<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">

<channel>
	<title>SeteLombas</title>
	
	<link>http://www.setelombas.com.br</link>
	<description>Estação de Permacultura</description>
	<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 17:21:41 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.6</generator>
	<language>pt-br</language>
		<!-- podcast_generator="podPress/8.8" -->
		<copyright>©www.SeteLombas.com.br </copyright>
		<managingEditor>setelombas@setelombas.com.br (www.SeteLombas.com.br)</managingEditor>
		<webMaster>setelombas@setelombas.com.br(www.SeteLombas.com.br)</webMaster>
		<category>setelombas</category>
		<ttl>1440</ttl>
		<itunes:keywords>permacultura, sustentabilidade, bioconstruccedil;atilde;o</itunes:keywords>
		<itunes:subtitle>Prosas do siacute;tio</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Estaccedil;atilde;o de Permacultura</itunes:summary>
		<itunes:author>www.SeteLombas.com.br</itunes:author>
		<itunes:category text="Society &amp; Culture" />
		<itunes:owner>
			<itunes:name>www.SeteLombas.com.br</itunes:name>
			<itunes:email>setelombas@setelombas.com.br</itunes:email>
		</itunes:owner>
		<itunes:block>No</itunes:block>
		<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
		<itunes:image href="http://www.setelombas.com.br/imagens/podcast300.jpg" />
		<image>
			<url>http://www.setelombas.com.br/imagens/podcast144.jpg</url>
			<title>SeteLombas</title>
			<link>http://www.setelombas.com.br</link>
			<width>144</width>
			<height>144</height>
		</image>
		<atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/setelombas" type="application/rss+xml" /><item>
		<title>Coleta de água da chuva</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2008/12/01/coleta-de-agua-da-chuva/</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2008/12/01/coleta-de-agua-da-chuva/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 15:21:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[água]]></category>

		<category><![CDATA[cisterna]]></category>

		<category><![CDATA[coleta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/?p=137</guid>
		<description><![CDATA[Meu amigo Tomaz Lotufo, arquiteto e permacultor, publicou um artigo no seu blog BioArquiteto.com.br sobre coleta de água da chuva juntamente com uma apostila ilustrada sobre construção de cisterna de ferrocimento.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu amigo Tomaz Lotufo, arquiteto e permacultor, publicou um artigo no seu blog <a href="http://bioarquiteto.com.br">BioArquiteto.com.br</a> sobre coleta de água da chuva juntamente com uma apostila ilustrada sobre <a href="http://www.bioarquiteto.com.br/2008/09/a-importancia-da-agua/">construção de cisterna de ferrocimento</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2008/12/01/coleta-de-agua-da-chuva/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Café Poético no Oikos</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2008/08/19/cafe-poetico-no-oikos/</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2008/08/19/cafe-poetico-no-oikos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 11:30:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cursos e Eventos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/?p=119</guid>
		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/imagens/email-ojardineiro.jpg" alt="cafe" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2008/08/19/cafe-poetico-no-oikos/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>É possível uma sociedade feliz?</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2008/01/16/uma-experiencia-de-sociedade-feliz/</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2008/01/16/uma-experiencia-de-sociedade-feliz/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Jan 2008 16:05:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[felicidade]]></category>

		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

		<category><![CDATA[tokkou]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/2008/01/16/uma-experiencia-de-sociedade-feliz/</guid>
		<description><![CDATA[Já falei aqui, em outro artigo, de como conheci o Curso Tokkou e hoje pretendo falar um pouquinho sobre a Vila Yamaguishi, onde acontece o Tokkou quatro vezes por ano. 
No vídeo a seguir, uma reportagem do Canal GNT, pode-se conhecer um pouquinho da vila, nas palavras dos seus moradores.

Além do Brasil, existem Vilas Yamaguishi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já falei aqui, em outro artigo, de como conheci o <a href="/2006/06/18/o-que-e-o-curso-tokkou/">Curso Tokkou</a> e hoje pretendo falar um pouquinho sobre a <a href="http://yamaguishi.com.br/">Vila Yamaguishi</a>, onde acontece o <a href="http://www.associacaofelicidade.org.br/">Tokkou</a> quatro vezes por ano. </p>
<p>No vídeo a seguir, uma reportagem do Canal GNT, pode-se conhecer um pouquinho da vila, nas palavras dos seus moradores.</p>
<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4Kg9FLsZOSg&#038;rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/4Kg9FLsZOSg&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
<p>Além do Brasil, existem Vilas Yamaguishi na Suíça, Alemanha, EUA, Coréia, Tailândia, Austrália e em mais de 40 locais no Japão, onde surgiram.</p>
<p>Nessas vilas, várias famílias de voluntários vivem uma vida sem posse. Moradia, alimentação, roupas, são todas gratuitas, não há salários, não existem chefes nem patrões, portanto, não há em absoluto ordens a serem obedecidas.<br />
<span id="more-118"></span><br />
Cada um faz o que deseja de verdade e vive de forma alegre e rica.</p>
<p>No Brasil, assim como nos outros países, a vila vem praticando por meio da produção agrícola a harmonia entre a natureza e a ação humana consciente, almejando expandir a sociedade de amor fraterno para todo o mundo.</p>
<p>A Vila Yamaguishi também é chamada de “Vila de alegria e amizade onde não é preciso dinheiro”, é o lugar onde manifestam na prática a construção da sociedade de amor fraterno sem fronteiras e sem posses. E nela, dentro da grande e rica natureza, convivem em amizade e alegria.</p>
<p>Por uma razão, procuro visitar a Vila ao menos uma vez por ano. Lá encontro amigos, participo da zeladoria de um Curso Tokkou ou de alguma <a href="http://www.associacaofelicidade.org.br/cursos/escola-de-kensan/">Reunião de Kensan</a>. </p>
<p>Todas as pessoas que participam do Curso Tokkou passam a fazer parte da <a href="http://www.associacaofelicidade.org.br/">Associação Felicidade</a>. E nós aqui do sul do SC, os associados de Criciúma e região, já promovemos 2 Tokkous no <a href="http://oikos.org.br">Oikos</a>. E vamos promover ao menos mais um esse ano.</p>
<p>Acho que uma sociedade feliz é possível. E meu lema também é &#8220;Eu, Hei de Prosperar Junto com Todo o Universo.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2008/01/16/uma-experiencia-de-sociedade-feliz/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Colheres de bambu</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2007/12/27/colheres-de-bambu/</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2007/12/27/colheres-de-bambu/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Dec 2007 22:45:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Marino</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[bambu]]></category>

		<category><![CDATA[utensílios]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/2007/12/27/colheres-de-bambu/</guid>
		<description><![CDATA[Um de nossos temas de pesquisa e experimento tem sido o bambu.
No final de 2006, pesquisando na internet, acabei encontrando o site bambuzau, do professor Álvaro Abreu. Uma maravilha, belo, simples&#8230;
Trocamos algumas mensagens por email e a mensagem principal que me ficou foi: mãos a obra.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um de nossos temas de pesquisa e experimento tem sido o bambu.<br />
No final de 2006, pesquisando na internet, acabei encontrando o site <a href="http://www.bambuzau.com.br/">bambuzau</a>, do professor Álvaro Abreu. Uma maravilha, belo, simples&#8230;<br />
Trocamos algumas mensagens por email e a mensagem principal que me ficou foi: mãos a obra.<br />
<a href="/fotos/colheres-de-bambu"><img class="ZenPress_thumb ZenPress_left " alt="colheres-de-bambu-057" title="clique para ver o álbum de fotos" src="/fotos/cache/colheres-de-bambu/colheres-de-bambu-057.jpg_490.jpg"; " /></a></p>
<p><span id="more-111"></span></p>
<p>Há muito o que se pesquisar sobre esta incrível planta, bambu, mas pode mesmo começar no uso cotidiano, simples e direto: cercas,   bancos, brinquedos, adornos, utensílios, móveis e construções. Pesquisas e estudos baseados em experiências próprias são mais eficientes e conduzem mais rapidamente à excelência. Poucos prazeres se comparam ao prazer de ficar diante de uma obra bem acabada e feita com as próprias mãos; sinto o relato deste prazer no site do Professor Álvaro - confira.<br />
Pra começar não se precisa de muita coisa. Um facão, um canivete de boa lâmina, um arco de serra e algumas lixas de numeração variada, mais grossas e mais finas, para um bom acabamento. Vidro de janela quebrado ajuda na etapa acabamento, antes das lixas.</p>
<p>Agora chega de conversa. Estou louco de vontade de voltar pra oficina e começar mais uma peça nova. As ferramentas e uns pedaços de bambu me esperam!</p>
<p><a href="/fotos/colheres-de-bambu/">Veja as fotos e inspire-se!</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2007/12/27/colheres-de-bambu/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Uma poesia que virou música</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2007/12/15/uma-poesia-que-virou-musica/</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2007/12/15/uma-poesia-que-virou-musica/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 15 Dec 2007 06:37:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Podcasts - Áudios]]></category>

		<category><![CDATA[Podcasts]]></category>

		<category><![CDATA[Poesias]]></category>

		<category><![CDATA[Sítio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/2007/12/15/uma-poesia-que-virou-musica/</guid>
		<description><![CDATA[Estava pensando no que poderia disponibilizar em mp3 aqui para testar o recurso de podcasting que pensamos usar em breve para algumas prosas ao pé do ouvido sobre as nossas experiências no SeteLombas.
Então lembrei da poesia &#8220;SeteLombas&#8221; do mano João, que fala sobre o sítio e que o Bruno, um colega de trabalho dele,  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava pensando no que poderia disponibilizar em mp3 aqui para testar o recurso de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Podcast">podcasting</a> que pensamos usar em breve para algumas prosas ao pé do ouvido sobre as nossas experiências no SeteLombas.</p>
<p>Então lembrei da poesia &#8220;SeteLombas&#8221; do mano João, que fala sobre o sítio e que o Bruno, um colega de trabalho dele,  resolveu musicá-la e nos presentear depois que a leu no livro &#8220;Trilhas e Sonhos&#8221;. Adoramos!</p>
<p>Tem até um fato engraçado em relação a isto. A esposa do Bruno quando ouviu a música pela primeira vez, comentou que achava a letra da música muito erótica e perguntou: &#8220;quem é esta tal de setelombas?&#8221;.</p>
<p>Clique no &#8220;player&#8221; abaixo para ouvir a música e entender o ponto de escuta dela.</p>
<p>Título: SeteLombas<br />
Letra: João Marino Vieira<br />
Música e violão: Bruno Farias Favaro<br />
Interpretação: Ramon Feltrin</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2007/12/15/uma-poesia-que-virou-musica/feed/</wfw:commentRss>
			<enclosure url="http://www.setelombas.com.br/podpress_trac/feed/110/0/setelombas.mp3" length="2719984" type="audio/mpeg" />
<itunes:duration>2:50</itunes:duration>
		<itunes:subtitle>Estava pensando no que poderia disponibilizar em mp3 aqui para testar o recurso de podcasting que pensamos usar em breve para algumas prosas ao peacute; ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Estava pensando no que poderia disponibilizar em mp3 aqui para testar o recurso de podcasting que pensamos usar em breve para algumas prosas ao peacute; do ouvido sobre as nossas experiecirc;ncias no SeteLombas.

Entatilde;o lembrei da poesia "SeteLombas" do mano Joatilde;o, que fala sobre o siacute;tio e que o Bruno, um colega de trabalho dele,  resolveu musicaacute;-la e nos presentear depois que a leu no livro "Trilhas e Sonhos". Adoramos!

Tem ateacute; um fato engraccedil;ado em relaccedil;atilde;o a isto. A esposa do Bruno quando ouviu a muacute;sica pela primeira vez, comentou que achava a letra da muacute;sica muito eroacute;tica e perguntou: "quem eacute; esta tal de setelombas?".

Clique no "player" abaixo para ouvir a muacute;sica e entender o ponto de escuta dela.

Tiacute;tulo: SeteLombas
Letra: Joatilde;o Marino Vieira
Muacute;sica e violatilde;o: Bruno Farias Favaro
Interpretaccedil;atilde;o: Ramon Feltrin</itunes:summary>
		<itunes:keywords>Podcasts,-,Aacute;udios</itunes:keywords>
		<itunes:author>www.SeteLombas.com.br</itunes:author>
		<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
		<itunes:block>No</itunes:block>
	</item>
		<item>
		<title>O Jardineiro - poesias de amor à Terra</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2007/12/06/o-jardineiro/</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2007/12/06/o-jardineiro/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 20:29:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/2007/12/06/o-jardineiro/</guid>
		<description><![CDATA[Esse livro é um marco muito especial para o povo das SeteLombas. É ao mesmo tempo o lançamento do terceiro livro do poeta João Marino Vieira, &#8220;O Jardineiro - Poesias de amor à Terra&#8220;, e a primeira publicação da Editora SeteLombas.
Para minha sorte, o poeta João Marino Vieira nasceu meu irmão. Por meio de suas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/editora/livros/o-jardineiro/"><img src="/imagens/ojardineiro4.jpg" style="border: none; float: right;" title="Capa" alt="O Jardineiro" /></a>Esse livro é um marco muito especial para o povo das SeteLombas. É ao mesmo tempo o lançamento do terceiro livro do poeta <a href="/sitio/comunidade/joao-marino/">João Marino Vieira</a>, &#8220;<a href="/editora/livros/o-jardineiro/">O Jardineiro - Poesias de amor à Terra</a>&#8220;, e a primeira publicação da <a href="/editora/">Editora SeteLombas</a>.</p>
<p>Para minha sorte, o poeta João Marino Vieira nasceu meu irmão. Por meio de suas poesias aprendi a encantar-me com a música do casamento das palavras e a reconhecer o poder da poesia para chegar aonde as palavras cruas, temperadas apenas de sentido lógico, não conseguem. Entendo o que uma poesia quer me dizer, não pelo significado puro das palavras, mas pelos sentimentos que despertam em mim.</p>
<p><span id="more-91"></span><br />
Apresentar meu irmão João é uma missão prazerosa e uma feliz oportunidade de expressar de maneira pública minha admiração por ele. Além de irmão de sangue, ele é um grande amigo. Temos caminhado juntos, desde as trilhas pela Serra Geral catarinense até a busca da concretização de nossos sonhos, por um mundo claro como um dia de primavera para todos.</p>
<p><a href="/editora/livros/o-jardineiro/"><img src="/imagens/ojardineiro3.jpg" style="border: none ; margin: 4px 16px 8px 1px; float: left;" title="Capa" alt="O Jardineiro" /></a>No Sítio Sete Lombas, onde plantamos juntos muito mais do que árvores, estamos aprendendo, dia a dia, a desvendar o véu das idéias pré-concebidas que nos impede de ver a natureza como ela é. E vislumbrando, aos poucos, com nossa família e amigos, o verdadeiro ser humano que existe em cada um de nós, um ser humano como “O Jardineiro”, que cuida da terra, das plantas e convive com todos os tipos de vida deste planeta.</p>
<p>É desse ser humano que esse livro nos fala, numa linguagem poética, que nos dá a oportunidade de encontrá-lo dentro de nós mesmos e no outro. Mas ele conta com nosso ouvir atento e despojado, nesta parceria necessária para ver o novo, a cada verso.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2007/12/06/o-jardineiro/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>1a semana nov2007</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2007/11/13/semanario-2/</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2007/11/13/semanario-2/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Nov 2007 16:43:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>

		<category><![CDATA[cisterna]]></category>

		<category><![CDATA[ferrocimento]]></category>

		<category><![CDATA[frutas]]></category>

		<category><![CDATA[piscina natural]]></category>

		<category><![CDATA[preparados biodinâmicos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/2007/11/13/semanario-2/</guid>
		<description><![CDATA[Pra começar quero comentar sobre os frutos que estamos colhendo no sítio. As árvores estão cada vez mais belas e produzindo deliciosos frutos. Um caso especial é o tamanho e o sabor das pitangas que estamos colhendo por esses dias. Nunca comi pitangas tão saborosas. Elas são levemente ácidas, doces e super suculentas.

Outra coisa muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pra começar quero comentar sobre os frutos que estamos colhendo no sítio. As árvores estão cada vez mais belas e produzindo deliciosos frutos. Um caso especial é o tamanho e o sabor das pitangas que estamos colhendo por esses dias. Nunca comi pitangas tão saborosas. Elas são levemente ácidas, doces e super suculentas.<br />
<a href="/fotos/sitio/"><img src="/fotos/cache/sitio/pitangas-no-galho.jpg_490.jpg" title="Clique para ver outras imagens" alt="Pitangas" style="float:left; margin: 4px 8px 0 1px;" /></a></p>
<p>Outra coisa muito interessante e motivo de muito contentamento é o que observamos nessa primavera no sítio. Os resultados de um trabalho que fizemos nestes últimos 7 anos, principalmente cuidando do solo, mantendo-o coberto com vegetação e palha. Também foi feito e aplicado no ambiente o preparado biodinâmico 501, como uma nova experiência, indicado para estimular o florecimento. E até os araçás que se negavam a florir deram o ar de sua graça e estão completamente floridos, fazendo coro com suas amigas de outras espécies. As plantas do sítio nunca produziram tantas flores como nesta primavera. Falaremos mais nisto noutro artigo que estamos preparando.<br />
<span id="more-85"></span><br />
Também iniciamos a construção da piscina natural. O buraco já está pronto e na próxima semana começaremos a construção da taipa de pedras (interna) e concluiremos a zona de raízes que fará a filtragem e receberá a água da re-circulação e oxigenação da água. Trata-se de uma piscina que não usará produtos químicos para garantir a saúde das pessoas matando toda a vida da água. O ambiente saudável e propício ao banho se dará pelo ambiente com diversidade de espécies garantindo o equilíbrio entre plantas, animais e minerais. Também estamos documentando esse processo para publicar aqui em breve. </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2007/11/13/semanario-2/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Curso Tokkou</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2007/10/26/curso-tokkou-2/</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2007/10/26/curso-tokkou-2/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 18:41:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cursos e Eventos]]></category>

		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>

		<category><![CDATA[comunidade]]></category>

		<category><![CDATA[design social]]></category>

		<category><![CDATA[felicidade]]></category>

		<category><![CDATA[tokkou]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/2007/10/26/curso-tokkou-2/</guid>
		<description><![CDATA[Olhando profundamente para si&#8230; uma viagem do mundo do saber para o mundo do perceber, sem teorias nem induções, cada um, cara a cara consigo mesmo, em meio a todas as diferenças do grupo, ir percebendo o que é essencial em si&#8230;

Datas 2008:
02 a 09 de Fevereiro (aconteceu na Vila Yamaguishi)
26 de Abril a 03 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olhando profundamente para si&#8230; uma viagem do mundo do saber para o mundo do perceber, sem teorias nem induções, cada um, cara a cara consigo mesmo, em meio a todas as diferenças do grupo, ir percebendo o que é essencial em si&#8230;</p>
<ul>
<li>Datas <strong>2008</strong>:<br />
02 a 09 de Fevereiro (aconteceu na Vila Yamaguishi)<br />
26 de Abril a 03 de Maio (aconteceu na Vila Yamaguishi)<br />
13 a 20 de Setembro <a target="_blank" href="http://www.yamaguishi.com.br/">(Vila Yamaguishi)</a>
</li>
<li>Datas <strong>2009</strong>:<br />
21 a 28 de Fevereiro - Carnaval (<a target="_blank" href="http://www.yamaguishi.com.br/">Vila Yamaguishi</a> - <a target="_blank" href="http://oikos.org.br">Oikos</a>)<br />
18 a 25 de Abril - Tiradentes (<a target="_blank" href="http://www.yamaguishi.com.br/">Vila Yamaguishi</a> - <a target="_blank" href="http://oikos.org.br">Oikos</a>)<br />
06 a 13 de Junho de 2009 - Corpus Christi (<a target="_blank" href="http://www.yamaguishi.com.br/">Vila Yamaguishi</a> - <a target="_blank" href="http://oikos.org.br">Oikos</a>)<br />
05 a 12 de Setembro - Semana da Pátria - (<a target="_blank" href="http://www.yamaguishi.com.br/">Vila Yamaguishi</a> - <a target="_blank" href="http://oikos.org.br">Oikos</a>)<br />
31 de Outubro a 07 de Novembro - Finados (<a target="_blank" href="http://www.yamaguishi.com.br/">Vila Yamaguishi</a> - <a target="_blank" href="http://oikos.org.br">Oikos</a>)
</li>
<li>Investimento: (R$ 415,00, inclui alimentação e estadia)<br />
Na inscrição: R$ 140,00 - via depósito no Banco Itaú Ag. 0033 C/C 14383-5 em nome de Jikkenti Yamaguishismo. Enviar comprovante por fax: 19 3867-3034<br />
No dia do Curso: +  R$ 275,00
</li>
<li>Locais:<br />
Vila Yamaguishi<br />
Rod. SP-340, km 138 - Jaguariúna SP</p>
<p>Oikos - Lar de Convivências<br />
Rod. Antônio Just, 1400 - Criciúma SC
</li>
<li>Informações: Alam (19) 9625-5576</li>
</ul>
<p><a href="/cursos/tokkou/">Saber mais sobre esse curso especial…</a></p>
<p><strong><a href="/contato/inscricao-tokkou/">Formulário de inscrição no Curso Tokkou&#8230;</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2007/10/26/curso-tokkou-2/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>8a. Conferência Internacional de Permacultura</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2007/04/08/8a-conferencia-internacional-de-permacultura/</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2007/04/08/8a-conferencia-internacional-de-permacultura/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 08 Apr 2007 02:58:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cursos e Eventos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/2007/04/08/8a-conferencia-internacional-de-permacultura/</guid>
		<description><![CDATA[A 8a Conferência e Convergência Internacional de Permacultura (IPC8) acontecerá no Brasil em maio de 2007.
Os IPCs acontecem tradicionalmente a cada dois anos em continentes diferentes. Os países ou regiões que receberam os últimos IPCs foram Austrália, EUA, Nova Zelândia, Escandinávia, Nepal e Croácia. Em 2007, é a vez da América Latina! 
Para saber mais&#8230;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A 8a Conferência e Convergência Internacional de Permacultura (IPC8) acontecerá no Brasil em maio de 2007.</p>
<p>Os IPCs acontecem tradicionalmente a cada dois anos em continentes diferentes. Os países ou regiões que receberam os últimos IPCs foram Austrália, EUA, Nova Zelândia, Escandinávia, Nepal e Croácia. Em 2007, é a vez da América Latina! </p>
<p><a href="http://www.ipc8.org/index.php?option=com_content&#038;task=view&#038;id=38&#038;Itemid=52">Para saber mais&#8230;</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2007/04/08/8a-conferencia-internacional-de-permacultura/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Curso com David Holmgren</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2007/04/08/curso-com-david-holmgren/</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2007/04/08/curso-com-david-holmgren/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 08 Apr 2007 02:56:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cursos e Eventos]]></category>

		<category><![CDATA[curso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/2007/04/08/curso-com-david-holmgren/</guid>
		<description><![CDATA[Princípios Avançados em Permacultura
David Holmgren, um dos criadores originais do conceito de permacultura, tem sido nos últimos 20 anos um destacado pesquisador de soluções ambientais em todos os campos da atividade humana, com ênfase especial na questão da energia nos sistemas naturais e permaculturais.
Ele estará no Brasil em maio oferecendo o curso “Princípios Avançados de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Princípios Avançados em Permacultura</strong></p>
<p>David Holmgren, um dos criadores originais do conceito de permacultura, tem sido nos últimos 20 anos um destacado pesquisador de soluções ambientais em todos os campos da atividade humana, com ênfase especial na questão da energia nos sistemas naturais e permaculturais.</p>
<p>Ele estará no Brasil em maio oferecendo o curso “Princípios Avançados de Permacultura”, com 4 dias de duração, em Florianópolis, Botucatu (SP) e Brasília.</p>
<p>Essa será uma oportunidade única para aprender como Holmgren aplica suas idéias em situações reais, uma vez que ele vive em um dos sítios permaculturais mais conhecidos da Austrália, e quais as suas propostas para esse momento crucial da civilização humana.<br />
<span id="more-77"></span><br />
É um curso fundamental para quem quer ser parte da solução ambiental e ética de que o planeta precisa, especialmente aqueles que já fizeram o Curso de Design em Permacultura (PDC).</p>
<p>Estamos numa etapa de preparação e pré-inscrição dos cursos. Portanto, se for do seu interesse, entrem contato através dos links abaixo, enviando seu nome e contatos. Pedimos que informe quando e com quem fez o PDC ou, se não tiver feito, qual a motivação que o(a) leva a querer fazer o curso com David Holmgren e qual sua atuação com meio ambiente.</p>
<p>Informamos que haverá uma seleção, na qual os permacultores atuantes terão prioridade.</p>
<p>Isso é importante porque nesse curso ele parte do princípio que as pessoas já sabem o que é permacultura, zoneamento permacultural, sustentabilidade, entropia, emergia (com “m”) e outros conceitos relativamente avançados de ecologia.</p>
<p>Locais, datas e contatos dos cursos:</p>
<p>    * Florianópolis - 10-13/maio - suzana @ permacultura.org.br<br />
    * São Paulo - 18-21/maio - tomaz @ permacultura.org.br<br />
    * Brasília - 26/05 a 29/05 - sergiopamplona @ yahoo.com.br</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2007/04/08/curso-com-david-holmgren/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Esperando nas estrelas</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2006/11/28/esperando-nas-estrelas/</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2006/11/28/esperando-nas-estrelas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2006 04:11:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Marino</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/2006/11/28/esperando-nas-estrelas/</guid>
		<description><![CDATA[Espere-me nas estrelas!
Em parte já vivemos lá,
no tempo escuro/claro da noite que antecede o dia
e a ele se segue em ciclos de eternidade.
Em parte vivemos lá,
como loucos vagando pela imensidão de lumes que não ofuscam.
Um indizível parque de diversões,
com suas luzes nas alturas e brinquedos surpreendentes,
que proporcionam as mais diversas sensações,
que nos estimulam a intuição,
que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Espere-me nas estrelas!<br />
Em parte já vivemos lá,<br />
no tempo escuro/claro da noite que antecede o dia<br />
e a ele se segue em ciclos de eternidade.<br />
Em parte vivemos lá,<br />
como loucos vagando pela imensidão de lumes que não ofuscam.<br />
Um indizível parque de diversões,<br />
com suas luzes nas alturas e brinquedos surpreendentes,<br />
que proporcionam as mais diversas sensações,<br />
que nos estimulam a intuição,<br />
que nos levam ao saber.<br />
<span id="more-75"></span><br />
Balanços sobre o impreciso precipício do nada,<br />
que atravessa o espaço sem limites e o tempo sem ponteiros,<br />
por sobre o imenso vão,<br />
e nos deixa ver astros paquidérmicos numa estrada que só eles vêem e, inelutavelmente, seguem guiados por forças desconhecidas, misteriosas e Reais.<br />
Um indizível mundo de desenhos animados e animadores,<br />
que em seu caminho inexorável, inexoravelmente vão auxiliando o nosso caminhar.<br />
Que belo céu,<br />
que lindas estrelas,<br />
que grandioso mistério,<br />
que grata felicidade!<br />
Sim, me espere nas estrelas,<br />
que lá é nosso lar comum!<br />
Que lá é inescapável nossa felicidade!<br />
Lá estão os outros elos de nossa vida.<br />
Lá estamos nós, mais verdadeiramente a nossa própria espera.<br />
Sim, me espere nas estrelas,<br />
que delas sou morador!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2006/11/28/esperando-nas-estrelas/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>2a semana nov2006</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2006/11/14/semana-44/</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2006/11/14/semana-44/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2006 00:24:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Marino</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>

		<category><![CDATA[bambu]]></category>

		<category><![CDATA[cisterna]]></category>

		<category><![CDATA[ferrocimento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/2006/11/14/semana-44/</guid>
		<description><![CDATA[Neste final de semana, só cheguei de viagem do trabalho na madrugada de sábado e dormi até meio-dia. A chuva, que durante a semana deu trégua, voltou a tarde e fiquei só no sítio, eu e uma multidão de outros seres, claro! Usei a tarde pra pôr em construção o projeto de uma estante de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste final de semana, só cheguei de viagem do trabalho na madrugada de sábado e dormi até meio-dia. A chuva, que durante a semana deu trégua, voltou a tarde e fiquei só no sítio, eu e uma multidão de outros seres, claro! Usei a tarde pra pôr em construção o projeto de uma estante de bambu para a tv e o dvd. Transformei a varanda numa bambuseria! Estou usando a espécie tuldoides que é o que temos em boa quantidade; o gigante, o guadua e o nutans foram plantados há apenas três anos.<br />
<span id="more-72"></span><br />
No domingo a casa ficou cheia: chegaram o mano Luiz com a Dona Irma (nossa mãe) e Seu Marino (nosso pai), que está se recuperando de uma isquemia cerebral. Chegaram também o mano Itamar, a esposa e meu afilhado Gabriel. Já já a lenha tava queimando no fogão e dona Irma e Cleusa colocaram em andamento um delicioso doce de banana&#8230; Aproveitamos pra substituir o mourão de sustentação da porteira, que tava quase caindo de podre. Fizemos também um banco de jardim utilizando uma meia tora de tarumã, 60 cm de diâmetro por 120 de comprimento, que encontrei há algum tempo numa serraria e que mandei serrar ao meio. O outro banquinho ficou pra outra ocasião. Quem sabe o próximo final-de-semana será de tempo bom pra concluirmos a cisterna, heim?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2006/11/14/semana-44/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>1a semana nov2006</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2006/11/05/semana-43/</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2006/11/05/semana-43/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 05 Nov 2006 23:51:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Marino</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>

		<category><![CDATA[cisterna]]></category>

		<category><![CDATA[ferrocimento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/2006/11/05/semana-43/</guid>
		<description><![CDATA[No final de semana do feriadão de finados, planejávamos concluir a cisterna de ferrocimento pra coleta de água da chuva, para o que está faltando o cone superior que cobre o corpo cilíndrico pronto já faz algum tempo. Mas a chuva mansa e contínua não nos permitiu o intento. Aproveitamos, então, para revisar o projeto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No final de semana do feriadão de finados, planejávamos concluir a cisterna de ferrocimento pra coleta de água da chuva, para o que está faltando o cone superior que cobre o corpo cilíndrico pronto já faz algum tempo. Mas a chuva mansa e contínua não nos permitiu o intento. Aproveitamos, então, para revisar o projeto das tubulações de entradas, saidas e filtro.<br />
<span id="more-71"></span><br />
No sábado pela manhã recebemos a vista da menina que há um mês atrás veio oferecer: &#8220;o senhor não quer comprar uma rifa pra ajudar o clube de mães da comunidade?&#8221; Disse ela agora:&#8221;a vó mandou avisar que o casal de piru tá solto. Quando quiser buscar é só avisar que a gente prende.&#8221; É isso mesmo, fui sorteado! Pois é, o &#8220;destino&#8221; nos aponta para a construção do galinheiro (ou será um perueiro?). Quem sabe a Dona Maria, outra vizinha, não está interessada ainda naquela parceria que propôs ano passado com as galinhas? Vamos ouvindo&#8230;<br />
Ah, aqueles dois ovinhos daquele pássaro ainda não identificado, já viraram dois lindos filhotinhos. Fomos dar uma olhada e a mãe saiu voando toda cambaleante e pousou logo adiante como se estivesse ferida. Rimos e demos uns passos em sua direção e pra longe do ninho, então, ela voou normal e pra bem longe. Não é realmente uma graça?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2006/11/05/semana-43/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Semanário</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2006/10/26/semanario/</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2006/10/26/semanario/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Oct 2006 00:46:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Marino</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>

		<category><![CDATA[fauna]]></category>

		<category><![CDATA[mudas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/2006/10/26/semana-41/</guid>
		<description><![CDATA[Este &#8220;Semanário&#8221; tem a finalidade de, apresentando sucinto e despretensioso relatório mais ou menos semanal de nossas atividades, incluindo elementos de estudo, observações e leitura coletiva, permitir-nos, além da revisão e do registro histórico, abrir a possibilidade de troca e aprofundamento com os parceiros da Rede Permear, e qualquer outro &#8220;curioso&#8221; e encantado pela vida.

Semana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este &#8220;Semanário&#8221; tem a finalidade de, apresentando sucinto e despretensioso relatório mais ou menos semanal de nossas atividades, incluindo elementos de estudo, observações e leitura coletiva, permitir-nos, além da revisão e do registro histórico, abrir a possibilidade de troca e aprofundamento com os parceiros da <a href="http://www.permear.org.br/">Rede Permear</a>, e qualquer outro &#8220;curioso&#8221; e encantado pela vida.<br />
<span id="more-70"></span><br />
<strong>Semana 41</strong><br />
Ainda não conseguimos dar conta do plantio das mudas de frutíferas adquiridas e produzidas por nós. Ao todo 150 mudas (jabuticaba, uvaia, bacuparí, cabeludinha, mamão do mato, marmelo, cereja do mato, ingá-banana, guabijú, erva-mate, aroeira-mole e até uma muda de guajuvira. A aroeira-mole (schinus mole) é pra suportar as videiras). Ontem (22/10), Itamar e eu colocamos na terra, entre outras, oito mudas de algarrobo, excelente árvore forrageira. Estamos identificando as plantas com etiquetas de pvc, feitas com lâminas de uma velha cortina. Assim vamos tentando memorizar nomes e características de cada uma. Pelo que lemos, o mamão do mato é um excelente parceiro para o café de sombra, que plantamos em 2004. Já a erva-mate é boa companhia para a araucária, que nos últimos anos temos introduzido. Dizem os vizinhos que já colheram pinhão por ali (150 metros de altitude), será?</p>
<p>Encontramos, na capoeira, um pássaro muito bonito, que ainda não conseguimos identificar: marrom em vários tons, mais ou menos do porte de um sabiá, vôo silencioso, asas e rabo compridos. Cuidava de dois ovos colocados diretamente na relva sob um arbusto, onde o pasto não se agigantou. Tinha algo de urutau, mas pesquisei o tal e não me convenci. Dizem  que o urutau raramente desce ao solo, põe apenas um ovo e diretamente na forcada ou oco da árvore, ou do que restou dela. Sua grande arte é a camuflagem além da caça noturna de insetos, com seu vôo aparentemente errante e uma enorme boca que cabe uma mão cerrada de homem. Passa o dia quieto como se fosse parte da árvore ou pedra que tomou por casa. Raramente abre seus grandes olhos durante o dia, mas mesmo assim mantém vigilância sobre o entorno de si, graças a uma abertura na pálpebra, que funciona como um olho mágico. É, o <a href="http://www.ao.com.br/ao122.htm">urutau</a> enxerga de olhos fechados!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2006/10/26/semanario/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Círculo de bananeiras</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2006/10/14/circulo-de-bananeiras/</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2006/10/14/circulo-de-bananeiras/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 14 Oct 2006 21:02:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[água cinza]]></category>

		<category><![CDATA[círculo de bananeiras]]></category>

		<category><![CDATA[padrões naturais]]></category>

		<category><![CDATA[tratamento de água]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/2006/10/14/circulo-de-bananeiras/</guid>
		<description><![CDATA[A técnica do círculo de bananeiras surgiu da observação dos efeitos dos fortes ventos sobre a cultura dos cocos. Numa clareira os coqueiros caídos davam origem a círculos de coqueiros que nasciam, se desenvolviam e produziam melhor do que quando sós. O padrão natural observado foi que no centro do círculo se depositavam folhas, ramos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/imagens/circulo2.gif" alt="circulo" title="Esquema círculo de bananeiras" style="float:left; margin: 4px 8px 0 1px;" />A técnica do círculo de bananeiras surgiu da observação dos efeitos dos fortes ventos sobre a cultura dos cocos. Numa clareira os coqueiros caídos davam origem a círculos de coqueiros que nasciam, se desenvolviam e produziam melhor do que quando sós. O <a href="/2006/03/19/a-linguagem-dos-padroes/">padrão natural</a> observado foi que no centro do círculo se depositavam folhas, ramos, frutos, etc, que retinham a umidade e concentravam nutrientes, beneficiando a cultura dos coqueiros. Dessa observação, passou-se em seguida às experiências com outras culturas, como a da banana.<br />
<span id="more-38"></span><br />
No caso das bananeiras percebeu-se que elas, como outras plantas de folhas largas como o mamoeiro, evaporavam grandes quantidades de água e estabeleceu-se assim uma relação com as águas cinzas das residências. Essa ligação é feita entre a necessidade de se tratar a águas que saem das pias e chuveiros das residências com a grande capacidade de evaporar (tratar) dos círculos de bananeiras. E isso é uma das bases do design na permacultura, estabelecer relações positivas, sinérgicas entre os elementos de um sistema vivo.</p>
<p><strong>Como construir?</strong><br />
O trabalho começa com a construção de um buraco, em forma de concha, com 1 m cúbico de volume. Lembre-se que a terra retirada do buraco é colocada na borda aumentando a altura do buraco.<br />
<img src="/imagens/circulo.gif" alt="circulo" title="Esquema de construção" style="float:left; margin: 4px 8px 0 1px;" />Os sistemas vivos não seguem projetos no papel. Então mais importante do que seguir as dimensões apresentadas aqui, é procurar observar no local, o solo, a insolação, incidência de geadas, etc. para dedinir melhor como será o círculo de bananeiras de sua residência.</p>
<p>O buraco, depois de pronto, deve ser enchido com madeira e palha para criar um ambiente adequado para o recebimento da água cinza e para beneficiar a micro vida. Isso é feito primeiro colocando pequenos troncos de madeira grossos no fundo. Em seguida galhos médios e finos de árvores e por último a palha (aparas de capim, folhas, etc.) formando um monte com quase 1 metro de altura acima da borda do buraco. A madeira deve ser colocada de forma desarrumada, para que que se crie espaços para a água. A palha em cima serve para impedir a entrada da luz e da água da chuva, que escorrerá para os lados não inundando o buraco e não se contaminando com a água cinza.</p>
<p>A água cinza deve ser conduzida por um tubo até o buraco e com um joelho na ponta para evitar o entupimento. Não usar valas abertas para a condução da água, assim mosquitos e outros animais indesejados não terão como se desenvolver. E os microorganismos da compostagem terão um ambiente perfeito para fazer o seu trabalho.</p>
<p><strong>Plantio</strong><br />
As bananeiras podem ser plantadas de diversas maneiras. Msa eu prefiro usar o rizoma inteiro ou uma cunha (parte de um rizoma) com uma gema vizível. Após fazer as covas (no mínimo 30&#215;30x30 cm) deve-se enche-las com bastante matéria orgânica (palhas, folhas, etc.) misturada com terra. Antes de preencher totalmente o buraco, na hora de colocar o rizoma, posicione para que a gema fique para o lado de fora do círculo e inclinado de forma que a bananeira nasça caída para fora. Essa inclinação da bananeira é mais fácil de ser conseguida quando plantada a partir de rebentos. Isso facilitará a colheita e o manejo das bananeiras. O rizoma deve ficar há uns 10 cm, em média, abaixo do nível do solo.</p>
<p>Ao redor do círculo, também é indicado o plantio de mais plantas de folha larga como a taioba, o mamoeiro e entre elas batata doce ou outra plantas rasteiras para cobrir todo o espaço. Em pouco tempo o círculo irá se transformar em um nicho de fertilidade que vai se espalhar pelo entorno.</p>
<p><strong>Cuidados</strong><br />
A água cinza NÃO deve conter água preta dos sanitários. Estas deveriam ir para outros sistemas apropriados para o seu tratamento.<br />
E nas pias e chuveiros deve-se evitar o uso de detergentes químicos e outras substâncias tóxicas como cloro, etc., pois estas substâncias matam os microorganismos e impedem a compostagem dos nutrientes contidos na água cinza com a madeira.<br />
Mais informações sobre a separação das águas servidas podem ser encontradas em <a href="/2006/03/22/sistematizacao-da-agua/">&#8220;sistematização da água&#8221;</a>.</p>
<p>Se o volume de água cinza produzido na casa for maior do que a capacidade de recebimento do círculo, a melhor solução é construir outro círculo interligando ao primeiro. A água cinza entra por cima no primeiro e sai no nível máximo por meio de outro tubo e segue para o segundo círculo. Conforme a situação pode-se ter uma bateria de círculos inteligados.</p>
<p><strong>Manejo</strong><br />
Sempre colocar aparas de poda (grama, capim, galhos) no centro para alimentar o círculo e evitar que o buraco seja inundado com a água da chuva.<br />
Após colher o cacho de bananas, deve-se cortar a bananeira bem na base e em pedaços de 1 metro, rachar ao meio (longitudinal) e também colocar no centro do círculo. A cada 3 anos (ou mais) todo o material depositado no buraco pode ser retirado (quando os troncos se dissolverem) e usar como adubo orgânico na horta. E repor novo material como no início da implantação do círculo.</p>
<p>Aqui na região sul do Brasil há diversos círculos de bananeiras funcionando perfeitamente há mais de 3 anos. Assim que possível publicarei mais fotos dessas experiências.</p>
<p>Para facilitar a compreensão já coloquei as imagens de uma experiência no <a href="/fotos/circulo-de-bananeiras/ ">álbum de fotos</a>.</p>
<p>Outras referências:</p>
<ul>
<li><a href="http://photos.permaculture.org.au/displayimage.php?album=14&#038;pos=0">Projeto Kirabati</a></li>
<li><a href="http://www.permear.org.br/fotos/circulo-de-bananeiras/">Sítio Raízes</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2006/10/14/circulo-de-bananeiras/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Pães de Pedra</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2006/09/17/paes-de-pedra/</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2006/09/17/paes-de-pedra/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 17 Sep 2006 19:10:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[adubo]]></category>

		<category><![CDATA[pó de rocha]]></category>

		<category><![CDATA[solo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/2006/09/17/paes-de-pedra/</guid>
		<description><![CDATA[Estes são alguns comentários a respeito do livro &#8220;Pães de Pedra&#8221; de Julius Hensel publicado na Alemanha em 1898 e traduzido recentemente por Sebastião Pinheiro, Hans Landgraf e Jairo Restrepo Rivera.
Quando recebi o livro pensei logo de cara que se tratava de um texto importante para auxiliar na compreensão das propriedades e funções do solo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/fotos/sanitario/"><img src="/imagens/paes-de-pedra.jpg" alt="Capa do livro" title="Capa do livro" style="float:left; margin: 4px 8px 0 1px;" /></a>Estes são alguns comentários a respeito do livro &#8220;Pães de Pedra&#8221; de Julius Hensel publicado na Alemanha em 1898 e traduzido recentemente por Sebastião Pinheiro, Hans Landgraf e Jairo Restrepo Rivera.</p>
<p>Quando recebi o livro pensei logo de cara que se tratava de um texto importante para auxiliar na compreensão das propriedades e funções do solo. Mas devido a linguagem técnica com uma notação química muito antiga e porque queria compreender melhor o assunto e explorar o livro ao máximo, recorri a um amigo que foi meu mestre em ciências no ginásio, o Prof. Adílio Gildo Viana, professor agora aposentado, um grande observador da natureza e com a mente sempre aberta e alerta para o novo. A ele devo em grande parte minha paixão pelas ciências, pela forma sempre carinhosa e bem humorada com que abordava os temas entre eles, o meu preferido, biologia.<br />
De nossas conversas sobre o livro resultaram os seguintes comentários:<br />
<span id="more-56"></span><br />
Parece que o título original era &#8220;Pão de pedras&#8221;. E é pena que um livro, escrito a mais de um século, não tenha sido amplamente divulgado e aplicado. Pelo contrário, temos notícias que foi sistematicamente proibido e maldito, por contrariar os preceitos da época.<br />
É um livro breve e de leitura relativamente fácil. Ele se atém ao cerne da questão, o pó de rochas. </p>
<p><strong>Uma síntese</strong>
<ul>
<li>Terras &#8220;novas&#8221; são ricas em minerais;</li>
<li>A exploração agrícola esgota as reservas de minerais do solo;</li>
<li>Estes minerais são provenientes da composição química das rochas que formaram o terreno;</li>
<li>Deve-se moer as rochas e adicionar o fino pó resultante às terras &#8220;velhas&#8221;.</li>
</ul>
<p><strong>Diz ainda o livro que</strong>
<ul>
<li>Erros de análise e interpretação concluíram que as plantas precisavam mais e principalmente de potássio (K) e fósforo (P) e que não sabem tirar nitrogêneo (N) do ar, portanto tem-se que adubar com NPK. Reducionismo da época, aplicado até hoje, às descobertas de Justus Liebig a cerca da composição das plantas por meio do exame das suas cinzas;</li>
<li>A amônia ou amônio (NH3) é um grupo atômico que imita e funciona como um radical alcalino mas não um mineral metálico, como o ferro, para oferecer à planta. Neste caso, a planta fica verde e folhuda mas o resultado final não é bom. É pobre em micronutrientes;</li>
<li>Apesar dos micronutrientes representarem em média apenas 3% da composição das plantas realiza um papel importantíssimo no seu desenvolvimento e reflete diretamente no valor nutricional da alimentação humana e dos demais animais;</li>
<li>Traz argumentos a favor e em defeza da idéia;</li>
<li>Traz testemunhos de pessoas e órgãos importantes confirmando os bons resultados do método de fertilização.
</li>
</ul>
<p><strong>Algumas impressões</strong><br />
Esse livro merece uma leitura bem atenta. Por diversas razões:
<ul>
<li>Em alguns breves trechos ele faz uma leitura dos dados obtidos a partir das análises químicas de maneira completamente linear, desconsiderando toda uma infinidade de conexões das plantas com o seu meio. Aliás como se faz até hoje na maioria dos casos. Por exemplo, ao perceber que em média as plantas tem 3% de minerais, ele deduz que a quantidade equivalente a 3% da biomassa num hectare é a quantidade de pó de rocha a ser adicionada ao solo. Até aí tudo bem, afinal, tem-se que começar de algum lugar e esse pode ser um ponto de partida para as experiências. Mas, o grande problema, é deduzir que ao se dobrar essa quantidade, vai dobrar a quantidade de biomassa. Isto num primeiro momento pode parecer verdadeiro, mas basta algumas observações mais atentas do solo e do que neles nascem para duvidar dessa afirmação. Há muito mais conexões despercebidas na relação entre solo e plantas, como: plantas companheiras, dia e hora do plantio, etc. Os reducionismos acontecem tanto do lado de quem &#8220;vê&#8221; apenas os nutrientes, como de quem &#8220;vê&#8221; apenas as constelações no momento do plantio, não nos levam na direção da verdade, da realidade.<br />
Felizmente, o livro é muito mais do que isso:</li>
<li>Ele faz um relato inicial sobre a escalada da indústria química e a mal fadada &#8220;revolução verde&#8221;. Um excelente histórico!</li>
<li>Expõe de maneira clara e com exemplos, os princípios da química na formação dos solos, plantas e as suas interações. Muito bom!</li>
<li>Faz uma abordagem da nutrição das plantas de uma forma holística, uma vez que propõe que o solo deva ser alimentado com o finíssimo pó das próprias rochas do local, com toda a sua riqueza de nutrientes e não apenas com uma estreita parcela deles, como o NPK.</li>
</ul>
<p>Livro importantíssimo! As principais conclusões do livro? Ainda estamos estudando e experimentando.</p>
<p>Este livro está na lista de <a href="http://www.setelombas.com.br/permacultura/leituras-recomendadas/">leituras recomendadas</a> com informações de onde comprar.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2006/09/17/paes-de-pedra/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>A casa onde moro</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2006/07/14/a-casa-onde-moro/</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2006/07/14/a-casa-onde-moro/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Jul 2006 16:23:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Marino</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/2006/07/14/a-casa-onde-moro/</guid>
		<description><![CDATA[Na casa onde moro
Ainda tem o giro-giro dos pássaros de rios e lagoas;
Ainda tem matas e florestas
E lá, bem dentro delas,
O pio de curicacas e inhambus,
Aranquãs e uirapurus.
E pra sorte de todas as curas,
O sol é despertado com cantorias
De sabiás e saracuras.

E seus raios brilhantes vão rompendo,
Doces e grávidos de contínua vida,
A noite de mil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na casa onde moro<br />
Ainda tem o giro-giro dos pássaros de rios e lagoas;<br />
Ainda tem matas e florestas<br />
E lá, bem dentro delas,<br />
O pio de curicacas e inhambus,<br />
Aranquãs e uirapurus.<br />
E pra sorte de todas as curas,<br />
O sol é despertado com cantorias<br />
De sabiás e saracuras.<br />
<span id="more-59"></span><br />
E seus raios brilhantes vão rompendo,<br />
Doces e grávidos de contínua vida,<br />
A noite de mil seres e mil outros sons,<br />
Que se recolhem em cooperação de outros tantos.<br />
A casa em que por hora habito,<br />
Partilho com quem vier,<br />
Com quem passar:<br />
Um café ou um chá,<br />
Frutas frescas da mata nativa,<br />
A água da nascente límpida,<br />
A vida abundante deste lugar.<br />
Na casa onde moro<br />
As ondas são feitas de mar e ventos<br />
E tudo só me traz contentamentos:<br />
Do mar, os seus agitos,<br />
Dos rios, os seus remansos,<br />
Da floresta, a imensidão,<br />
Da vida, jardins de encantamento,<br />
Das montanhas, a povoada solidão.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2006/07/14/a-casa-onde-moro/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>O que é o Tokkou?</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2006/06/18/o-que-e-o-curso-tokkou/</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2006/06/18/o-que-e-o-curso-tokkou/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 18 Jun 2006 18:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>

		<category><![CDATA[comunidade]]></category>

		<category><![CDATA[design social]]></category>

		<category><![CDATA[felicidade]]></category>

		<category><![CDATA[tokkou]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/2006/06/18/o-que-e-o-curso-tokkou/</guid>
		<description><![CDATA[Depois de conhecer a permacultura e já há algum tempo na minha caminhada no SeteLombas, fui fazer um curso na Vila Yamaguishi em Jaguariúna SP, em outubro de 2003. O curso de agrofloresta com o Ernst Götsch foi revelador, mas também houve um outro acontecimento marcante. Lá, encontrei sobre uma mesa, um folheto a respeito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de conhecer a permacultura e já há algum tempo na minha caminhada no SeteLombas, fui fazer um curso na Vila Yamaguishi em Jaguariúna SP, em outubro de 2003. O curso de agrofloresta com o Ernst Götsch foi revelador, mas também houve um outro acontecimento marcante. Lá, encontrei sobre uma mesa, um folheto a respeito de um curso que acontece na vila algumas vezes por ano, de nome Tokkou. </p>
<p>Algumas palavras do texto me tocaram e ficaram em minha mente por um bom tempo até que resolvi participar do Tokkou, em setembro de 2004. E foi para mim a experiência mais libertadora da minha vida.<br />
<span id="more-57"></span><br />
No curso Tokkou não tem quem ensine. Os temas são propostos e nós mesmos vamos nos dando conta das coisas com a nossa própria força. As coisas de que me dei conta e continuo a examinar em mim mesmo, fazem toda a diferença na minha maneira de ver e viver a comunidade que, eu e os outros, somos. Não são coisas novas, são coisas que estão lá, no fundo do coração da humanidade e que não vemos. É a realidade. Não são técnicas externas, que acabam virando modismos nas comunidades e na vida das pessoas e como não estão na essência das pessoas, acabam passando. A verdade fica. Ela é.</p>
<p>Desde o Tokkou, eu e mais alguns amigos de Criciúma, em parceria com os amigos da Vila Yamaguishi, temos trabalhado para que mais pessoas aqui do sul do Brasil tenham a oportunidade de parar por uma semana e ver as coisas com mais clareza, por elas mesmas. </p>
<p>Repasso a seguir as palavras que li naquele folheto&#8230;</p>
<p><strong>Como será na verdade?</strong></p>
<p>Por meio do curso Tokkou examinar e mudar a própria vida e a sociedade.</p>
<blockquote><p>&#8220;Você é capaz de ter amizade com as outras pessoas a qualquer momento?&#8221;</p></blockquote>
<blockquote><p>Você consegue ter prazer nas coisas que faz ou muitas vezes vem o sentimento de &#8220;faço porque tenho que fazer?&#8221;</p></blockquote>
<blockquote><p>Você está preocupado com o rumo da sociedade, do meio ambiente, da economia? Você quer fazer algo para uma sociedade melhor, mas não sabe como?</p></blockquote>
<p>O curso especial em reunião de Kensan (tokkou) é uma oportunidade real para descobrir a sua maneira de viver, individual e verdadeira.</p>
<p>Que tal deixar de lado por ora todos os pensamentos e conceitos adquiridos e pesquisar questões essenciais da vida humana sem idéias preconcebidas?</p>
<p>No Tokkou você tem uma semana para reencontrar o seu verdadeiro Eu, como você provavelmente nunca fez, por meio da prática do Kensan (ver, pesquisar, clarear, &#8230;)</p>
<p>Este curso não oferece respostas prontas. Mas oferece a oportunidade de pensar profundamente sobre os temas individuais e sua interação na sociedade atual.</p>
<p>Alguns depoimentos de quem participou:</p>
<blockquote><p>Antes do Tokkou, o que me motivava a mudar as coisas, eram raiva, insatisfação ou irritação. Agora tenho na base das minhas decisões o desejo de todos ficarem bem. Quero realmente viver de maneira harmoniosa com o mundo ao meu redor. - Executivo, 53 anos</p></blockquote>
<blockquote><p>Minha maneira de ver as coisas e agir mudou bastante, eu não fico mais culpando os outros. O Tokkou foi a vivência que abriu as portas do meu coração, quer dizer, agora sou capaz de perguntar &#8220;o que eu posso fazer?&#8221; - Dona de casa, 38 anos</p></blockquote>
<p>Que tal poder soltar as amarras que o imobilizam e redescobrir-se como uma pessoa livre, capaz de lidar com qualquer situação de forma leve e ativa?</p>
<p><strong><em>Esse curso é único e só se faz uma vez na vida.</em></strong></p>
<p><a href="http://associacaofelicidade.org.br/cursos/tokkou/">Clique aqui para saber mais sobre o Tokkou&#8230;</a></p>
<p>O Tokkou é realizado no Brasil pela <a href="http://associacaofelicidade.org.br">Associação Felicidade - Associação Yamaguishi</a>. Atualmente, no estado de São Paulo na <a href="http://www.yamaguishi.com.br/associacao/cursos/default.asp">Vila Yamaguishi</a> no município de Jaguariúna e em Santa Catarina no <a href="http://www.oikos.org.br">Oikos - Lar de Convivência</a> no município de Criciúma.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2006/06/18/o-que-e-o-curso-tokkou/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Sanitário compostável</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2006/04/20/sanitario-compostavel/</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2006/04/20/sanitario-compostavel/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2006 20:14:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[bioconstrução]]></category>

		<category><![CDATA[composto]]></category>

		<category><![CDATA[sanitário]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/2006/04/20/sanitario-compostavel/</guid>
		<description><![CDATA[O sanitário compostável, também conhecido por fossa seca, sanitário seco e &#8216;composting toilet&#8217;, fecha o ciclo de nutrientes, transformando os dejetos humanos em composto orgânico seguro, sem problemas com odores e sem contaminação do solo e da água.
O sanitário compostável, como o próprio nome diz, é um sanitário que usa o método da compostagem das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/fotos/sanitario/"><img src="/fotos/sanitario/image/thumb/sanitario18.jpg" alt="Foto" title="Galeria de fotos" style="float:left; margin: 4px 8px 0 1px;" /></a>O sanitário compostável, também conhecido por fossa seca, sanitário seco e &#8216;composting toilet&#8217;, fecha o ciclo de nutrientes, transformando os dejetos humanos em composto orgânico seguro, sem problemas com odores e sem contaminação do solo e da água.</p>
<p>O sanitário compostável, como o próprio nome diz, é um sanitário que usa o método da compostagem das fezes com serragem e papel higiênico, eliminando a necessidade de água potável para empurrar as fezes esgoto abaixo e ainda de quebra gerar um ótimo aditivo para o solo. Com este sistema, a água e o solo não são contaminados e cada família pode resolver o problema do esgoto doméstico sem depender da prefeitura para isto.<br />
<span id="more-35"></span><br />
<strong>Sistema escolhido</strong><br />
Hoje em dia existe uma série de soluçães disponíveis, inclusive tão compactas que cabem inteiramente dentro de casa. Porén, como preferimos as soluções mais simples e de fácil manutenção, vamos expor aqui o modelo construído no sítio SeteLombas.</p>
<p>Este sistema se adequa melhor para construção separada da casa. Mas em casas com dois pisos ou com uma declividade natural do terreno próximo a casa, pode ser contruído colado à casa, que além de economizar uma parede, dá acesso por dentro de casa. Já vi muitos modelos usando este sistema, basta usar a criatividade sem deixar de lado os critérios básicos de funcionamento.</p>
<p><img src="/imagens/sanitario.gif" alt="Esquema de funcionamento do sanitário"/></p>
<p><strong>Condições básicas para o funcionamento:</strong><br />
Como mostra a figura acima há algumas condições para que este sistema funcione de maneira correta:</p>
<ul>
<li>Dimensões: As medidas do sanitário são definidas pelo tamanho das câmaras, da inclinação da rampa e da noção de conforto para as pessoas que vão usá-lo. As câmaras devem ter cerca de 1 metro cúbico de espaço para o material a ser compostado. Portanto, a largura de uma câmara é aprox. 1 m, e o sanitário, como tem duas câmaras, terá 2 m de largura. Para a altura e largura do assento, altura da porta, do teto, etc. basta usar uma fita métrica em modelos convencionais. Nós preferimos repensar todas essas medidas tirando nossas próprias medidas: em pé, sentados, etc. e verificando quais dimensões do sanitário trariam mais conforto e comodiade para toda a família e visitantes.
</li>
<li>A rampa: inclinação mínima 45&ordm;. Para uma boa compostagem, é necessário que o material seja misturado, mas como neste caso é uma tarefa manual indesejável, a rampa possibilita que o produto fecal role envolto em serragem até o final da rampa. Portanto é impressíndível que a rampa seja lisa e que antes do primeiro uso a rampa seja coberta com serragem. Para a serragem parar na rampa pela primeira vez, basta molhar a rampa antes de colocar a serragem.</li>
<li> A serragem: é o que permite, juntamente com o papel higiênico o processo de compostagem (fermentação) da mistura com as fezes, provocada por microorganismos. Uma inovação que fizemos foi incluir uma caixa para o depósito de serragem sob o assento com acesso por uma tampa com dobradiças entre as duas tampas das câmaras. Economiza espaço disponível dentro da casinha, pois dispensa o uso de tambores para isso e aumenta o volume depositado.</li>
<li> Altura de queda até a rampa: aproximadamente 80 cm para provocar o início da rolagem.</li>
<li> A chapa preta: provoca o aquecimento do ar das câmaras que entra pelo buraco do assento e sobe pela chaminé. Por isso da importância da chapa ficar (aqui no Brasil) voltada para a face norte (o lado que bate sol o dia todo). E sem barreiras para o sol, como árvores atrás do sanitário.</li>
</ul>
<p>Após o uso de uma câmara por um período de 3 a 6 meses passa-se a usar a outra câmara. No final de cada período de repouso retira-se o composto da câmara e alterna-se novamente o uso das câmaras. Para evitar o uso da câmara no período de repouso, fizemos o buraco no assento apenas em uma tampa. Quando da troca da câmara em uso, basta desaparafusar as tampas e trocá-las.</p>
<p><strong>Como usar:</strong></p>
<ul>
<li>Jogar na câmara uma medida de serragem após cada uso;</li>
<li> Não jogar dentro das câmaras materiais inorgânicos. Disponibilizar um lixeiro no sanitário para objetos como absorventes femininos, fraudas, etc.;</li>
<li>Os homens devem evitar fazer xixi (fazer no mato ou num coletor apropriado). Já as mulheres pelas dificuldades inerentes (de privacidade) ficam liberadas desta prática. Outra possibilidade é mudar o sistema para que a urina seja captada e não se misture ao composto, pois o excesso de urina vai prejudicar o processo de compostagem.</li>
<li>É bom colocar um <a href="http://www.setelombas.com.br/download/cartaz_sanitario.pdf"><strong>cartaz na porta</strong></a>, pelo lado de dentro, destacando os bons hábitos de uso do sanitário, principalmente se for de uso público.</li>
</ul>
<p><strong>Como construir</strong><br />
O ideal de uma construção ecológica é usar mais de uma técnica e tipo de material, adequando a disponibilidade com a nessidade de cada estrutura. Para o nosso sanitário utilizamos tijolos com argamassa para a construção das câmaras, madeira de eucalípto para o abrigo e bambú para os espaços de ventilação. O ideal seria uma construção totalmente ecológica, mas é melhor do jeito que fizemos do que continuar com sanitário convencional.</p>
<p><img src="/imagens/sanitario2.gif" alt="Vistas frontal, lateral e traseira do sanitário"/></p>
<p>Visite também a <a href="http://www.setelombas.com.br/fotos/sanitario/">galeria de fotos</a> mostrando o passo-a-passo da construção desse modelo de sanitário.</p>
<p><strong>Links para outros modelos de sanitários compostáveis:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.tibarose.com/port/novidades.htm">Bason - Tibá (livro &#8220;Manual do arquiteto descalço&#8221; que detalha este modelo e foto no final da página desse modelo).</a></li>
<li><a href="http://www.deatech.com/natural/waste/toilet.html">Eco-Composter</a></li>
<li><a href="http://www.biolet.com/">BioLet - Composting Toilets</a></li>
<li><a href="http://www.sun-mar.com/">SUN-MAR - Composting Toilets</a></li>
<li><a href="http://www.eloo.us/index.htm">Enviro Loo - EUA</a></li>
<li><a href="http://www.eob.alvsbyn.net/portpresentEOB.htm">Enviro Loo - Brasil</a></li>
<li><a href="http://www.composttoilet.nl/index.html">Composttoiletten, de enige duurzame oplossing</a></li>
<li><a href="http://www.weblife.org/humanure/">The Humanure Handbook - A Guide to Composting Human Manure</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2006/04/20/sanitario-compostavel/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Bomba carneiro</title>
		<link>http://www.setelombas.com.br/2006/04/20/bomba-carneiro/</link>
		<comments>http://www.setelombas.com.br/2006/04/20/bomba-carneiro/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2006 19:45:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[bomba carneiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.setelombas.com.br/2006/04/22/como-construir-uma-bomba-carneiro/</guid>
		<description><![CDATA[A bomba carneiro, também conhecida por bomba aríete e carneiro hidráulico, é uma bomba dágua simples de ser construída e com a grande vantagem de não requerer nenhuma fonte de energia externa para funcionar. Ela funciona com a própria pressão da coluna dágua que ela usa para bombear a água para um ponto mais alto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A bomba carneiro, também conhecida por bomba aríete e carneiro hidráulico, é uma bomba dágua simples de ser construída e com a grande vantagem de não requerer nenhuma fonte de energia externa para funcionar. Ela funciona com a própria pressão da coluna dágua que ela usa para bombear a água para um ponto mais alto do terreno.</p>
<p><img src="/imagens/bomba-carneiro.jpg" alt="bomba caneiro" title="Bomba carneiro comercial de pvc (EUA)" style='float:left; margin: 4px 16px 4px 1px;' />Já existem diversas experiências sobre este assunto e que geraram diversas maneiras diferentes de construí-la e com materiais e caraterísticas diferentes mas o princípio de funcionamento de todas é o mesmo. Com base no conhecimento do seu <a href="http://www.schou.dk/animation/">princípio de funcionamento</a> você também poderá inventar o seu próprio jeito de construir uma.<br />
<span id="more-34"></span><br />
<img src="/imagens/carneirohidr.gif" alt="bomba caneiro" title="Bomba carneiro comercial de metal (nacional)" style='float:right; margin: 4px 0 4px 16px;' />O uso da bomba carneiro está estreitamente ligado ao modo de funcionamento e esquema de instalação para que ela funcione corretamente. Observe a desenho abaixo para ter uma idéia de como ela pode ser usada para bombear água.</p>
<p><img src="/imagens/bomba-carneiro.gif" alt="Esquema" title="Aplicação típica de uma bomba carneiro.  Fonte: CERPCH" style='float:left; margin: 16px 0px 4px 1px;' /></p>
<p>É bom saber de antemão que parte da água que passa pela bomba carneiro não é bombeada para o reservatório mais elevado, variando essa quantidade conforme o modelo. Parte da água após fazer o seu papel de empurrar o aríete, é descartada pela válvula de impulsão e volta ao seu curso natural no riacho.</p>
<p><strong>Como construir e instalar</strong><br />
<img src="/imagens/bomba-carneiro2.jpg" alt="bomba caneiro" title="Bomba carneiro modelo do projeto.  Fonte: CERPCH" style='float:left; margin: 4px 16px 4px 1px;' />Para quem deseja construir sua própria bomba carneiro, como a foto ao lado, publicamos aqui um <a href="http://www.cerpch.unifei.edu.br/menus/01/carneiro.htm">trabalho</a> já tornado público, muito bem documentado e de fácil compreensão realizado pelo Professor Geraldo Lúcio Tiago Filho do <a href="http://www.cerpch.unifei.edu.br/">CERPCH</a> - Centro Nacional de Referência em Pequenos Aproveitamentos Hidroenergeticos da UNIFEI de Itajubá/MG.</p>
<p>O modelo de bomba carneiro apresentado no projeto <strong><a href="http://www.cerpch.unifei.edu.br/downloads/carneiro.zip">carneiro.zip (569 Kb no formato PDF)</a></strong> (foto ao lado) funciona corretamente e suas principais vantagens são a sua fácil construção por usar peças encontradas em lojas que vendem produtos hidráulicos.</p>
<p>Demonstra os cálculos de dimensionamento da bomba em função da altura do reservatório e comprimento do tubo de alimentação dágua, bem como da altura do reservatório de destino e comprimento do cano de recalque. Faça bom proveito!</p>
<p><strong>Algumas considerações importantes:</strong></p>
<ul>
<li>Ler com bastante atenção o manual e procurar compreender todos os detalhes de funcionamento e de montagem da bomba carneiro.</li>
<li>Conferir as peças que compraram com as indicadas no manual. Pode-se fazer uma bomba carneiro de mil formas diferentes, mas&#8230;. nesse caso, a do manual, só funciona da maneira descrita.</li>
</ul>
<p><strong>Onde encontrar bombas prontas e mais informações</strong><br />
Nós não fabricamos bombas carneiro para vender. Nosso interesse é apenas divulgar o seu uso.<br />
Segue abaixo alguns links para fornecedores e outros sites com mais informações:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.cataventoskenya.com.br/carneirohidr.html">Carneiro Hidráulico Kenya</a> (fabricante)</li>
<li><a href="http://atlaspub.20m.com/kits.htm">Atlas Ram Pump Constructon</a></li>
<li><a href="http://www.feiradeciencias.com.br/sala07/07_57.asp">Feira de ciências</a></li>
<li><a href="http://www.saneamento10.hpg.ig.com.br/A42.html">Saneamento</a></li>
<li><a href="http://www.schou.dk/animation/">Hydraulic Ram Animation</a></li>
<li><a href="http://www.clemson.edu/irrig/Equip/ram.htm">Home-made Hydraulic Ram Pump</a></li>
</ul>
<p><strong>Dúvidas mais frequentes</strong><br />
<em>Cooperação do amigo Jorge Timmermann que construiu uma e dá algumas dicas</em></p>
<ol>
<li><strong>Conversão de uma válvula de “retenção de poço” para uma “válvula de impulsão”</strong><br />
A válvula de retenção de poço, na sua origem, cumpre a função de evitar que a água saia do cano, quando a bomba deixa de impelir água, e entre ar no sistema fazendo que a bomba hidráulica falhe por trabalhar com ar (figura 1). O crivo é a peça inferior, que aparece cheia de buracos, e é um filtro para que não entrem galhos e folhas na bomba</p>
<p><img src="/imagens/figura-bcarneiro1.jpg" alt="figura1" title="Figura 1" /></p>
<p>O trabalho com o parafuso, porcas e mola é inverter o seu funcionamento para que o fluxo de água seja permanente até ser interrompido pela pressão/atrito que exerce a própria vazão, sobre a mola, no aumento de fluxo de água. Quer dizer:<br />
- Cada vez que acontecer o fecho da válvula (sendo vencida a resistência mecânica da mola pelo atrito do fluxo de água vazando pela válvula) haverá um efeito de “golpe de ariete” (aumento brusco da pressão interna do sistema, por acumulação/compressão das moléculas de água)   que fará que parte da água (aprox. 1/5) saia pela outra válvula de retenção vertical que é descrita no projeto.<br />
- Logo, estabilizado o sistema e sem fluxo hidráulico, a mola exercerá a sua função abrindo o passo da água e recomeça o ciclo anterior (figura 2).<br />
- Então, o parafuso estará fixado/rosqueado ao crivo por sua parte inferior/posterior (não a válvula ou a peça de oclusão). O parafuso regula a pressão da mola com o seu ajuste, a mola se encontra entre a porca do extremo do parafuso e a válvula.</p>
<p><img src="/imagens/figura-bcarneiro2.jpg" alt="figura2" title="Figura 2" /></p>
<p>Álbum de fotos com os detalhes da explicação acima.<br />
<a href="/fotos/bomba-carneiro"><img src="/fotos/bomba-carneiro/image/thumb/valvula-transf.jpg" alt="album" title="Clique aqui para ver as fotos que acompanham esta explicação." /></a></li>
<li><strong>Sobre as porcas e os parafusos da bomba</strong><br />
Os parafusos costumam se denominar pelo seu comprimento e diâmetro. Isto pode ser expressado em polegadas ou em milímetros.<br />
Um parafuso de 5/16 quer dizer que será de um diâmetro de 5/16 avos de polegada o que é aproximadamente 8 mm.<br />
Para fixar o parafuso no crivo é necessário um macho para fazer rosca, do mesmo passo e diâmetro que o parafuso, é o furo deverá ser feito com uma broca menor que o diâmetro do parafuso para poder fazer a rosca no bronze, este será de 7,25 – 7,50 mm. Primeiro prove o menor diâmetro, se fica muito duro e difícil de rosquear aumente um pouco&#8230;.. Cuidado!!!!!! Que não espane a rosca!!!!.<br />
O parafuso pode ser mexido de fora da válvula, ajustando ou afrouxando ele, para variar a resistência da mola&#8230;. e assim regular o carneiro na melhor performance.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.setelombas.com.br/2006/04/20/bomba-carneiro/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>
