O encantador de cães

Estas são observações feitas a partir dos vídeos do Cesar Millan, o encantador de cães, sobre relacionamento e comportamento de cães e pessoas.

Há uns meses atrás comprei um livro do Cesar Millan para meu filho Gabriel que gosta muito de animais e principalmente de cães, mas pouco de leitura. Passamos a conversar sobre os casos relatados pelo Cesar e sobre a sua própria história de vida. De um motivo pra gostar de ler, surgiram outros motivos e acabamos assistindo aos vídeos dele no Youtube.

Cezar parece ter percebido algo que poucas pessoas se deram conta sobre cães e, acho também, sobre pessoas. Mas o que será que tem de tão especial na abordagem dele?

O bom de examinar esses vídeos é que são de casos reais e podemos examiná-los quantas vezes quisermos.

Vídeos de casos que selecionei (dublados)
Que tal usar um tempo para examinar os vídeos abaixo? E anotar os pontos que lhe chamaram a atenção antes de seguir a leitura? Apenas para ter suas próprias impressões antes de se unir às minhas.

Opie (parte 1)

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Sobre “Os agentes do destino”

Essa não é uma resenha e nem preserva os pontos chaves ou o final do filme. Mas também não é nada definitivo, é apenas o meu ponto de vista sobre o filme.

Fiquei com vontade de rever esse filme e falar sobre ele depois de ler um texto dizendo que o ponto alto do filme era a fala final do filme, transcrita ao final desse texto. E não foi somente por pensar diferente sobre qual parte do filme foi a mais importante, mas porque achei muito cômodo encontrar o tesouro numa explicação teórica, como gostam os intelectuais. Vamos ver o filme e encontrar na trama o ponto culminante, aquele ponto que não tem mais volta, que é como acontece no cotidiano, ler a mensagem na imagem, o mais direto possível.

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Eu fiz Naikan

Acompanhei de perto o interesse de meus amigos da Vila Yamaguishi pelo método Naikan. Eles foram ao Japão, participaram de alguns cursos, conheceram o método e resolveram trazer para o Brasil. Penso que a principal motivação para isso foi o mesmo amor que os fazem promover o Tokkou – Curso Especial em Reunião de Kensan, uma vivência de 8 dias em que se faz uma pesquisa profunda sobre si mesmo (o “Eu”), sobre a vida humana e a sociedade.

Nos Tokkous em que participei, também notei que a maioria de nós tem dificuldades para se concentrar nos temas propostos porque as histórias pessoais vem para o primeiro plano. E as histórias emotivas, com sentimentos de raiva, mágoa, ressentimento… quando são lembradas, pedem atenção pra elas. Converso com meus amigos da Vila sobre isso. E sempre nos perguntamos o que poderia ser feito para que esses temas pessoais pudessem ter seu momento de cura e permitir que as pessoas pudessem aproveitar melhor o Tokkou. Hoje, depois de vivenciar um Naikan, também acho que esse método pode ser uma oportunidade de curar o passado.

O que relato agora é a minha experiência ao participar do meu primeiro Naikan:
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