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	<title>setelombas &#187; poesia</title>
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	<description>Estação de Permacultura</description>
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		<title>Café Poético no Oikos</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 11:30:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Setelombas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[jardineiro]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
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		<title>Uma poesia que virou música</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Dec 2007 06:37:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[podcast]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[sítio]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava pensando no que poderia disponibilizar em mp3 aqui para testar o recurso de podcasting que pensamos usar em breve para algumas prosas ao pé do ouvido sobre as nossas experiências no SeteLombas. Então lembrei da poesia &#8220;SeteLombas&#8221; do mano &#8230; <a href="http://www.setelombas.com.br/2007/12/uma-poesia-que-virou-musica/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava pensando no que poderia disponibilizar em mp3 aqui para testar o recurso de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Podcast">podcasting</a> que pensamos usar em breve para algumas prosas ao pé do ouvido sobre as nossas experiências no SeteLombas.</p>
<p>Então lembrei da poesia &#8220;SeteLombas&#8221; do mano João, que fala sobre o sítio e que o Bruno, um colega de trabalho dele,  resolveu musicá-la e nos presentear depois que a leu no livro &#8220;Trilhas e Sonhos&#8221;. Adoramos!</p>
<p>Tem até um fato engraçado em relação a isto. A esposa do Bruno quando ouviu a música pela primeira vez, comentou que achava a letra da música muito erótica e perguntou: &#8220;quem é esta tal de setelombas?&#8221;.</p>

<p>Título: SeteLombas<br />
Letra: João Marino Vieira<br />
Música e violão: Bruno Farias Favaro<br />
Interpretação: Ramon Feltrin</p>
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		<title>O Jardineiro &#8211; poesias de amor à Terra</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 20:29:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[jardineiro]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse livro é um marco muito especial para o povo das SeteLombas. É ao mesmo tempo o lançamento do terceiro livro do poeta João Marino Vieira, &#8220;O Jardineiro &#8211; Poesias de amor à Terra&#8220;, é a primeira publicação da comunidade &#8230; <a href="http://www.setelombas.com.br/2007/12/o-jardineiro/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.setelombas.com.br/sitio/livros/o-jardineiro/"><img src="/imagens/ojardineiro4.jpg" style="border: none; float: right;" title="Capa" alt="O Jardineiro" /></a>Esse livro é um marco muito especial para o povo das SeteLombas. É ao mesmo tempo o lançamento do terceiro livro do poeta <a href="http://www.setelombas.com.br/sitio/comunidade/joao-marino/">João Marino Vieira</a>, &#8220;<a href="http://www.setelombas.com.br/sitio/livros/o-jardineiro/">O Jardineiro &#8211; Poesias de amor à Terra</a>&#8220;, é a primeira publicação da comunidade SeteLombas, teve a cooperação de toda a família Vieira.</p>
<p>Para minha sorte, o poeta João Marino Vieira nasceu meu irmão. Por meio de suas poesias aprendi a encantar-me com a música do casamento das palavras e a reconhecer o poder da poesia para chegar aonde as palavras cruas, temperadas apenas de sentido lógico, não conseguem. Entendo o que uma poesia quer me dizer, não pelo significado puro das palavras, mas pelos sentimentos que despertam em mim.</p>
<p><span id="more-91"></span><br />
Apresentar meu irmão João é uma missão prazerosa e uma feliz oportunidade de expressar de maneira pública minha admiração por ele. Além de irmão de sangue, ele é um grande amigo. Temos caminhado juntos, desde as trilhas pela Serra Geral catarinense até a busca da concretização de nossos sonhos, por um mundo claro como um dia de primavera para todos.</p>
<p><a href="http://www.setelombas.com.br/sitio/livros/o-jardineiro/"><img src="/imagens/ojardineiro3.jpg" style="border: none ; margin: 4px 16px 8px 1px; float: left;" title="Capa" alt="O Jardineiro" /></a>No Sítio Sete Lombas, onde plantamos juntos muito mais do que árvores, estamos aprendendo, dia a dia, a desvendar o véu das idéias pré-concebidas que nos impede de ver a natureza como ela é. E vislumbrando, aos poucos, com nossa família e amigos, o verdadeiro ser humano que existe em cada um de nós, um ser humano como “O Jardineiro”, que cuida da terra, das plantas e convive com todos os tipos de vida deste planeta.</p>
<p>É desse ser humano que esse livro nos fala, numa linguagem poética, que nos dá a oportunidade de encontrá-lo dentro de nós mesmos e no outro. Mas ele conta com nosso ouvir atento e despojado, nesta parceria necessária para ver o novo, a cada verso.</p>
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		<title>Esperando nas estrelas</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Nov 2006 04:11:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Marino</dc:creator>
				<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Espere-me nas estrelas! Em parte já vivemos lá, no tempo escuro/claro da noite que antecede o dia e a ele se segue em ciclos de eternidade. Em parte vivemos lá, como loucos vagando pela imensidão de lumes que não ofuscam. &#8230; <a href="http://www.setelombas.com.br/2006/11/esperando-nas-estrelas/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Espere-me nas estrelas!<br />
Em parte já vivemos lá,<br />
no tempo escuro/claro da noite que antecede o dia<br />
e a ele se segue em ciclos de eternidade.<br />
Em parte vivemos lá,<br />
como loucos vagando pela imensidão de lumes que não ofuscam.<br />
Um indizível parque de diversões,<br />
com suas luzes nas alturas e brinquedos surpreendentes,<br />
que proporcionam as mais diversas sensações,<br />
que nos estimulam a intuição,<br />
que nos levam ao saber.<br />
<span id="more-75"></span><br />
Balanços sobre o impreciso precipício do nada,<br />
que atravessa o espaço sem limites e o tempo sem ponteiros,<br />
por sobre o imenso vão,<br />
e nos deixa ver astros paquidérmicos numa estrada que só eles vêem e, inelutavelmente, seguem guiados por forças desconhecidas, misteriosas e Reais.<br />
Um indizível mundo de desenhos animados e animadores,<br />
que em seu caminho inexorável, inexoravelmente vão auxiliando o nosso caminhar.<br />
Que belo céu,<br />
que lindas estrelas,<br />
que grandioso mistério,<br />
que grata felicidade!<br />
Sim, me espere nas estrelas,<br />
que lá é nosso lar comum!<br />
Que lá é inescapável nossa felicidade!<br />
Lá estão os outros elos de nossa vida.<br />
Lá estamos nós, mais verdadeiramente a nossa própria espera.<br />
Sim, me espere nas estrelas,<br />
que delas sou morador!</p>
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		<title>A casa onde moro</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jul 2006 16:23:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Marino</dc:creator>
				<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Na casa onde moro Ainda tem o giro-giro dos pássaros de rios e lagoas; Ainda tem matas e florestas E lá, bem dentro delas, O pio de curicacas e inhambus, Aranquãs e uirapurus. E pra sorte de todas as curas, &#8230; <a href="http://www.setelombas.com.br/2006/07/a-casa-onde-moro/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na casa onde moro<br />
Ainda tem o giro-giro dos pássaros de rios e lagoas;<br />
Ainda tem matas e florestas<br />
E lá, bem dentro delas,<br />
O pio de curicacas e inhambus,<br />
Aranquãs e uirapurus.<br />
E pra sorte de todas as curas,<br />
O sol é despertado com cantorias<br />
De sabiás e saracuras.<br />
<span id="more-59"></span><br />
E seus raios brilhantes vão rompendo,<br />
Doces e grávidos de contínua vida,<br />
A noite de mil seres e mil outros sons,<br />
Que se recolhem em cooperação de outros tantos.<br />
A casa em que por hora habito,<br />
Partilho com quem vier,<br />
Com quem passar:<br />
Um café ou um chá,<br />
Frutas frescas da mata nativa,<br />
A água da nascente límpida,<br />
A vida abundante deste lugar.<br />
Na casa onde moro<br />
As ondas são feitas de mar e ventos<br />
E tudo só me traz contentamentos:<br />
Do mar, os seus agitos,<br />
Dos rios, os seus remansos,<br />
Da floresta, a imensidão,<br />
Da vida, jardins de encantamento,<br />
Das montanhas, a povoada solidão.</p>
]]></content:encoded>
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