e região, já promovemos 2 Tokkous no <a href="http://oikos.org.br">Oikos</a>. E vamos promover ao menos mais um esse ano.</p>
<p>Acho que uma sociedade feliz é possível. E meu lema também é &#8220;Eu, Hei de Prosperar Junto com Todo o Universo.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Colheres de bambu</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2007/12/27/colheres-de-bambu/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Dec 2007 22:45:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Marino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria de fotos]]></category>
		<category><![CDATA[bambu]]></category>
		<category><![CDATA[utensílios]]></category>

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		<description><![CDATA[Um de nossos temas de pesquisa e experimento tem sido o bambu.
No final de 2006, pesquisando na internet, acabei encontrando o site bambuzau, do professor Álvaro Abreu. Uma maravilha, belo, simples&#8230;
Trocamos algumas mensagens por email e a mensagem principal que me ficou foi: mãos a obra.


Há muito o que se pesquisar sobre esta incrível planta, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um de nossos temas de pesquisa e experimento tem sido o bambu.<br />
No final de 2006, pesquisando na internet, acabei encontrando o site <a href="http://www.bambuzau.com.br/">bambuzau</a>, do professor Álvaro Abreu. Uma maravilha, belo, simples&#8230;<br />
Trocamos algumas mensagens por email e a mensagem principal que me ficou foi: mãos a obra.<br />
<img src="http://www.setelombas.com.br/imagens/colheres-de-bambu-042-490x367.jpg" alt="colher de bambu" /></p>
<p><span id="more-111"></span></p>
<p>Há muito o que se pesquisar sobre esta incrível planta, bambu, mas pode mesmo começar no uso cotidiano, simples e direto: cercas,   bancos, brinquedos, adornos, utensílios, móveis e construções. Pesquisas e estudos baseados em experiências próprias são mais eficientes e conduzem mais rapidamente à excelência. Poucos prazeres se comparam ao prazer de ficar diante de uma obra bem acabada e feita com as próprias mãos; sinto o relato deste prazer no site do Professor Álvaro &#8211; confira.<br />
Pra começar não se precisa de muita coisa. Um facão, um canivete de boa lâmina, um arco de serra e algumas lixas de numeração variada, mais grossas e mais finas, para um bom acabamento. Vidro de janela quebrado ajuda na etapa acabamento, antes das lixas.</p>
<p>Agora chega de conversa. Estou louco de vontade de voltar pra oficina e começar mais uma peça nova. As ferramentas e uns pedaços de bambu me esperam!</p>

<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/12/27/colheres-de-bambu/colheres-de-bambu-024/' title='colheres-de-bambu-024'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/colheres-de-bambu-024-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="colheres-de-bambu-024" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/12/27/colheres-de-bambu/colheres-de-bambu-025/' title='colheres-de-bambu-025'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/colheres-de-bambu-025-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="colheres-de-bambu-025" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/12/27/colheres-de-bambu/colheres-de-bambu-030/' title='colheres-de-bambu-030'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/colheres-de-bambu-030-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="colheres-de-bambu-030" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/12/27/colheres-de-bambu/colheres-de-bambu-031/' title='colheres-de-bambu-031'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/colheres-de-bambu-031-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="colheres-de-bambu-031" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/12/27/colheres-de-bambu/colheres-de-bambu-035/' title='colheres-de-bambu-035'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/colheres-de-bambu-035-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="colheres-de-bambu-035" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/12/27/colheres-de-bambu/colheres-de-bambu-038/' title='colheres-de-bambu-038'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/colheres-de-bambu-038-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="colheres-de-bambu-038" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/12/27/colheres-de-bambu/colheres-de-bambu-039/' title='colheres-de-bambu-039'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/colheres-de-bambu-039-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="colheres-de-bambu-039" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/12/27/colheres-de-bambu/colheres-de-bambu-042/' title='colheres-de-bambu-042'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/colheres-de-bambu-042-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="colheres-de-bambu-042" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/12/27/colheres-de-bambu/colheres-de-bambu-057/' title='colheres-de-bambu-057'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/colheres-de-bambu-057-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="colheres-de-bambu-057" /></a>

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		<title>Uma poesia que virou música</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Dec 2007 06:37:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[podcast]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[sítio]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava pensando no que poderia disponibilizar em mp3 aqui para testar o recurso de podcasting que pensamos usar em breve para algumas prosas ao pé do ouvido sobre as nossas experiências no SeteLombas.
Então lembrei da poesia &#8220;SeteLombas&#8221; do mano João, que fala sobre o sítio e que o Bruno, um colega de trabalho dele,  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava pensando no que poderia disponibilizar em mp3 aqui para testar o recurso de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Podcast">podcasting</a> que pensamos usar em breve para algumas prosas ao pé do ouvido sobre as nossas experiências no SeteLombas.</p>
<p>Então lembrei da poesia &#8220;SeteLombas&#8221; do mano João, que fala sobre o sítio e que o Bruno, um colega de trabalho dele,  resolveu musicá-la e nos presentear depois que a leu no livro &#8220;Trilhas e Sonhos&#8221;. Adoramos!</p>
<p>Tem até um fato engraçado em relação a isto. A esposa do Bruno quando ouviu a música pela primeira vez, comentou que achava a letra da música muito erótica e perguntou: &#8220;quem é esta tal de setelombas?&#8221;.</p>

<p>Título: SeteLombas<br />
Letra: João Marino Vieira<br />
Música e violão: Bruno Farias Favaro<br />
Interpretação: Ramon Feltrin</p>
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		<title>O Jardineiro &#8211; poesias de amor à Terra</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 20:29:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[jardineiro]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse livro é um marco muito especial para o povo das SeteLombas. É ao mesmo tempo o lançamento do terceiro livro do poeta João Marino Vieira, &#8220;O Jardineiro &#8211; Poesias de amor à Terra&#8220;, é a primeira publicação da comunidade SeteLombas, teve a cooperação de toda a família Vieira.
Para minha sorte, o poeta João Marino [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/sitio/livros/o-jardineiro/"><img src="/imagens/ojardineiro4.jpg" style="border: none; float: right;" title="Capa" alt="O Jardineiro" /></a>Esse livro é um marco muito especial para o povo das SeteLombas. É ao mesmo tempo o lançamento do terceiro livro do poeta <a href="/sitio/comunidade/joao-marino/">João Marino Vieira</a>, &#8220;<a href="/sitio/livros/o-jardineiro/">O Jardineiro &#8211; Poesias de amor à Terra</a>&#8220;, é a primeira publicação da comunidade SeteLombas, teve a cooperação de toda a família Vieira.</p>
<p>Para minha sorte, o poeta João Marino Vieira nasceu meu irmão. Por meio de suas poesias aprendi a encantar-me com a música do casamento das palavras e a reconhecer o poder da poesia para chegar aonde as palavras cruas, temperadas apenas de sentido lógico, não conseguem. Entendo o que uma poesia quer me dizer, não pelo significado puro das palavras, mas pelos sentimentos que despertam em mim.</p>
<p><span id="more-91"></span><br />
Apresentar meu irmão João é uma missão prazerosa e uma feliz oportunidade de expressar de maneira pública minha admiração por ele. Além de irmão de sangue, ele é um grande amigo. Temos caminhado juntos, desde as trilhas pela Serra Geral catarinense até a busca da concretização de nossos sonhos, por um mundo claro como um dia de primavera para todos.</p>
<p><a href="/sitio/livros/o-jardineiro/"><img src="/imagens/ojardineiro3.jpg" style="border: none ; margin: 4px 16px 8px 1px; float: left;" title="Capa" alt="O Jardineiro" /></a>No Sítio Sete Lombas, onde plantamos juntos muito mais do que árvores, estamos aprendendo, dia a dia, a desvendar o véu das idéias pré-concebidas que nos impede de ver a natureza como ela é. E vislumbrando, aos poucos, com nossa família e amigos, o verdadeiro ser humano que existe em cada um de nós, um ser humano como “O Jardineiro”, que cuida da terra, das plantas e convive com todos os tipos de vida deste planeta.</p>
<p>É desse ser humano que esse livro nos fala, numa linguagem poética, que nos dá a oportunidade de encontrá-lo dentro de nós mesmos e no outro. Mas ele conta com nosso ouvir atento e despojado, nesta parceria necessária para ver o novo, a cada verso.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Diário 13nov2007</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Nov 2007 16:43:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diario]]></category>
		<category><![CDATA[cisterna]]></category>
		<category><![CDATA[ferrocimento]]></category>
		<category><![CDATA[frutas]]></category>
		<category><![CDATA[piscina natural]]></category>
		<category><![CDATA[preparado biodinâmico]]></category>

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		<description><![CDATA[Pra começar quero comentar sobre os frutos que estamos colhendo no sítio. As árvores estão cada vez mais belas e produzindo deliciosos frutos. Um caso especial é o tamanho e o sabor das pitangas que estamos colhendo por esses dias. Nunca comi pitangas tão saborosas. Elas são levemente ácidas, doces e super suculentas.

Outra coisa muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pra começar quero comentar sobre os frutos que estamos colhendo no sítio. As árvores estão cada vez mais belas e produzindo deliciosos frutos. Um caso especial é o tamanho e o sabor das pitangas que estamos colhendo por esses dias. Nunca comi pitangas tão saborosas. Elas são levemente ácidas, doces e super suculentas.<br />
<a href="/fotos/sitio/"><img src="/fotos/cache/sitio/pitangas-no-galho.jpg_490.jpg" title="Clique para ver outras imagens" alt="Pitangas" style="float:left; margin: 4px 8px 0 1px;" /></a></p>
<p>Outra coisa muito interessante e motivo de muito contentamento é o que observamos nessa primavera no sítio. Os resultados de um trabalho que fizemos nestes últimos 7 anos, principalmente cuidando do solo, mantendo-o coberto com vegetação e palha. Também foi feito e aplicado no ambiente o preparado biodinâmico 501, como uma nova experiência, indicado para estimular o florecimento. E até os araçás que se negavam a florir deram o ar de sua graça e estão completamente floridos, fazendo coro com suas amigas de outras espécies. As plantas do sítio nunca produziram tantas flores como nesta primavera. Falaremos mais nisto noutro artigo que estamos preparando.<br />
<span id="more-85"></span><br />
Também iniciamos a construção da piscina natural. O buraco já está pronto e na próxima semana começaremos a construção da taipa de pedras (interna) e concluiremos a zona de raízes que fará a filtragem e receberá a água da re-circulação e oxigenação da água. Trata-se de uma piscina que não usará produtos químicos para garantir a saúde das pessoas matando toda a vida da água. O ambiente saudável e propício ao banho se dará pelo ambiente com diversidade de espécies garantindo o equilíbrio entre plantas, animais e minerais. Também estamos documentando esse processo para publicar aqui em breve.<br />

<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/11/13/diario/caixa-jatai/' title='caixa-jatai'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/caixa-jatai-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="caixa-jatai" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/11/13/diario/joao-e-luiz/' title='joao-e-luiz'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/joao-e-luiz-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="joao-e-luiz" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/11/13/diario/laranjeira-dekopon/' title='laranjeira-dekopon'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/laranjeira-dekopon-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="laranjeira-dekopon" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/11/13/diario/meliponario2/' title='meliponario2'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/meliponario2-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="meliponario2" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/11/13/diario/meliponario/' title='meliponario'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/meliponario-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="meliponario" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/11/13/diario/o-jardineiro-joao/' title='o-jardineiro-joao'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/o-jardineiro-joao-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="o-jardineiro-joao" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/11/13/diario/pitangas-na-mao/' title='pitangas-na-mao'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/pitangas-na-mao-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="pitangas-na-mao" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/11/13/diario/pitangas-no-galho/' title='pitangas-no-galho'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/pitangas-no-galho-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="pitangas-no-galho" /></a>
</p>
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		<title>8a. Conferência Internacional de Permacultura</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2007/04/08/8a-conferencia-internacional-de-permacultura/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Apr 2007 02:58:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos e Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[A 8a Conferência e Convergência Internacional de Permacultura (IPC8) acontecerá no Brasil em maio de 2007.
Os IPCs acontecem tradicionalmente a cada dois anos em continentes diferentes. Os países ou regiões que receberam os últimos IPCs foram Austrália, EUA, Nova Zelândia, Escandinávia, Nepal e Croácia. Em 2007, é a vez da América Latina! 
Para saber mais&#8230;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A 8a Conferência e Convergência Internacional de Permacultura (IPC8) acontecerá no Brasil em maio de 2007.</p>
<p>Os IPCs acontecem tradicionalmente a cada dois anos em continentes diferentes. Os países ou regiões que receberam os últimos IPCs foram Austrália, EUA, Nova Zelândia, Escandinávia, Nepal e Croácia. Em 2007, é a vez da América Latina! </p>
<p><a href="http://www.ipc8.org/index.php?option=com_content&#038;task=view&#038;id=38&#038;Itemid=52">Para saber mais&#8230;</a></p>
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		<title>Curso com David Holmgren</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Apr 2007 02:56:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[princípios]]></category>

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		<description><![CDATA[Princípios Avançados em Permacultura
David Holmgren, um dos criadores originais do conceito de permacultura, tem sido nos últimos 20 anos um destacado pesquisador de soluções ambientais em todos os campos da atividade humana, com ênfase especial na questão da energia nos sistemas naturais e permaculturais.
Ele estará no Brasil em maio oferecendo o curso “Princípios Avançados de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Princípios Avançados em Permacultura</strong></p>
<p>David Holmgren, um dos criadores originais do conceito de permacultura, tem sido nos últimos 20 anos um destacado pesquisador de soluções ambientais em todos os campos da atividade humana, com ênfase especial na questão da energia nos sistemas naturais e permaculturais.</p>
<p>Ele estará no Brasil em maio oferecendo o curso “Princípios Avançados de Permacultura”, com 4 dias de duração, em Florianópolis, Botucatu (SP) e Brasília.</p>
<p>Essa será uma oportunidade única para aprender como Holmgren aplica suas idéias em situações reais, uma vez que ele vive em um dos sítios permaculturais mais conhecidos da Austrália, e quais as suas propostas para esse momento crucial da civilização humana.<br />
<span id="more-77"></span><br />
É um curso fundamental para quem quer ser parte da solução ambiental e ética de que o planeta precisa, especialmente aqueles que já fizeram o Curso de Design em Permacultura (PDC).</p>
<p>Estamos numa etapa de preparação e pré-inscrição dos cursos. Portanto, se for do seu interesse, entrem contato através dos links abaixo, enviando seu nome e contatos. Pedimos que informe quando e com quem fez o PDC ou, se não tiver feito, qual a motivação que o(a) leva a querer fazer o curso com David Holmgren e qual sua atuação com meio ambiente.</p>
<p>Informamos que haverá uma seleção, na qual os permacultores atuantes terão prioridade.</p>
<p>Isso é importante porque nesse curso ele parte do princípio que as pessoas já sabem o que é permacultura, zoneamento permacultural, sustentabilidade, entropia, emergia (com “m”) e outros conceitos relativamente avançados de ecologia.</p>
<p>Locais, datas e contatos dos cursos:</p>
<p>    * Florianópolis &#8211; 10-13/maio &#8211; suzana @ permacultura.org.br<br />
    * São Paulo &#8211; 18-21/maio &#8211; tomaz @ permacultura.org.br<br />
    * Brasília &#8211; 26/05 a 29/05 &#8211; sergiopamplona @ yahoo.com.br</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Esperando nas estrelas</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2006/11/28/esperando-nas-estrelas/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Nov 2006 04:11:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Marino</dc:creator>
				<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Espere-me nas estrelas!
Em parte já vivemos lá,
no tempo escuro/claro da noite que antecede o dia
e a ele se segue em ciclos de eternidade.
Em parte vivemos lá,
como loucos vagando pela imensidão de lumes que não ofuscam.
Um indizível parque de diversões,
com suas luzes nas alturas e brinquedos surpreendentes,
que proporcionam as mais diversas sensações,
que nos estimulam a intuição,
que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Espere-me nas estrelas!<br />
Em parte já vivemos lá,<br />
no tempo escuro/claro da noite que antecede o dia<br />
e a ele se segue em ciclos de eternidade.<br />
Em parte vivemos lá,<br />
como loucos vagando pela imensidão de lumes que não ofuscam.<br />
Um indizível parque de diversões,<br />
com suas luzes nas alturas e brinquedos surpreendentes,<br />
que proporcionam as mais diversas sensações,<br />
que nos estimulam a intuição,<br />
que nos levam ao saber.<br />
<span id="more-75"></span><br />
Balanços sobre o impreciso precipício do nada,<br />
que atravessa o espaço sem limites e o tempo sem ponteiros,<br />
por sobre o imenso vão,<br />
e nos deixa ver astros paquidérmicos numa estrada que só eles vêem e, inelutavelmente, seguem guiados por forças desconhecidas, misteriosas e Reais.<br />
Um indizível mundo de desenhos animados e animadores,<br />
que em seu caminho inexorável, inexoravelmente vão auxiliando o nosso caminhar.<br />
Que belo céu,<br />
que lindas estrelas,<br />
que grandioso mistério,<br />
que grata felicidade!<br />
Sim, me espere nas estrelas,<br />
que lá é nosso lar comum!<br />
Que lá é inescapável nossa felicidade!<br />
Lá estão os outros elos de nossa vida.<br />
Lá estamos nós, mais verdadeiramente a nossa própria espera.<br />
Sim, me espere nas estrelas,<br />
que delas sou morador!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Diário 14nov2006</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2006/11/14/diario-3/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Nov 2006 00:24:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Marino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diario]]></category>
		<category><![CDATA[bambu]]></category>
		<category><![CDATA[cisterna]]></category>
		<category><![CDATA[ferrocimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste final de semana, só cheguei de viagem do trabalho na madrugada de sábado e dormi até meio-dia. A chuva, que durante a semana deu trégua, voltou a tarde e fiquei só no sítio, eu e uma multidão de outros seres, claro! Usei a tarde pra pôr em construção o projeto de uma estante de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste final de semana, só cheguei de viagem do trabalho na madrugada de sábado e dormi até meio-dia. A chuva, que durante a semana deu trégua, voltou a tarde e fiquei só no sítio, eu e uma multidão de outros seres, claro! Usei a tarde pra pôr em construção o projeto de uma estante de bambu para a tv e o dvd. Transformei a varanda numa bambuseria! Estou usando a espécie tuldoides que é o que temos em boa quantidade; o gigante, o guadua e o nutans foram plantados há apenas três anos.<br />
<span id="more-72"></span><br />
No domingo a casa ficou cheia: chegaram o mano Luiz com a Dona Irma (nossa mãe) e Seu Marino (nosso pai), que está se recuperando de uma isquemia cerebral. Chegaram também o mano Itamar, a esposa e meu afilhado Gabriel. Já já a lenha tava queimando no fogão e dona Irma e Cleusa colocaram em andamento um delicioso doce de banana&#8230; Aproveitamos pra substituir o mourão de sustentação da porteira, que tava quase caindo de podre. Fizemos também um banco de jardim utilizando uma meia tora de tarumã, 60 cm de diâmetro por 120 de comprimento, que encontrei há algum tempo numa serraria e que mandei serrar ao meio. O outro banquinho ficou pra outra ocasião. Quem sabe o próximo final-de-semana será de tempo bom pra concluirmos a cisterna, heim?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Diário 5nov2006</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2006/11/05/diario-4/</link>
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		<pubDate>Sun, 05 Nov 2006 23:51:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Marino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diario]]></category>
		<category><![CDATA[cisterna]]></category>
		<category><![CDATA[ferrocimento]]></category>

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		<description><![CDATA[No final de semana do feriadão de finados, planejávamos concluir a cisterna de ferrocimento pra coleta de água da chuva, para o que está faltando o cone superior que cobre o corpo cilíndrico pronto já faz algum tempo. Mas a chuva mansa e contínua não nos permitiu o intento. Aproveitamos, então, para revisar o projeto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No final de semana do feriadão de finados, planejávamos concluir a cisterna de ferrocimento pra coleta de água da chuva, para o que está faltando o cone superior que cobre o corpo cilíndrico pronto já faz algum tempo. Mas a chuva mansa e contínua não nos permitiu o intento. Aproveitamos, então, para revisar o projeto das tubulações de entradas, saidas e filtro.<br />
<span id="more-71"></span><br />
No sábado pela manhã recebemos a vista da menina que há um mês atrás veio oferecer: &#8220;o senhor não quer comprar uma rifa pra ajudar o clube de mães da comunidade?&#8221; Disse ela agora:&#8221;a vó mandou avisar que o casal de piru tá solto. Quando quiser buscar é só avisar que a gente prende.&#8221; É isso mesmo, fui sorteado! Pois é, o &#8220;destino&#8221; nos aponta para a construção do galinheiro (ou será um perueiro?). Quem sabe a Dona Maria, outra vizinha, não está interessada ainda naquela parceria que propôs ano passado com as galinhas? Vamos ouvindo&#8230;<br />
Ah, aqueles dois ovinhos daquele pássaro ainda não identificado, já viraram dois lindos filhotinhos. Fomos dar uma olhada e a mãe saiu voando toda cambaleante e pousou logo adiante como se estivesse ferida. Rimos e demos uns passos em sua direção e pra longe do ninho, então, ela voou normal e pra bem longe. Não é realmente uma graça?</p>
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		<title>Diário 26out2006</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Oct 2006 00:46:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Marino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diario]]></category>
		<category><![CDATA[fauna]]></category>
		<category><![CDATA[mudas]]></category>

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		<description><![CDATA[Este &#8220;Diário&#8221;, mais ou menos regular, tem a finalidade de, apresentando sucinto e despretensioso relatório de nossas atividades, incluindo elementos de estudo, observações e leitura coletiva, permitir-nos, além da revisão e do registro histórico, abrir a possibilidade de troca e aprofundamento com os parceiros da Rede Permear, e qualquer outro &#8220;curioso&#8221; e encantado pela vida.

Ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este &#8220;Diário&#8221;, mais ou menos regular, tem a finalidade de, apresentando sucinto e despretensioso relatório de nossas atividades, incluindo elementos de estudo, observações e leitura coletiva, permitir-nos, além da revisão e do registro histórico, abrir a possibilidade de troca e aprofundamento com os parceiros da <a href="http://www.permear.org.br/">Rede Permear</a>, e qualquer outro &#8220;curioso&#8221; e encantado pela vida.</p>
<p><span id="more-70"></span><br />
Ainda não conseguimos dar conta do plantio das mudas de frutíferas adquiridas e produzidas por nós. Ao todo 150 mudas (jabuticaba, uvaia, bacuparí, cabeludinha, mamão do mato, marmelo, cereja do mato, ingá-banana, guabijú, erva-mate, aroeira-mole e até uma muda de guajuvira. A aroeira-mole (schinus mole) é pra suportar as videiras). Ontem (22/10), Itamar e eu colocamos na terra, entre outras, oito mudas de algarrobo, excelente árvore forrageira. Estamos identificando as plantas com etiquetas de pvc, feitas com lâminas de uma velha cortina. Assim vamos tentando memorizar nomes e características de cada uma. Pelo que lemos, o mamão do mato é um excelente parceiro para o café de sombra, que plantamos em 2004. Já a erva-mate é boa companhia para a araucária, que nos últimos anos temos introduzido. Dizem os vizinhos que já colheram pinhão por ali (150 metros de altitude), será?</p>
<p>Encontramos, na capoeira, um pássaro muito bonito, que ainda não conseguimos identificar: marrom em vários tons, mais ou menos do porte de um sabiá, vôo silencioso, asas e rabo compridos. Cuidava de dois ovos colocados diretamente na relva sob um arbusto, onde o pasto não se agigantou. Tinha algo de urutau, mas pesquisei o tal e não me convenci. Dizem  que o urutau raramente desce ao solo, põe apenas um ovo e diretamente na forcada ou oco da árvore, ou do que restou dela. Sua grande arte é a camuflagem além da caça noturna de insetos, com seu vôo aparentemente errante e uma enorme boca que cabe uma mão cerrada de homem. Passa o dia quieto como se fosse parte da árvore ou pedra que tomou por casa. Raramente abre seus grandes olhos durante o dia, mas mesmo assim mantém vigilância sobre o entorno de si, graças a uma abertura na pálpebra, que funciona como um olho mágico. É, o <a href="http://www.ao.com.br/ao122.htm">urutau</a> enxerga de olhos fechados!</p>
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		<title>Círculo de bananeiras</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Oct 2006 21:02:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria de fotos]]></category>
		<category><![CDATA[água cinza]]></category>
		<category><![CDATA[biorremediação]]></category>
		<category><![CDATA[círculo de bananeiras]]></category>
		<category><![CDATA[padrões naturais]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento de água]]></category>

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		<description><![CDATA[O círculo de bananeira é usado para tratar as águas usadas da casa (pias, tanques e chuveiros), as chamadas águas cinzas. Ele também beneficia a produção de bananas em escala humana.
Essa técnica originou-se da observação dos efeitos dos fortes ventos sobre a cultura dos cocos. Numa clareira os coqueiros caídos davam origem a círculos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/imagens/circulo2.gif" alt="circulo" title="Esquema círculo de bananeiras" style="float:left; margin: 4px 8px 0 1px;" />O círculo de bananeira é usado para tratar as águas usadas da casa (pias, tanques e chuveiros), as chamadas águas cinzas. Ele também beneficia a produção de bananas em escala humana.</p>
<p>Essa técnica originou-se da observação dos efeitos dos fortes ventos sobre a cultura dos cocos. Numa clareira os coqueiros caídos davam origem a círculos de coqueiros que nasciam, se desenvolviam e produziam melhor do que quando sós. O <a href="/2006/03/19/a-linguagem-dos-padroes/">padrão natural</a> observado foi que no centro do círculo se depositavam folhas, ramos, frutos, etc, que retinham a umidade e concentravam nutrientes, beneficiando a cultura dos coqueiros. Dessa observação, passou-se em seguida às experiências com outras culturas, como a da banana.<br />
<span id="more-38"></span><br />
No caso das bananeiras percebeu-se que elas, como outras plantas de folhas largas como o mamoeiro, evaporavam grandes quantidades de água e estabeleceu-se assim uma relação com as águas cinzas das residências. Essa ligação é feita entre a necessidade de se tratar a águas que saem das pias e chuveiros das residências com a grande capacidade de evaporar (tratar) dos círculos de bananeiras. E isso é uma das bases do design na permacultura, estabelecer relações positivas, sinérgicas entre os elementos de um sistema vivo.</p>
<p><strong>Como construir?</strong><br />
O trabalho começa com a construção de um buraco, em forma de concha, com 1 m cúbico de volume. Lembre-se que a terra retirada do buraco é colocada na borda aumentando a altura do buraco.<br />
<img src="/imagens/circulo.gif" alt="circulo" title="Esquema de construção" style="float:left; margin: 4px 8px 0 1px;" />Os sistemas vivos não seguem projetos no papel. Então mais importante do que seguir as dimensões apresentadas aqui, é procurar observar no local, o solo, a insolação, incidência de geadas, etc. para dedinir melhor como será o círculo de bananeiras de sua residência.</p>
<p>O buraco, depois de pronto, deve ser enchido com madeira e palha para criar um ambiente adequado para o recebimento da água cinza e para beneficiar a micro vida. Isso é feito primeiro colocando pequenos troncos de madeira grossos no fundo. Em seguida galhos médios e finos de árvores e por último a palha (aparas de capim, folhas, etc.) formando um monte com quase 1 metro de altura acima da borda do buraco. A madeira deve ser colocada de forma desarrumada, para que que se crie espaços para a água. A palha em cima serve para impedir a entrada da luz e da água da chuva, que escorrerá para os lados não inundando o buraco e não se contaminando com a água cinza.</p>
<p>A água cinza deve ser conduzida por um tubo até o buraco e com um joelho na ponta para evitar o entupimento. Não usar valas abertas para a condução da água, assim mosquitos e outros animais indesejados não terão como se desenvolver. E os microorganismos da compostagem terão um ambiente perfeito para fazer o seu trabalho.</p>
<p><strong>Plantio</strong><br />
As bananeiras podem ser plantadas de diversas maneiras. Msa eu prefiro usar o rizoma inteiro ou uma cunha (parte de um rizoma) com uma gema vizível. Após fazer as covas (no mínimo 30&#215;30x30 cm) deve-se enche-las com bastante matéria orgânica (palhas, folhas, etc.) misturada com terra. Antes de preencher totalmente o buraco, na hora de colocar o rizoma, posicione para que a gema fique para o lado de fora do círculo e inclinado de forma que a bananeira nasça caída para fora. Essa inclinação da bananeira é mais fácil de ser conseguida quando plantada a partir de rebentos. Isso facilitará a colheita e o manejo das bananeiras. O rizoma deve ficar há uns 10 cm, em média, abaixo do nível do solo.</p>
<p>Ao redor do círculo, também é indicado o plantio de mais plantas de folha larga como a taioba, o mamoeiro e entre elas batata doce ou outra plantas rasteiras para cobrir todo o espaço. Em pouco tempo o círculo irá se transformar em um nicho de fertilidade que vai se espalhar pelo entorno.</p>
<p><strong>Cuidados</strong><br />
A água cinza NÃO deve conter água preta dos sanitários. Estas deveriam ir para outros sistemas apropriados para o seu tratamento.<br />
E nas pias e chuveiros deve-se evitar o uso de detergentes químicos e outras substâncias tóxicas como cloro, etc., pois estas substâncias matam os microorganismos e impedem a compostagem dos nutrientes contidos na água cinza com a madeira.<br />
Mais informações sobre a separação das águas servidas podem ser encontradas em <a href="/2006/03/22/sistematizacao-da-agua/">&#8220;sistematização da água&#8221;</a>.</p>
<p>Se o volume de água cinza produzido na casa for maior do que a capacidade de recebimento do círculo, a melhor solução é construir outro círculo interligando ao primeiro. A água cinza entra por cima no primeiro e sai no nível máximo por meio de outro tubo e segue para o segundo círculo. Conforme a situação pode-se ter uma bateria de círculos inteligados.</p>
<p><strong>Manejo</strong><br />
Sempre colocar aparas de poda (grama, capim, galhos) no centro para alimentar o círculo e evitar que o buraco seja inundado com a água da chuva.<br />
Após colher o cacho de bananas, deve-se cortar a bananeira bem na base e em pedaços de 1 metro, rachar ao meio (longitudinal) e também colocar no centro do círculo. A cada 3 anos (ou mais) todo o material depositado no buraco pode ser retirado (quando os troncos se dissolverem) e usar como adubo orgânico na horta. E repor novo material como no início da implantação do círculo.</p>
<p>Aqui na região sul do Brasil há diversos círculos de bananeiras funcionando perfeitamente há mais de 3 anos. Assim que possível publicarei mais fotos dessas experiências.</p>
<p>Alguns círculos de bananeiras:<br />

<a href='http://www.setelombas.com.br/2006/10/14/circulo-de-bananeiras/circulo-bananeiras5/' title='circulo-bananeiras5'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/circulo-bananeiras5-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="circulo-bananeiras5" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2006/10/14/circulo-de-bananeiras/circulo-bananeiras1/' title='circulo-bananeiras1'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/circulo-bananeiras1-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="circulo-bananeiras1" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2006/10/14/circulo-de-bananeiras/circulo-bananeiras2/' title='circulo-bananeiras2'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/circulo-bananeiras2-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="circulo-bananeiras2" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2006/10/14/circulo-de-bananeiras/circulo-bananeiras3/' title='circulo-bananeiras3'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/circulo-bananeiras3-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="circulo-bananeiras3" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2006/10/14/circulo-de-bananeiras/circulo-bananeiras4/' title='circulo-bananeiras4'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/circulo-bananeiras4-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="circulo-bananeiras4" /></a>
</p>
<p>Outras referências:</p>
<ul>
<li><a href="http://photos.permaculture.org.au/displayimage.php?album=14&#038;pos=0">Projeto Kirabati</a></li>
<li><a href="http://www.permear.org.br/fotos/circulo-de-bananeiras/">Sítio Raízes</a></li>
</ul>
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		<title>Pães de Pedra</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Sep 2006 19:10:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[adubo]]></category>
		<category><![CDATA[pó de rocha]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>

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		<description><![CDATA[Estes são alguns comentários a respeito do livro &#8220;Pães de Pedra&#8221; de Julius Hensel publicado na Alemanha em 1898 e traduzido em 2003 por Sebastião Pinheiro, Hans Landgraf e Jairo Restrepo Rivera.
Quando comprei o livro pensei logo de cara que se tratava de um texto importante para auxiliar na compreensão das propriedades e funções do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/fotos/sanitario/"><img src="/imagens/paes-de-pedra.jpg" alt="Capa do livro" title="Capa do livro" style="float:left; margin: 4px 8px 0 1px;" /></a>Estes são alguns comentários a respeito do livro &#8220;Pães de Pedra&#8221; de Julius Hensel publicado na Alemanha em 1898 e traduzido em 2003 por Sebastião Pinheiro, Hans Landgraf e Jairo Restrepo Rivera.</p>
<p>Quando comprei o livro pensei logo de cara que se tratava de um texto importante para auxiliar na compreensão das propriedades e funções do solo. Mas devido a linguagem técnica com uma notação química muito antiga e porque queria compreender melhor o assunto e explorar o livro ao máximo, recorri a um amigo que foi meu mestre em ciências no ginásio, o Prof. Adílio Gildo Viana, professor agora aposentado, um grande observador da natureza e com a mente sempre aberta e alerta para o novo. A ele devo em grande parte minha paixão pelas ciências, pela forma sempre carinhosa e bem humorada com que abordava os temas entre eles, o meu preferido, biologia.<br />
De nossas conversas sobre o livro resultaram os seguintes comentários:<br />
<span id="more-56"></span><br />
Parece que o título original era &#8220;Pão de pedras&#8221;. E é pena que um livro, escrito a mais de um século, não tenha sido amplamente divulgado e aplicado. Pelo contrário, temos notícias que foi sistematicamente proibido e maldito, por contrariar os preceitos da época.<br />
É um livro breve e de leitura relativamente fácil. Ele se atém ao cerne da questão, o pó de rochas. </p>
<p><strong>Uma síntese</strong>
<ul>
<li>Terras &#8220;novas&#8221; são ricas em minerais;</li>
<li>A exploração agrícola esgota as reservas de minerais do solo;</li>
<li>Estes minerais são provenientes da composição química das rochas que formaram o terreno;</li>
<li>Deve-se moer as rochas e adicionar o fino pó resultante às terras &#8220;velhas&#8221;.</li>
</ul>
<p><strong>Diz ainda o livro que</strong>
<ul>
<li>Erros de análise e interpretação concluíram que as plantas precisavam mais e principalmente de potássio (K) e fósforo (P) e que não sabem tirar nitrogêneo (N) do ar, portanto tem-se que adubar com NPK. Reducionismo da época, aplicado até hoje, às descobertas de Justus Liebig a cerca da composição das plantas por meio do exame das suas cinzas;</li>
<li>A amônia ou amônio (NH3) é um grupo atômico que imita e funciona como um radical alcalino mas não um mineral metálico, como o ferro, para oferecer à planta. Neste caso, a planta fica verde e folhuda mas o resultado final não é bom. É pobre em micronutrientes;</li>
<li>Apesar dos micronutrientes representarem em média apenas 3% da composição das plantas realiza um papel importantíssimo no seu desenvolvimento e reflete diretamente no valor nutricional da alimentação humana e dos demais animais;</li>
<li>Traz argumentos a favor e em defeza da idéia;</li>
<li>Traz testemunhos de pessoas e órgãos importantes confirmando os bons resultados do método de fertilização.
</li>
</ul>
<p><strong>Algumas impressões</strong><br />
Esse livro merece uma leitura bem atenta. Por diversas razões:
<ul>
<li>Em alguns breves trechos ele faz uma leitura dos dados obtidos a partir das análises químicas de maneira completamente linear, desconsiderando toda uma infinidade de conexões das plantas com o seu meio. Aliás como se faz até hoje na maioria dos casos. Por exemplo, ao perceber que em média as plantas tem 3% de minerais, ele deduz que a quantidade equivalente a 3% da biomassa num hectare é a quantidade de pó de rocha a ser adicionada ao solo. Até aí tudo bem, afinal, tem-se que começar de algum lugar e esse pode ser um ponto de partida para as experiências. Mas, o grande problema, é deduzir que ao se dobrar essa quantidade, vai dobrar a quantidade de biomassa. Isto num primeiro momento pode parecer verdadeiro, mas basta algumas observações mais atentas do solo e do que neles nascem para duvidar dessa afirmação. Há muito mais conexões despercebidas na relação entre solo e plantas, como: plantas companheiras, dia e hora do plantio, etc. Os reducionismos acontecem tanto do lado de quem &#8220;vê&#8221; apenas os nutrientes, como de quem &#8220;vê&#8221; apenas as constelações no momento do plantio, não nos levam na direção da verdade, da realidade.<br />
Felizmente, o livro é muito mais do que isso:</li>
<li>Ele faz um relato inicial sobre a escalada da indústria química e a mal fadada &#8220;revolução verde&#8221;. Um excelente histórico!</li>
<li>Expõe de maneira clara e com exemplos, os princípios da química na formação dos solos, plantas e as suas interações. Muito bom!</li>
<li>Faz uma abordagem da nutrição das plantas de uma forma holística, uma vez que propõe que o solo deva ser alimentado com o finíssimo pó das próprias rochas do local, com toda a sua riqueza de nutrientes e não apenas com uma estreita parcela deles, como o NPK.</li>
</ul>
<p>Livro importantíssimo! As principais conclusões do livro? Ainda estamos estudando e experimentando.</p>
<p>Este livro está na lista de <a href="http://www.setelombas.com.br/permacultura/leituras-recomendadas/">leituras recomendadas</a> com informações de onde comprar.</p>
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