Frases

“As convicções são mais inimigas da verdade do que as mentiras.”
– Friedrich Nietzsche

“Deixa o mato crescer em paz.”
– Tom Jobim

“Se não for um [Sim, pra caramba!], então deve ser um [Não].”
– Derek Sivers

“Nos verdes brotos das árvores corre o sangue eterno da vida”
– Itamar Vieira

“Para as criações da arte não importa [o que é], e sim [o que poderia ser], não o real, e sim o possível.”
– Rudolf Steiner

“Trabalhe onde conta. Plante uma árvore onde irá sobreviver. Auxilie pessoas que queiram aprender.”
– Bill Mollison

“O processo de atender às necessidades das pessoas de maneiras mais sustentáveis requer uma revolução cultural.”
– David Holmgren

“Curar a terra e purificar o espírito são a mesma coisa.”
– Masonobu Fukuoka

“Enriquecer o sistema é muito mais gratificante do que explorá-lo.”
– Ernst Götsch

“Avalia-se a inteligência de um indivíduo pela quantidade de incertezas que ele é capaz de suportar.”
– Immanuel Kant

“A melhor maneira de começar o dia é imaginar como poderemos dar alegria a pelo menos uma pessoa.”
– Friedrich Nietzche

“Não há outro projeto senão o da paz, do amor, da alegria. Todos os outros planos são inúteis.”
– Pierre Lévy

“Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade.”
– Carlos Drummond de Andrade

7 respostas para “Frases”

  1. Borzeguim significa aqui caçador mau, bandeirante desbravador que desrespeita as árvores, os animais ( a natureza ) significa também uma pessoa que é má contra a natureza do próximo, um homem mau.

  2. Gostaria de conferir a interpretação que fiz do início da canção :”Borzeguim, deixa as fraldas ao vento e vem cantar” … Qual o papel de borzeguim e fraldas nesse texto musical? Agradecida a quem me responder!!! Sônia.

  3. Ir simplismente ao encontro de SI MESMO …
    Voltar Prá CASA (origem do seu SER)
    O possivel existe aqui e AGORA…

    Rudolf Steiner é lindo , também devemos ser lindos.

    Abraços fraternais a todos .

  4. Selecionei a frase “Deixa o mato crescer em paz” da música Borzeguim do compositor e grande amante da natureza Antonio Carlos Jobim, o Tom.

    Borzeguim, deixa as fraldas ao vento
    E vem dançar
    E vem dançar
    Hoje é sexta-feira de manhã
    Hoje é sexta-feira
    Deixa o mato crescer em paz
    Deixa o mato crescer
    Deixa o mato
    Não quero fogo, quero água
    (deixa o mato crescer em paz)
    Não quero fogo, quero água
    (deixa o mato crescer)
    Hoje é sexta-feira da paixão sexta-feira santa
    Todo dia é dia de perdão
    Todo dia é dia santo
    Todo santo dia
    Ah, e vem João e vem Maria
    Todo dia é dia de folia
    Ah, e vem João e vem Maria
    Todo dia é dia
    O chão no chão
    O pé na pedra
    O pé no céu
    Deixa o tatu-bola no lugar
    Deixa a capivara atravessar
    Deixa a anta cruzar o ribeirão
    Deixa o índio vivo no sertão
    Deixa o índio vivo nu
    Deixa o índio vivo
    Deixa o índio
    Deixa, deixa
    Escuta o mato crescendo em paz
    Escuta o mato crescendo
    Escuta o mato
    Escuta
    Escuta o vento cantando no arvoredo
    Passarim passarão no passaredo
    Deixa a índia criar seu curumim
    Vá embora daqui coisa ruim
    Some logo
    Vá embora
    Em nome de Deus é fruta do mato
    Borzeguim deixa as fraldas ao vento
    E vem dançar
    E vem dançar
    O jacú já tá velho na fruteira
    O lagarto teiú tá na soleira
    Uirassu foi rever a cordilheira
    Gavião grande é bicho sem fronteira
    Cutucurim
    Gavião-zão
    Gavião-ão
    Caapora do mato é capitão
    Ele é dono da mata e do sertão
    Caapora do mato é guardião
    É vigia da mata e do sertão
    (Yauaretê, Jaguaretê)
    Deixa a onça viva na floresta
    Deixa o peixe n’água que é uma festa
    Deixa o índio vivo
    Deixa o índio
    Deixa
    Deixa
    Dizem que o sertão vai virar mar
    Diz que o mar vai virar sertão
    Deixa o índio
    Dizem que o mar vai virar sertão
    Diz que o sertão vai virar mar
    Deixa o índio
    Deixa
    Deixa

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