Quando se estuda permacultura, em cursos regulares ou como autodidata, logo se percebe que um dos assuntos mais difíceis de serem compreendidos e colocados em prática é, sem dúvida, aquele sobre padrões naturais. Os estudantes costumam dizer que falta algo para facilitar a compreensão. E há também os que não vêem sequer como o conceito de padrões pode realmente servir ao design permacultural.
Este artigo pretende auxiliar aqueles que desejam ir além do uso dos clássicos padrões naturais (espirais e dicotômicos, por exemplo) como meros modelos a serem imitados em sua forma ou comportamento. Compreender os padrões naturais nos tornará melhores observadores dos sistemas complexos da natureza. Quem mais bem observa, mais bem compreende e, para o permacultor, essa competência é fundamental.
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