<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>setelombas</title>
	<atom:link href="http://www.setelombas.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.setelombas.com.br</link>
	<description>Estação de Permacultura</description>
	<lastBuildDate>Mon, 30 Jan 2012 19:43:26 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>O homem que plantava árvores</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2012/01/o-homem-que-plantava-arvores/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-homem-que-plantava-arvores</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2012/01/o-homem-que-plantava-arvores/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 15:10:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[árvores]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/?p=895</guid>
		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/Klx8UBMRrMA" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2012/01/o-homem-que-plantava-arvores/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>História das ciclovias na Holanda</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2011/12/historia-das-ciclovias-na-holanda/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=historia-das-ciclovias-na-holanda</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2011/12/historia-das-ciclovias-na-holanda/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 12:52:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[soluções ecológicas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/?p=872</guid>
		<description><![CDATA[Há soluções para o trânsito de nossas cidades, de todo tipo e em toda parte do mundo. Acompanhe o caso das cliclovias na Holanda, que tive a oportunidade de conhecer em 2008 e fiquei impressionado com a quantidade de pessoas &#8230; <a href="http://www.setelombas.com.br/2011/12/historia-das-ciclovias-na-holanda/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há soluções para o trânsito de nossas cidades, de todo tipo e em toda parte do mundo.<br />
Acompanhe o caso das cliclovias na Holanda, que tive a oportunidade de conhecer em 2008 e fiquei impressionado com a quantidade de pessoas que usam a bicicleta para se mover nas cidades.</p>
<p>No vídeo abaixo uma explicação histórica do surgimento das ciclovias Holandesas.<br />
Tradução: Joni Hoppen &#8211; joni.hoppen@hanbrazil.org<br />
Autores: David Hembrow e Mark Wagenbuur<br />
<iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/l1a_USVlXSE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Canal do Youtube sobre as ciclovias<br />
<a href="http://www.youtube.com/user/markenlei">http://www.youtube.com/user/markenlei</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2011/12/historia-das-ciclovias-na-holanda/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bambu (capim) criciúma</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2011/09/taquarembu-ou-bambu-criciuma/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=taquarembu-ou-bambu-criciuma</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2011/09/taquarembu-ou-bambu-criciuma/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 17:49:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[bambu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/?p=801</guid>
		<description><![CDATA[O Criciúma é uma planta nativa aqui do sul do Brasil, da família das gramíneas (Gramimeae), a mesma família do bambu, grama, capim, etc. Ela deu nome a minha cidade, Criciúma em SC, onde é encontrado facilmente nas matas e &#8230; <a href="http://www.setelombas.com.br/2011/09/taquarembu-ou-bambu-criciuma/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.setelombas.com.br/2011/09/taquarembu-ou-bambu-criciuma/bambu_criciuma/" rel="attachment wp-att-807"><img src="http://www.setelombas.com.br/imagens/bambu_criciuma-100x100.jpg" alt="" title="Clique para ampliar" width="100" height="100" class="alignleft size-thumbnail wp-image-807" /></a>O Criciúma é uma planta nativa aqui do sul do Brasil, da família das gramíneas (Gramimeae), a mesma família do bambu, grama, capim, etc. Ela deu nome a minha cidade, Criciúma em SC, onde é encontrado facilmente nas matas e popularmente conhecido como capim criciúma.<br />
<span id="more-801"></span><br />
Como percebi que na Internet, há muitas informações desencontradas sobre sua classificação e também que outros bambus nativos, como o taquaruçu (Guadua Tagoara), estão sendo chamados de criciúma, não vou tentar,  por ora, clarear esse enigma dos nomes e das classificações. Mas quero registrar que aqui no sul nunca ouvi alguém se referir aos bambus nativos de médio e grande portes como criciúma.<br />
Sobre sua designação popular como capim, quem observa essa planta de perto pode perceber que ela está mais para uma taquara (palavra indígena para bambu) do que para capim. Segundo meu pai, o seu Marino, o bambu criciúma era chamado pelos índios e antigos como taquari ou taquarembú. </p>
<p><strong>Água oxigenada</strong><br />
Mas a razão principal dessa postagem é falar de uma aplicação dessa planta pouco conhecida hoje em dia mas que merece uma pesquisa mais cuidadosa. <em>A água encontrada no interior do bambu criciúma é usada para assepsia e cicatrização de ferimentos</em>. De dentro de suas varas, ou melhor varetas, pois o bambu criciúma tem em média 5 mm de diâmetro, retira-se uma água com características semelhantes a água oxigenada. Para se obter essa água, basta cortar um pedaço de uns 15 cm e soprar em uma das suas extremidades. A água começa a pingar na outra ponta e quando colocada sobre a pele ou ferimento reage fazendo pequenas borbulhas como a água oxigenada.</p>
<p>Para saber mais sobre a água oxigenada, como é conhecido o peróxido de hidrogênio diluído a 3%:<br />
- aplicações &#8211; <a href="http://vidazen10.blogspot.com/2010/03/oxigenada-poderosa.html">no blog da Camila Batanolli</a> sobre seus usos pouco conhecidos.<br />
- química &#8211; <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Per%C3%B3xido_de_hidrog%C3%AAnio">na wikipedia</a>.</p>
<p>Vídeo sobre o bambu criciúma no terceiro bloco (2m20s):<br />
<iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/1rCyJdHOHIo" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2011/09/taquarembu-ou-bambu-criciuma/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cursos Tokkou em 2011</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2011/09/curso-tokkou-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=curso-tokkou-2</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2011/09/curso-tokkou-2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 23:53:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Setelombas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[kensan]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/?p=713</guid>
		<description><![CDATA[Uma viagem do mundo do saber para o mundo do perceber, sem teorias nem induções, cada um, cara a cara consigo mesmo, em meio a todas diferenças do grupo, vou percebendo o que é essencial em mim . . . &#8230; <a href="http://www.setelombas.com.br/2011/09/curso-tokkou-2/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma viagem do mundo do saber para o mundo do perceber, sem teorias nem induções, cada um, cara a cara consigo mesmo, em meio a todas diferenças do grupo, vou percebendo o que é essencial em mim . . .</p>
<p><strong>Data</strong><br />
12 a 19 de 11/2011 (semana da proclamação da república)<br />
<span id="more-713"></span><br />
<strong>Investimento</strong><br />
R$ 545,00 (inclui alimentação e estadia)<br />
R$ 170,00 na inscrição via depósito no Banco Itaú Ag. 0033 C/C 14383-5 em nome de Jikkenti Yamaguishismo. Enviar comprovante por fax (19 3867-3034) ou email(tokkou@yamaguishi.com.br)<br />
R$ 375,00 no dia do Curso</p>
<p><strong>Local</strong><br />
Salão de Eventos da Vila Yamaguishi<br />
Rod.SP-340, km 138 – Jaguariúna SP<br />
<a href="http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&#038;hl=pt-BR&#038;msa=0&#038;msid=113778257665711228758.000453550a304ccfa3d46&#038;ll=-22.636352,-47.002945&#038;spn=0.121522,0.22316&#038;z=13">Mapa do local</a></p>
<p><strong>Contatos</strong><br />
e-mail: tokkou@yamaguishi.com.br<br />
tel(a): (19) 9625.5576 – Alam<br />
tel(b): (19) 9625.5577 – Milton<br />
tel(c): (19) 9625.5578 – Romeu</p>
<p><strong>Inscrição online</strong><br />
Vagas limitadas<br />
<a href="http://www.associacaofelicidade.org.br/contato/inscricao-tokkou/">Formulario de Inscrição</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2011/09/curso-tokkou-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Método caxambú de preservação de nascentes</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2011/02/metodo-caxambu-de-preservacao-de-nascentes-de-agua/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=metodo-caxambu-de-preservacao-de-nascentes-de-agua</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2011/02/metodo-caxambu-de-preservacao-de-nascentes-de-agua/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 12:38:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Setelombas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[caxambu]]></category>
		<category><![CDATA[nascentes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/?p=749</guid>
		<description><![CDATA[Eis um trabalho bem elaborado sobre preservação de nascentes de água. Um ponto importante e útil deste trabalho é a documentação do método Caxambú de proteção de nascentes, desenvolvido pela Epagri de SC. Você pode baixar o arquivo pdf dos &#8230; <a href="http://www.setelombas.com.br/2011/02/metodo-caxambu-de-preservacao-de-nascentes-de-agua/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eis um trabalho bem elaborado sobre preservação de nascentes de água.<br />
Um ponto importante e útil deste trabalho é a documentação do método Caxambú de proteção de nascentes, desenvolvido pela Epagri de SC.</p>
<p>Você pode baixar o arquivo pdf dos seguintes locais:<br />
- <a href="http://www.ana.gov.br/acoesadministrativas/cdoc/Catalogo/2006/PreservacaoERecuperacaoDasNascentes.pdf" class="broken_link">preservacao-e-recuperacao-das-nascentes.pdf</a> ou<br />
- <a href="http://www.setelombas.com.br/2011/02/metodo-caxambu-de-preservacao-de-nascentes-de-agua/download\preservacao-e-recuperacao-das-nascentes.pdf" class="broken_link">preservacao-e-recuperacao-das-nascentes.pdf</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2011/02/metodo-caxambu-de-preservacao-de-nascentes-de-agua/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>BET &#8211; Bacia de Evapotranspiração</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2010/10/bacia-de-evapotranspiracao-bet/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=bacia-de-evapotranspiracao-bet</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2010/10/bacia-de-evapotranspiracao-bet/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Oct 2010 16:36:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[bacia de evapotranspiração]]></category>
		<category><![CDATA[BET]]></category>
		<category><![CDATA[fossa de bananeiras]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/?p=580</guid>
		<description><![CDATA[A Bacia de Evapotranspiração, conhecida popularmente como &#8220;fossa de bananeiras&#8221;, é um sistema fechado de tratamento de água negra, aquela usada na descarga de sanitários convencionais. Este sistema não gera nenhum efluente e evita a poluição do solo, das águas &#8230; <a href="http://www.setelombas.com.br/2010/10/bacia-de-evapotranspiracao-bet/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/imagens/bet1.jpg" alt="Figura 1" title="Figura 1" style="float:left; margin: 4px 16px 0 1px;" />A Bacia de Evapotranspiração, conhecida popularmente como &#8220;fossa de bananeiras&#8221;, é um sistema fechado de tratamento de água negra, aquela usada na descarga de sanitários convencionais. Este sistema não gera nenhum efluente e evita a poluição do solo, das águas superficiais e do lençol freático. Nele os resíduos humanos são transformados em nutrientes para plantas e a água só sai por evaporação, portanto completamente limpa. </p>
<p>Divulgado pela <a href="http://www.permear.org.br">Rede Permear</a>, principalmente em Santa Catarina, esse sistema tem algumas características de construção e desenvolvimento diferentes da Fossa Bio-Séptica ou Canteiro Bio-Séptico, mais usado na região central do Brasil. Mas ambos tem a mesma origem na permacultura e compartilham os mesmos princípios de funcionamento.<br />
<span id="more-580"></span><br />
<strong>FUNCIONAMENTO E PRINCÍPIOS</strong></p>
<p>Um pré-requisito para o uso da BET é a separação da água servida na casa, em cinza e negra. Apenas a água negra, a que sai dos sanitários, deve ir para a BET. A água cinza, aquela que sai da máquina de lavar, pias e chuveiros, deve ir para outro sistema de tratamento como um <a href="http://www.setelombas.com.br/2006/10/14/circulo-de-bananeiras/">círculo de bananeiras</a> que também está no projeto que disponibilizo no final deste artigo.</p>
<p><img src="/imagens/bet2.jpg" alt="Figura 2" title="Figura 2" /></p>
<ol>
<li><strong>Fermentação</strong><br />
A água negra é decomposta pelo processo de fermentação (digestão anaeróbia) realizado pelas bactérias na câmara bio-séptica de pneus e nos espaços criados entre as pedras e tijolos colocados ao lado da câmara. </li>
<li><strong>Segurança</strong><br />
Os patógenos são enclausurados no sistema, porque não há como garantir sua eliminação completa. Isto é realizado graças ao fato da bacia ser fechada, sem saídas. A bacia necessita ter espaços livres para o volume total de água e resíduos humanos recebidos durante um dia.  A bacia deve ser construída com uma técnica que evite as infiltrações e vazamentos.</li>
<li><strong>Percolação</strong><br />
Como a água está presa na bacia ela percola de baixo para cima e com isso, depois de separada dos resíduos humanos, vai passando pelas camadas de brita, areia e solo, chegando até as raízes das plantas, 99% limpas.
</li>
<li><strong>Evapotranspiração</strong><br />
Na minha maneira de ver, este é o principal princípio da BET, pois graças a ele é possível o tratamento final da água, que só sai do sistema em forma de vapor, sem nenhum contaminante. A evapotranspiração é realizada pelas plantas, principalmente as de folhas largas como as bananeiras, mamoeiros, caetés, taioba, etc. que, além disso, consomem os nutrientes em seu processo de crescimento, permitindo que a bacia nunca encha.</li>
<li><strong>Manejo</strong><br />
Primeiro (obrigatório), a cobertura vegetal morta deve ser sempre completada com as próprias folhas que caem das plantas e os caules das bananeiras depois de colhidos os frutos. E se necessário, deve ser complementada com as aparas de podas de gramas e outras plantas do jardim, para que a chuva não entre na bacia.<br />
Segundo (opcional), de tempos em tempos deve-se observar os dutos de inspeção e coletar amostras de água para exames. E observar a caixa de extravase, para ver se o dimensionamento foi correto. Essa caixa só deve existir se for exigido em áreas urbanas pela prefeitura para a ligação do sistema com o canal pluvial ou de esgoto.</li>
</ol>
<p><strong>CONSTRUÇÃO PASSO-A-PASSO</strong></p>
<ol>
<li><strong>Orientação em relação ao sol</strong><br />
Como a evapotranspiração depende em grande parte da incidência do sol, a bacia deve ser orientada para a face norte (no hemisfério sul) e sem obstáculos como árvores altas próximos à bacia, tanto para não fazer sombra como para permitir a ventilação.</li>
<li><strong>Dimensionamento</strong><br />
Pela prática, observou-se que 2 metros cúbicos de bacia para cada morador é o suficiente para que o sistema funcione sem extravasamentos. A forma de dimensionamento da bacia é: largura de 2m e profundidade de 1m. O comprimento é igual ao número de moradores usuais da casa. Para uma casa com cinco moradores, a dimensão fica assim: (LxPxC) 2x1x5 = 10 m3.<br />
<img src="/imagens/bet3.jpg" alt="Figura 3" title="Figura 3" /></li>
<li><strong>Bacia</strong><br />
Pode-se construir a bacia de diversas maneiras, mas visando a economia sem descuidar da segurança, o método mais indicado de construção das paredes e do fundo é o ferrocimento, como se pode observar na fotos abaixo. As paredes ficam mais leves, levando menos materiais. O ferrocimento é uma técnica de construção com grade de ferro e tela de “viveiro” coberta com argamassa. A argamassa da parede deve ser de duas (2) partes de areia (lavada média) por uma (1) parte cimento e argamassa do piso deve ser de duas (3) partes de areia (lavada) por uma (1) parte cimento. Pode-se usar uma camada de concreto sob (embaixo) o piso caso o solo não seja muito firme.</li>
<li><strong>Câmara anaeróbia</strong><br />
Depois de pronta a bacia e assegurada sua impermeabilidade, mantendo-a úmida por três dias, vem a construção da câmara que é super facilitada com o uso de pneus usados e o entulho da obra. Como mostra a foto abaixo, a câmara é composta do duto de pneus e de tijolos (bem queimados) inteiros alinhados ou cacos de tijolos, telhas e pedras, colocados até a altura dos pneus. Isto cria um ambiente com espaço livre para a água e beneficia a proliferação de bactérias que quebrarão os sólidos em moléculas de micronutrientes.</li>
<li><strong>Dutos de inspeção</strong><br />
Neste ponto pode-se iniciar a fixação dos 3 dutos de 50mm de diâmetro, conforme os desenhos acima, para a inspeção e coletas de amostras de água.</li>
<li><strong>Camadas de materiais</strong><br />
Como a altura dos pneus é de cerca de 55cm, que juntamente com a colmeia de tijolos de cada lado vão formar a primeira camada (mais baixa) de preenchimento da bacia (câmara), irão restar ainda 45 cm em média para completar a altura da BET e mais 4 camadas de materiais. A segunda camada é a de brita (+/- 10 cm). Nesse ponto eu tenho usado uma manta de Bidim para evitar que a areia desça e feche os espaços da brita. A terceira é a da areia (+/- 10 cm). E a quarta é a do solo (+/- 25 cm) que vai até o limite superior da bacia. Procure usar um solo rico em matéria orgânica e mais arenoso do que argiloso. A última camada é a palha que fica acima do nível da BET.</li>
<li><strong>Proteção</strong><br />
Como a bacia não tem tampa, para evitar o alagamento pela chuva, ela deve ser coberta com palhas. Todas as folhas que caem das plantas e as aparas de gramas e podas, são colocadas sobre a bacia para formar um colchão por onde a água da chuva escorre para fora do sistema. E para evitar a entrada da água que escorre pelo solo, é colocada uma fiada de tijolos ou blocos de concreto, ao redor da bacia para que ela fique mais alta que o nível do terreno.</li>
<li><strong>Plantio</strong><br />
Por último, deve-se plantar espécies de folhas largas como mamoeiro (4), bananeiras (2), taiobas, caetés, etc. As bananeiras podem ser plantadas de diversas maneiras. Mas eu prefiro usar o rizoma inteiro ou uma cunha (parte de um rizoma) com uma gema vizível. Após fazer os buracos (no mínimo 30x30x30 cm) deve-se enchê-las com bastante matéria orgânica (palhas, folhas, etc.) misturada com terra. O rizoma deve ficar há uns 10 cm, em média, abaixo do nível do solo. Quando plantada a partir de rebentos (mudas), posicione-os inclinados para fora, isso facilitará a colheita e o manejo das bananeiras. </li>
</ol>
<p><strong>ÁLBUM DE FOTOS</strong><br />

<a href='http://www.setelombas.com.br/2010/10/bacia-de-evapotranspiracao-bet/foto-bet1/' title='foto-bet1'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/foto-bet1-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="foto-bet1" title="foto-bet1" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2010/10/bacia-de-evapotranspiracao-bet/foto-bet2/' title='foto-bet2'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/foto-bet2-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="foto-bet2" title="foto-bet2" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2010/10/bacia-de-evapotranspiracao-bet/foto-bet3/' title='foto-bet3'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/foto-bet3-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="foto-bet3" title="foto-bet3" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2010/10/bacia-de-evapotranspiracao-bet/foto-bet4/' title='foto-bet4'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/foto-bet4-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="foto-bet4" title="foto-bet4" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2010/10/bacia-de-evapotranspiracao-bet/foto-bet5/' title='foto-bet5'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/foto-bet5-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="foto-bet5" title="foto-bet5" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2010/10/bacia-de-evapotranspiracao-bet/foto-bet6/' title='foto-bet6'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/foto-bet6-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="foto-bet6" title="foto-bet6" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2010/10/bacia-de-evapotranspiracao-bet/foto-bet7/' title='foto-bet7'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/foto-bet7-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="foto-bet7" title="foto-bet7" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2010/10/bacia-de-evapotranspiracao-bet/foto-bet8/' title='foto-bet8'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/foto-bet8-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="foto-bet8" title="foto-bet8" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2010/10/bacia-de-evapotranspiracao-bet/foto-bet9/' title='foto-bet9'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/foto-bet9-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="foto-bet9" title="foto-bet9" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2010/10/bacia-de-evapotranspiracao-bet/foto-bet10/' title='foto-bet10'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/foto-bet10-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="foto-bet10" title="foto-bet10" /></a>
<br />
Acrescentarei as fotos da BET de minha casa assim que tiver completa.</p>
<p><strong>USO EM ÁREA URBANA</strong></p>
<p>Na região sul do Brasil tem diversas BETs em áreas rurais em funcionamento. Não há nenhum impedimento legal para sua instalação. Mas nas cidades, normalmente, tem uma legislação rígida normalizando os sistemas de tratamento residenciais e que impedem o uso desses sistemas. </p>
<p>Em Criciúma, tivemos a primeira implantação de uma BET em área urbana legalizada e aceita pela prefeitura, que poderá incentivar o seu uso para diminuir a demanda por ETEs públicas. Neste momento a cidade está implantando a primeira ETE na cidade para o tratamento do esgoto. E que sabemos não resolverá o problema totalmente e nem por muito tempo. Logo deverá ser ampliada ou duplicada. Até porque todas as águas servidas são misturadas e contaminadas, aumentando o problema para as ETEs. E ainda tem um custo de manutenção que deverá ser repassados aos usuários. A BET tem custo ZERO de manutenção. O tratamento é biológico, sem materiais químicos.</p>
<p>Para auxiliar os interessados, disponibilizo abaixo o RAP (Relatório Ambiental Prévio) que fiz para solicitar a licença de implantação do sistema completo (Bacia de Evapotranspiração e Círculo de Bananeiras). Como esses sistemas ainda são desconhecidos da maioria, o RAP cumpre a missão de explicá-lo tecnicamente aos responsáveis pela área sanitária da cidade. Alerto que não é uma missão fácil, precisa-se de paciência e dedicação para que o sistema seja compreendido e liberado para construção. Os técnicos tem suas razões legais para questionar o projeto e normalmente exigem que o sistema tenha uma saída para o canal pluvial ou de esgoto da prefeitura. O projeto sanitário (abaixo) deve ir como anexo do RAP e mostra como isso pode ser feito sem prejudicar o sistema e ainda serve de ponto de observação de extravase da água.</p>
<p>Arquivos PDF do projeto e do relatório (RAP) para donwload:<br />
<a href="http://www.setelombas.com.br/download/rap.pdf">Modelo de RAP (Relatório Ambiental Prévio)</a> (191 Kb)<br />
<a href="http://www.setelombas.com.br/download/projeto-bet.pdf">Modelo de planta do sistema completo de tratamento</a> (1,6 Mb)</p>
<p>Na Austrália e em outros países essa já é uma prática comum, divulgadas pelo movimento da permacultura. Vamos fazer o nosso movimento seguindo os projetos a risca e ainda tentando melhorá-los no sentido da segurança e da economia.</p>
<p>Faça bom proveito e envie suas sugestões e dúvidas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2010/10/bacia-de-evapotranspiracao-bet/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>106</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Abordagem de design berço a berço por William McDonough</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2010/10/abordagem-de-design-berco-a-berco-por-william-mcdonough/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=abordagem-de-design-berco-a-berco-por-william-mcdonough</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2010/10/abordagem-de-design-berco-a-berco-por-william-mcdonough/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 15:04:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Setelombas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[berço-a-berço]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/?p=589</guid>
		<description><![CDATA[Duas oportunidades recentes de conferir as idéias de William McDonough, co-criador da abordagem de design ecológico conhecida como &#8220;Berço A Berço&#8221; (Cradle To Cradle) - Vídeo da conferência no TED com legendas em português. Clique em &#8220;view subtitles&#8221; e selecione &#8230; <a href="http://www.setelombas.com.br/2010/10/abordagem-de-design-berco-a-berco-por-william-mcdonough/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Duas oportunidades recentes de conferir as idéias de William McDonough, co-criador da abordagem de design ecológico conhecida como &#8220;Berço A Berço&#8221; (Cradle To Cradle)<br />
<img src="http://michellekaufmann.com/wp-content/uploads/2010/10/wmcd.jpg" alt="foto" /></p>
<p>- <a href="http://www.ted.com/index.php/talks/william_mcdonough_on_cradle_to_cradle_design.html" target="_blank">Vídeo da conferência no TED com legendas em português.</a><br />
Clique em &#8220;view subtitles&#8221; e selecione o idioma &#8220;Português (Brasil)&#8221;.</p>
<p>- <a href="http://michellekaufmann.com/2010/10/william-mcdonough-goes-deep/" target="_blank">Entrevista no site da Michelle Kaufmann (em inglês).</a><br />
MK é outra designer ecológica muito conhecida e respeitada.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2010/10/abordagem-de-design-berco-a-berco-por-william-mcdonough/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Fossa de bananeiras&#8221;</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2010/08/fossa-de-bananeiras/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fossa-de-bananeiras</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2010/08/fossa-de-bananeiras/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 15:12:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[águas servidas]]></category>
		<category><![CDATA[canteiro bio-séptico]]></category>
		<category><![CDATA[evapotranspiração]]></category>
		<category><![CDATA[fossa bio-séptica]]></category>
		<category><![CDATA[fossa de bananeiras]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/?p=511</guid>
		<description><![CDATA[Nessas últimas semanas tenho recebido muitos emails perguntando sobre a &#8220;fossa de bananeiras&#8221;, resolvi então pesquisar a razão dessa avalanche de consultas. Descobri que esse termo foi usado no programa &#8220;lar-doce-lar&#8221; do Luciano Huck pelo Marcelo Rosenbaum. Mas está existindo &#8230; <a href="http://www.setelombas.com.br/2010/08/fossa-de-bananeiras/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nessas últimas semanas tenho recebido muitos emails perguntando sobre a &#8220;fossa de bananeiras&#8221;, resolvi então pesquisar a razão dessa avalanche de consultas. Descobri que esse termo foi usado no programa <a href="http://tvglobo.caldeiraodohuck.globo.com/lardocelar/category/familia-silva-belford-roxo/">&#8220;lar-doce-lar&#8221;</a> do Luciano Huck pelo Marcelo Rosenbaum. Mas está existindo uma certa confusão entre &#8220;fossa de bananeiras&#8221; para tratamento de água negra e o &#8220;círculo de bananeiras&#8221;, que é uma técnica para o tratamento da água cinza. Portanto, são técnicas com objetivos diferentes. Outro ponto importante, foram as referências que encontrei em artigos na internet falando sobre a capacidade das bananeiras de filtrar as águas negras, mas como poderão perceber, as coisas não são bem assim.</p>
<p>O sistema chamado de &#8220;fossa de bananeiras&#8221;, &#8220;fossa bio-séptica&#8221; e ainda &#8220;canteiro bio-séptico&#8221;, mais usado na região central do Brasil, apesar de ser baseado nos mesmos princípios, é um tanto diferente da &#8220;Bacia de Evapotranspiração&#8221; (BET), o sistema usado pela <a href="http://www.permear.org.br">Rede Permear</a> em outras regiões do Brasil, principalmente em SC. Ambos tem a mesma origem na permacultura, mas acabaram tendo algumas características de construção e desenvolvimento diferentes.</p>
<p>Aqui vou procurar clarear, o tanto que consigo, o tema do tratamento das águas servidas numa residência&#8230;<br />
<span id="more-511"></span><br />
<strong>Sistematização da água</strong><br />
Para quem quer uma visão mais geral sobre esse tema, sugiro ler:<br />
<a href="http://www.setelombas.com.br/2006/03/22/sistematizacao-da-agua/">http://www.setelombas.com.br/2006/03/sistematizacao-da-agua/</a></p>
<p><strong>Círculo de bananeiras</strong><br />
Para quem quer tratar apenas a água cinza (águas usadas em pias, tanques, máquinas de lavar-roupa e chuveiros), sugiro este artigo:<br />
<a href="http://www.setelombas.com.br/2006/10/14/circulo-de-bananeiras/">http://www.setelombas.com.br/2006/10/circulo-de-bananeiras/</a></p>
<p><strong>Sanitário Compostável</strong><br />
Para quem quer uma solução que não gera água negra, para não precisar tratar:<br />
<a href="http://www.setelombas.com.br/2006/04/20/sanitario-compostavel/">http://www.setelombas.com.br/2006/04/sanitario-compostavel/</a></p>
<p><strong>Bacia de Evapotranspiração (BET) ou &#8220;fossa de bananeiras&#8221;</strong><br />
Sistema de tratamento de águas negras (águas usadas em sanitários para descarga), para quem quer uma alternativa ecológica aos sistemas de fossa séptica e sumidouro:<br />
<a href="http://www.setelombas.com.br/2010/10/bacia-de-evapotranspiracao-bet/">http://www.setelombas.com.br/2010/10/bacia-de-evapotranspiracao-bet/</a></p>
<p><strong>Importante:</strong></p>
<ul>
<li>Nos seguintes links&#8230;<br />
<a href="http://www.permear.org.br/pastas/documentos/permacultor4/Bacia-evapo.pdf" TARGET="_blank">http://www.permear.org.br/pastas/documentos/permacultor4/Bacia-evapo.pdf</a><br />
<a href="http://www.scribd.com/doc/15919161/Bacia-de-Evapotranspiracao" TARGET="_blank">http://www.scribd.com/doc/15919161/Bacia-de-Evapotranspiracao</a><br />
apesar de aparecem nos desenhos um tubo com nome de &#8220;ladrão&#8221;, é necessário entender bem o que isso seja. Pois se isso for entendido como um &#8220;ladrão&#8221; de caixa dágua, poderia ser uma fonte de contaminações. A água que sair por esse &#8220;ladrão&#8221;, na extremidade oposta à entrada do tanque e na parte horizontal superior, deve ir para algum local sobre controle, como uma caixa ou tambor. Isto tem o objetivo de permitir a verificação do extravasamento de água, seja por mal dimensionamento, sobrecarga momentânea do sistema ou excesso de chuva. Um nome correto dessa saída seria Tubo de Inspeção.</li>
<li>Uma vez que a evapotranspiração é uma característica mais intensa nas plantas de folhas largas, como mamoeiro, caeté, taioba, etc., não apenas da bananeira, acho que o nome popular &#8220;fossa de bananeiras&#8221; seja inadequado, levando a muitas interpretações errôneas. Quanto aos frutos (bananas, mamão, etc.) colhidos neste sistema podem ser consumidos sem riscos. Evite apenas as raízes consumidas cruas.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2010/08/fossa-de-bananeiras/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>41</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Criação de abelhas sem ferrão</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2010/02/criacao-abelhas-sem-ferrao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=criacao-abelhas-sem-ferrao</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2010/02/criacao-abelhas-sem-ferrao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 11:31:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/?p=494</guid>
		<description><![CDATA[Esta semana estava conversando com o amigo Gardel sobre uma das espécies de abelhas nativas sem ferrão que mantemos no SeteLombas, a Jataí, que ele começou a estudar e cuidar. No dia seguinte o mano João Marino me enviou um &#8230; <a href="http://www.setelombas.com.br/2010/02/criacao-abelhas-sem-ferrao/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_273" class="wp-caption alignnone" style="width: 490px"><a href="http://www.setelombas.com.br/2007/11/diario/meliponario2/" rel="attachment wp-att-273"><img src="http://www.setelombas.com.br/imagens/meliponario2.jpg" alt="" title="meliponario2" width="480" height="640" class="size-full wp-image-273" /></a><p class="wp-caption-text">Meliponário do SeteLombas</p></div><br />
Esta semana estava conversando com o amigo Gardel sobre uma das espécies de abelhas nativas sem ferrão que mantemos no SeteLombas, a Jataí, que ele começou a estudar e cuidar. No dia seguinte o mano João Marino me enviou um material sobre o assunto para eu disponibilizar aqui.</p>
<p>Trata-se de um guia de criação de abelhas sem ferrão publicado pela equipe do projeto ProVárzea/Ibama do Ministério do Meio Ambiente publicou em 2005.</p>
<p>Arquivo PDF para download: <a href="http://www.setelombas.com.br/download/abelhas-sem-ferrao.pdf">criacao-de-abelhas-sem-ferrao.pdf</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2010/02/criacao-abelhas-sem-ferrao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>2o. Café Poético dia 19/09 no Oikos</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2009/09/segundo-cafe-poetico-no-oikos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=segundo-cafe-poetico-no-oikos</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2009/09/segundo-cafe-poetico-no-oikos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 13:19:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Setelombas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos e Eventos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/?p=480</guid>
		<description><![CDATA[Dia de 19 de setembro acontecerá o segundo Café Poético no Oikos. Participei do primeiro e estarei lá nesse também. Tem apresentações culturais muito bacanas e um café delicioso para acompanhar a conversa com os amigos. Confira a programação e &#8230; <a href="http://www.setelombas.com.br/2009/09/segundo-cafe-poetico-no-oikos/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia de 19 de setembro acontecerá o segundo Café Poético no Oikos. Participei do primeiro e estarei lá nesse também. Tem apresentações culturais muito bacanas e um café delicioso para acompanhar a conversa com os amigos.<br />
Confira a programação e saiba como participar http://www.oikos.org.br/</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2009/09/segundo-cafe-poetico-no-oikos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Minha filha Carla</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2009/07/minha-filha-carla/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=minha-filha-carla</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2009/07/minha-filha-carla/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 17:44:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/?p=475</guid>
		<description><![CDATA[Eu e minha filha Carla temos um relacionamento muito bacana e muitas coisas em comum, família, música, design, etc. Como já falei aqui, a vida no SeteLombas, deu abertura para muitos talentos da família, que imagino que muita família tem &#8230; <a href="http://www.setelombas.com.br/2009/07/minha-filha-carla/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu e minha filha Carla temos um relacionamento muito bacana e muitas coisas em comum, família, música, design, etc. Como já falei aqui, a vida no SeteLombas, deu abertura para muitos talentos da família, que imagino que muita família tem mas acaba não colocando pra fora, nem descobrindo. Abaixo um vídeo que mostra um pouquinho dos talentos da Carla, com música e letra dela. Ah, ela é a personagem principal do vídeo.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/BFv28DSSZuw&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/BFv28DSSZuw&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2009/07/minha-filha-carla/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sustentabilidade é o mínimo</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2009/04/sustentabilidade-e-o-minimo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sustentabilidade-e-o-minimo</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2009/04/sustentabilidade-e-o-minimo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 17:41:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[berço-a-berço]]></category>
		<category><![CDATA[bioconstrução]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/?p=400</guid>
		<description><![CDATA[O termo &#8220;sustentabilidade&#8221; aos poucos vai perdendo a identidade com a sua origem ou com as idéias que o forjaram. Nasceu das discussões sobre quais as condições mínimas para que um empreendimento ou atividade humana garantissem seus benefícios para o &#8230; <a href="http://www.setelombas.com.br/2009/04/sustentabilidade-e-o-minimo/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O termo &#8220;sustentabilidade&#8221; aos poucos vai perdendo a identidade com a sua origem ou com as idéias que o forjaram.  Nasceu das discussões sobre quais as condições mínimas para que um empreendimento ou atividade humana garantissem seus benefícios para o ser humano e o ambiente tanto agora como em um futuro indefinido. As qualidades quase esquecidas são: <em>ecologicamente correto</em>, <em>socialmente justo</em> e <em>economicamente viável</em>. E eu acrescentaria <em>culturalmente aceito</em>, divertido e belo. </p>
<p>Das iniciativas para que as atividades humanas sigam nesse rumo, acho que o lado econômico da equação é o que encontra mais dificuldade para ser resolvido. E sem ele o resto não consegue êxito. Simplesmente porque não chama a atenção de ninguém, ou quase ninguém.<br />
<span id="more-400"></span><br />
Esse tem sido meu tema de pesquisa nos últimos tempos. E quando pesquiso um tema ou observo algo, estou sempre em busca de um padrão, de uma visão sistêmica que se desdobre naturalmente, uma ordem natural. E  nessa direção encontrei as idéias de dois homens, William McDonough e Michael Braungart. Eles estão fazendo trabalhos excelentes em arquitetura e design. E estão conseguindo tornar a sustentabilidade uma idéia atraente para empresários e para governos.</p>
<p>O conceito principal deles é &#8220;lixo igual a alimento&#8221;. Isso é música para meus ouvidos. Calma, eu explico&#8230; Lendo artigos sobre as idéias da dupla não havia encontrado ainda tal afirmação e nem dado muita importância, pensando tratar-se de oportunidades de negócios apenas. Mas quando assisti a um documentário (<a href="http://www.youtube.com/tvescola">canal TV Escola</a>) sobre o seu encontro e seus trabalhos práticos, pude entender melhor. Suas idéias estão na mesma frequência da permacultura. Traduzindo&#8230; o que sobra de um processo é alimento para o seguinte, até que volte ao solo, sendo alimento para outros processos naturais. Tudo que fizermos, desconsiderando isso, irá resultar em problemas futuros de poluição, além de enormes gastos de energia desnecessários. Uma compreensão correta desses fatos cria as condições para vislumbrar novas maneiras de viver.<br />
Por isso, &#8230; a sustentabilidade é o mínimo que podemos fazer.</p>
<p>Algumas referências sobre os trabalhos de McDonough &#038; Braungart:<br />
- <a href="http://www.revistameioambiente.com.br/2008/03/05/a-alternativa-berco-a-berco/">Abordagem: berço-a-berço</a> (português);<br />
- <a href="http://www.mbdc.com/">Comunidade: berço-a-berço</a> (inglês);<br />
- <a href="http://www.mcdonough.com/full.htm">William McDonough</a> (inglês);<br />
- <a href="http://www.braungart.com/">Michael Braungart</a> (inglês).<br />
- Vídeo &#8220;Alternativa berço a berço&#8221; no canal tvescola (português). Se for por uma boa causa posso enviar via ftp.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2009/04/sustentabilidade-e-o-minimo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>11</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Terra Ardente</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2009/04/terra-ardente/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=terra-ardente</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2009/04/terra-ardente/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 12:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/?p=171</guid>
		<description><![CDATA[Desde 1999 decidi fazer tudo que estivesse ao meu alcance para mudar o rumo para o qual todos nós estamos indo, começando por mim. Primeiro, compramos o terreno que hoje é o sítio Sete Lombas, e começamos a estudar, praticar &#8230; <a href="http://www.setelombas.com.br/2009/04/terra-ardente/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde 1999 decidi fazer tudo que estivesse ao meu alcance para mudar o rumo para o qual todos nós estamos indo, começando por mim. </p>
<p>Primeiro, compramos o terreno que hoje é o sítio Sete Lombas, e começamos a estudar, praticar e divulgar métodos e técnicas alternativas para todas as nossas ações que causam males a natureza.  Desde então temos procurado nos mover segundo perguntas simples: O que é a verdadeira agricultura? Como podemos usar a água e devolvê-la ao ambiente melhor do que a encontramos? Como podemos construir moradias sem danificar o entorno e sem usar materiais que prejudicam até lugares distantes? E o mais difícil pra mim, como viver o dia a dia sem causar estragos para a nossa e as próximas gerações?</p>
<p>Também deixamos de lado as notícias alarmistas e as denúncias e nos concentramos no lado positivo do problema, nas soluções. Mas agora, passados 10 anos, a nossa situação ficou mais dramática, então continuarei a escrever somente soluções mas vou começar a divulgar alguns textos sobre os problemas, como esse artigo do autor da Teoria de Gaia.<br />
<a href="http://www.terra.com.br/revistaplaneta/edicoes/414/mata_414.htm">&#8220;Terra Ardente &#8211; Dr. James Lovelock&#8221;</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2009/04/terra-ardente/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Coleta de água da chuva</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2008/12/coleta-de-agua-da-chuva/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=coleta-de-agua-da-chuva</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2008/12/coleta-de-agua-da-chuva/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 15:21:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[cisterna]]></category>
		<category><![CDATA[coleta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/?p=137</guid>
		<description><![CDATA[Meu amigo Tomaz Lotufo, arquiteto e permacultor, publicou um artigo no seu blog BioArquiteto.com.br sobre coleta de água da chuva juntamente com uma apostila ilustrada sobre construção de cisterna de ferrocimento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu amigo Tomaz Lotufo, arquiteto e permacultor, publicou um artigo no seu blog <a href="http://bioarquiteto.com.br">BioArquiteto.com.br</a> sobre coleta de água da chuva juntamente com uma apostila ilustrada sobre <a href="http://www.bioarquiteto.com.br/2008/09/a-importancia-da-agua/">construção de cisterna de ferrocimento</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2008/12/coleta-de-agua-da-chuva/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Café Poético no Oikos</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2008/08/cafe-poetico-no-oikos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cafe-poetico-no-oikos</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2008/08/cafe-poetico-no-oikos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 11:30:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Setelombas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[jardineiro]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/?p=119</guid>
		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/imagens/email-ojardineiro.jpg" alt="cafe" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2008/08/cafe-poetico-no-oikos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>É possível uma sociedade feliz?</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2008/01/uma-experiencia-de-sociedade-feliz/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=uma-experiencia-de-sociedade-feliz</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2008/01/uma-experiencia-de-sociedade-feliz/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Jan 2008 16:05:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[tokkou]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/2008/01/16/uma-experiencia-de-sociedade-feliz/</guid>
		<description><![CDATA[Já falei aqui, em outro artigo, de como conheci o Curso Tokkou e hoje pretendo falar um pouquinho sobre a Vila Yamaguishi, onde acontece o Tokkou quatro vezes por ano. No vídeo a seguir, uma reportagem do Canal GNT, pode-se &#8230; <a href="http://www.setelombas.com.br/2008/01/uma-experiencia-de-sociedade-feliz/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já falei aqui, em outro artigo, de como conheci o <a href="http://www.setelombas.com.br/2006/06/18/o-que-e-o-curso-tokkou/">Curso Tokkou</a> e hoje pretendo falar um pouquinho sobre a <a href="http://yamaguishi.com.br/">Vila Yamaguishi</a>, onde acontece o <a href="http://www.associacaofelicidade.org.br/">Tokkou</a> quatro vezes por ano. </p>
<p>No vídeo a seguir, uma reportagem do Canal GNT, pode-se conhecer um pouquinho da vila, nas palavras dos seus moradores.</p>
<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4Kg9FLsZOSg&#038;rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/4Kg9FLsZOSg&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
<p>Além do Brasil, existem Vilas Yamaguishi na Suíça, Alemanha, EUA, Coréia, Tailândia, Austrália e em mais de 40 locais no Japão, onde surgiram.</p>
<p>Nessas vilas, várias famílias de voluntários vivem uma vida sem posse. Moradia, alimentação, roupas, são todas gratuitas, não há salários, não existem chefes nem patrões, portanto, não há em absoluto ordens a serem obedecidas.<br />
<span id="more-118"></span><br />
Cada um faz o que deseja de verdade e vive de forma alegre e rica.</p>
<p>No Brasil, assim como nos outros países, a vila vem praticando por meio da produção agrícola a harmonia entre a natureza e a ação humana consciente, almejando expandir a sociedade de amor fraterno para todo o mundo.</p>
<p>A Vila Yamaguishi também é chamada de “Vila de alegria e amizade onde não é preciso dinheiro”, é o lugar onde manifestam na prática a construção da sociedade de amor fraterno sem fronteiras e sem posses. E nela, dentro da grande e rica natureza, convivem em amizade e alegria.</p>
<p>Por uma razão, procuro visitar a Vila ao menos uma vez por ano. Lá encontro amigos, participo da zeladoria de um Curso Tokkou ou de alguma <a href="http://www.associacaofelicidade.org.br/cursos/escola-de-kensan/">Reunião de Kensan</a>. </p>
<p>Todas as pessoas que participam do Curso Tokkou passam a fazer parte da <a href="http://www.associacaofelicidade.org.br/">Associação Felicidade</a>. E nós aqui do sul do SC, os associados de Criciúma e região, já promovemos 2 Tokkous no <a href="http://oikos.org.br">Oikos</a>. E vamos promover ao menos mais um esse ano.</p>
<p>Acho que uma sociedade feliz é possível. E meu lema também é &#8220;Eu, Hei de Prosperar Junto com Todo o Universo.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2008/01/uma-experiencia-de-sociedade-feliz/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Colheres de bambu</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2007/12/colheres-de-bambu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=colheres-de-bambu</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2007/12/colheres-de-bambu/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Dec 2007 22:45:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Marino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria de fotos]]></category>
		<category><![CDATA[bambu]]></category>
		<category><![CDATA[utensílios]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/2007/12/27/colheres-de-bambu/</guid>
		<description><![CDATA[Um de nossos temas de pesquisa e experimento tem sido o bambu. No final de 2006, pesquisando na internet, acabei encontrando o site bambuzau, do professor Álvaro Abreu. Uma maravilha, belo, simples&#8230; Trocamos algumas mensagens por email e a mensagem &#8230; <a href="http://www.setelombas.com.br/2007/12/colheres-de-bambu/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um de nossos temas de pesquisa e experimento tem sido o bambu.<br />
No final de 2006, pesquisando na internet, acabei encontrando o site <a href="http://www.bambuzau.com.br/" target="blank">bambuzau</a>, do professor Álvaro Abreu. Uma maravilha, belo, simples&#8230;<br />
Trocamos algumas mensagens por email e a mensagem principal que me ficou foi: mãos a obra.<br />
<img src="http://www.setelombas.com.br/imagens/colheres-de-bambu-042-490x367.jpg" alt="colher de bambu" /></p>
<p><span id="more-111"></span></p>
<p>Há muito o que se pesquisar sobre esta incrível planta, bambu, mas pode mesmo começar no uso cotidiano, simples e direto: cercas,   bancos, brinquedos, adornos, utensílios, móveis e construções. Pesquisas e estudos baseados em experiências próprias são mais eficientes e conduzem mais rapidamente à excelência. Poucos prazeres se comparam ao prazer de ficar diante de uma obra bem acabada e feita com as próprias mãos; sinto o relato deste prazer no site do <a href="http://www.bambuzau.com.br/" target="blank">Professor Álvaro</a> &#8211; confira.<br />
Pra começar não se precisa de muita coisa. Um facão, um canivete de boa lâmina, um arco de serra e algumas lixas de numeração variada, mais grossas e mais finas, para um bom acabamento. Vidro de janela quebrado ajuda na etapa de acabamento, antes das lixas.</p>
<p>Agora chega de conversa. Estou louco de vontade de voltar pra oficina e começar mais uma peça nova. As ferramentas e uns pedaços de bambu me esperam!</p>

<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/12/colheres-de-bambu/colheres-de-bambu-024/' title='colheres-de-bambu-024'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/colheres-de-bambu-024-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="colheres-de-bambu-024" title="colheres-de-bambu-024" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/12/colheres-de-bambu/colheres-de-bambu-025/' title='colheres-de-bambu-025'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/colheres-de-bambu-025-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="colheres-de-bambu-025" title="colheres-de-bambu-025" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/12/colheres-de-bambu/colheres-de-bambu-030/' title='colheres-de-bambu-030'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/colheres-de-bambu-030-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="colheres-de-bambu-030" title="colheres-de-bambu-030" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/12/colheres-de-bambu/colheres-de-bambu-031/' title='colheres-de-bambu-031'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/colheres-de-bambu-031-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="colheres-de-bambu-031" title="colheres-de-bambu-031" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/12/colheres-de-bambu/colheres-de-bambu-035/' title='colheres-de-bambu-035'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/colheres-de-bambu-035-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="colheres-de-bambu-035" title="colheres-de-bambu-035" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/12/colheres-de-bambu/colheres-de-bambu-038/' title='colheres-de-bambu-038'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/colheres-de-bambu-038-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="colheres-de-bambu-038" title="colheres-de-bambu-038" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/12/colheres-de-bambu/colheres-de-bambu-039/' title='colheres-de-bambu-039'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/colheres-de-bambu-039-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="colheres-de-bambu-039" title="colheres-de-bambu-039" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/12/colheres-de-bambu/colheres-de-bambu-042/' title='colheres-de-bambu-042'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/colheres-de-bambu-042-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="colheres-de-bambu-042" title="colheres-de-bambu-042" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/12/colheres-de-bambu/colheres-de-bambu-057/' title='colheres-de-bambu-057'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/colheres-de-bambu-057-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="colheres-de-bambu-057" title="colheres-de-bambu-057" /></a>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2007/12/colheres-de-bambu/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>20</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uma poesia que virou música</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2007/12/uma-poesia-que-virou-musica/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=uma-poesia-que-virou-musica</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2007/12/uma-poesia-que-virou-musica/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 15 Dec 2007 06:37:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[podcast]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[sítio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/2007/12/15/uma-poesia-que-virou-musica/</guid>
		<description><![CDATA[Estava pensando no que poderia disponibilizar em mp3 aqui para testar o recurso de podcasting que pensamos usar em breve para algumas prosas ao pé do ouvido sobre as nossas experiências no SeteLombas. Então lembrei da poesia &#8220;SeteLombas&#8221; do mano &#8230; <a href="http://www.setelombas.com.br/2007/12/uma-poesia-que-virou-musica/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava pensando no que poderia disponibilizar em mp3 aqui para testar o recurso de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Podcast">podcasting</a> que pensamos usar em breve para algumas prosas ao pé do ouvido sobre as nossas experiências no SeteLombas.</p>
<p>Então lembrei da poesia &#8220;SeteLombas&#8221; do mano João, que fala sobre o sítio e que o Bruno, um colega de trabalho dele,  resolveu musicá-la e nos presentear depois que a leu no livro &#8220;Trilhas e Sonhos&#8221;. Adoramos!</p>
<p>Tem até um fato engraçado em relação a isto. A esposa do Bruno quando ouviu a música pela primeira vez, comentou que achava a letra da música muito erótica e perguntou: &#8220;quem é esta tal de setelombas?&#8221;.</p>

<p>Título: SeteLombas<br />
Letra: João Marino Vieira<br />
Música e violão: Bruno Farias Favaro<br />
Interpretação: Ramon Feltrin</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2007/12/uma-poesia-que-virou-musica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
<enclosure url="http://www.setelombas.com.br/imagens/setelombas.mp3" length="2575702" type="audio/mpeg" />
		</item>
		<item>
		<title>O Jardineiro &#8211; poesias de amor à Terra</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2007/12/o-jardineiro/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-jardineiro</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2007/12/o-jardineiro/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 20:29:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[jardineiro]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/2007/12/06/o-jardineiro/</guid>
		<description><![CDATA[Esse livro é um marco muito especial para o povo das SeteLombas. É ao mesmo tempo o lançamento do terceiro livro do poeta João Marino Vieira, &#8220;O Jardineiro &#8211; Poesias de amor à Terra&#8220;, é a primeira publicação da comunidade &#8230; <a href="http://www.setelombas.com.br/2007/12/o-jardineiro/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.setelombas.com.br/sitio/livros/o-jardineiro/"><img src="/imagens/ojardineiro4.jpg" style="border: none; float: right;" title="Capa" alt="O Jardineiro" /></a>Esse livro é um marco muito especial para o povo das SeteLombas. É ao mesmo tempo o lançamento do terceiro livro do poeta <a href="http://www.setelombas.com.br/sitio/comunidade/joao-marino/">João Marino Vieira</a>, &#8220;<a href="http://www.setelombas.com.br/sitio/livros/o-jardineiro/">O Jardineiro &#8211; Poesias de amor à Terra</a>&#8220;, é a primeira publicação da comunidade SeteLombas, teve a cooperação de toda a família Vieira.</p>
<p>Para minha sorte, o poeta João Marino Vieira nasceu meu irmão. Por meio de suas poesias aprendi a encantar-me com a música do casamento das palavras e a reconhecer o poder da poesia para chegar aonde as palavras cruas, temperadas apenas de sentido lógico, não conseguem. Entendo o que uma poesia quer me dizer, não pelo significado puro das palavras, mas pelos sentimentos que despertam em mim.</p>
<p><span id="more-91"></span><br />
Apresentar meu irmão João é uma missão prazerosa e uma feliz oportunidade de expressar de maneira pública minha admiração por ele. Além de irmão de sangue, ele é um grande amigo. Temos caminhado juntos, desde as trilhas pela Serra Geral catarinense até a busca da concretização de nossos sonhos, por um mundo claro como um dia de primavera para todos.</p>
<p><a href="http://www.setelombas.com.br/sitio/livros/o-jardineiro/"><img src="/imagens/ojardineiro3.jpg" style="border: none ; margin: 4px 16px 8px 1px; float: left;" title="Capa" alt="O Jardineiro" /></a>No Sítio Sete Lombas, onde plantamos juntos muito mais do que árvores, estamos aprendendo, dia a dia, a desvendar o véu das idéias pré-concebidas que nos impede de ver a natureza como ela é. E vislumbrando, aos poucos, com nossa família e amigos, o verdadeiro ser humano que existe em cada um de nós, um ser humano como “O Jardineiro”, que cuida da terra, das plantas e convive com todos os tipos de vida deste planeta.</p>
<p>É desse ser humano que esse livro nos fala, numa linguagem poética, que nos dá a oportunidade de encontrá-lo dentro de nós mesmos e no outro. Mas ele conta com nosso ouvir atento e despojado, nesta parceria necessária para ver o novo, a cada verso.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2007/12/o-jardineiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Diário 13nov2007</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2007/11/diario/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=diario</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2007/11/diario/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Nov 2007 16:43:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diario]]></category>
		<category><![CDATA[cisterna]]></category>
		<category><![CDATA[ferrocimento]]></category>
		<category><![CDATA[frutas]]></category>
		<category><![CDATA[piscina natural]]></category>
		<category><![CDATA[preparado biodinâmico]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/2007/11/13/semanario-2/</guid>
		<description><![CDATA[Pra começar quero comentar sobre os frutos que estamos colhendo no sítio. As árvores estão cada vez mais belas e produzindo deliciosos frutos. Um caso especial é o tamanho e o sabor das pitangas que estamos colhendo por esses dias. &#8230; <a href="http://www.setelombas.com.br/2007/11/diario/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pra começar quero comentar sobre os frutos que estamos colhendo no sítio. As árvores estão cada vez mais belas e produzindo deliciosos frutos. Um caso especial é o tamanho e o sabor das pitangas que estamos colhendo por esses dias. Nunca comi pitangas tão saborosas. Elas são levemente ácidas, doces e super suculentas.<br />
<a href="http://www.setelombas.com.br/fotos/sitio/"><img src="/fotos/cache/sitio/pitangas-no-galho.jpg_490.jpg" title="Clique para ver outras imagens" alt="Pitangas" style="float:left; margin: 4px 8px 0 1px;" /></a></p>
<p>Outra coisa muito interessante e motivo de muito contentamento é o que observamos nessa primavera no sítio. Os resultados de um trabalho que fizemos nestes últimos 7 anos, principalmente cuidando do solo, mantendo-o coberto com vegetação e palha. Também foi feito e aplicado no ambiente o preparado biodinâmico 501, como uma nova experiência, indicado para estimular o florecimento. E até os araçás que se negavam a florir deram o ar de sua graça e estão completamente floridos, fazendo coro com suas amigas de outras espécies. As plantas do sítio nunca produziram tantas flores como nesta primavera. Falaremos mais nisto noutro artigo que estamos preparando.<br />
<span id="more-85"></span><br />
Também iniciamos a construção da piscina natural. O buraco já está pronto e na próxima semana começaremos a construção da taipa de pedras (interna) e concluiremos a zona de raízes que fará a filtragem e receberá a água da re-circulação e oxigenação da água. Trata-se de uma piscina que não usará produtos químicos para garantir a saúde das pessoas matando toda a vida da água. O ambiente saudável e propício ao banho se dará pelo ambiente com diversidade de espécies garantindo o equilíbrio entre plantas, animais e minerais. Também estamos documentando esse processo para publicar aqui em breve.<br />

<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/11/diario/caixa-jatai/' title='caixa-jatai'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/caixa-jatai-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="caixa-jatai" title="caixa-jatai" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/11/diario/joao-e-luiz/' title='joao-e-luiz'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/joao-e-luiz-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="joao-e-luiz" title="joao-e-luiz" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/11/diario/laranjeira-dekopon/' title='laranjeira-dekopon'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/laranjeira-dekopon-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="laranjeira-dekopon" title="laranjeira-dekopon" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/11/diario/meliponario2/' title='meliponario2'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/meliponario2-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Meliponário do SeteLombas" title="meliponario2" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/11/diario/meliponario/' title='meliponario'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/meliponario-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="meliponario" title="meliponario" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/11/diario/o-jardineiro-joao/' title='o-jardineiro-joao'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/o-jardineiro-joao-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="o-jardineiro-joao" title="o-jardineiro-joao" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/11/diario/pitangas-na-mao/' title='pitangas-na-mao'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/pitangas-na-mao-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="pitangas-na-mao" title="pitangas-na-mao" /></a>
<a href='http://www.setelombas.com.br/2007/11/diario/pitangas-no-galho/' title='pitangas-no-galho'><img width="100" height="100" src="http://www.setelombas.com.br/imagens/pitangas-no-galho-100x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="pitangas-no-galho" title="pitangas-no-galho" /></a>
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2007/11/diario/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

