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	<title>setelombas &#187; sustentabilidade</title>
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	<description>Estação de Permacultura</description>
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		<title>Sustentabilidade é o mínimo</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 17:41:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Itamar Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O termo &#8220;sustentabilidade&#8221; aos poucos vai perdendo a identidade com a sua origem ou com as idéias que o forjaram.  Nasceu das discussões sobre quais as condições mínimas para que um empreendimento ou atividade humana garantissem seus benefícios para o ser humano e o ambiente tanto agora como em um futuro indefinido. As qualidades quase esquecidas são: <em>ecologicamente correto</em>, <em>socialmente justo</em> e <em>economicamente viável</em>. E eu acrescentaria <em>culturalmente aceito</em>, divertido e belo. </p>
<p>Das iniciativas para que as atividades humanas sigam nesse rumo, acho que o lado econômico da equação é o que encontra mais dificuldade para ser resolvido. E sem ele o resto não consegue êxito. Simplesmente porque não chama a atenção de ninguém, ou quase ninguém.<br />
<span id="more-400"></span><br />
Esse tem sido meu tema de pesquisa nos últimos tempos. E quando pesquiso um tema ou observo algo, estou sempre em busca de um padrão, de uma visão sistêmica que se desdobre naturalmente, uma ordem natural. E  nessa direção encontrei as idéias de dois homens, William McDonough e Michael Braungart. Eles estão fazendo trabalhos excelentes em arquitetura e design. E estão conseguindo tornar a sustentabilidade uma idéia atraente para empresários e para governos.</p>
<p>O conceito principal deles é &#8220;lixo igual a alimento&#8221;. Isso é música para meus ouvidos. Calma, eu explico&#8230; Lendo artigos sobre as idéias da dupla não havia encontrado ainda tal afirmação e nem dado muita importância, pensando tratar-se de oportunidades de negócios apenas. Mas quando assisti a um documentário (<a href="http://www.youtube.com/tvescola">canal TV Escola</a>) sobre o seu encontro e seus trabalhos práticos, pude entender melhor. Suas idéias estão na mesma frequência da permacultura. Traduzindo&#8230; o que sobra de um processo é alimento para o seguinte, até que volte ao solo, sendo alimento para outros processos naturais. Tudo que fizermos, desconsiderando isso, irá resultar em problemas futuros de poluição, além de enormes gastos de energia desnecessários. Uma compreensão correta desses fatos cria as condições para vislumbrar novas maneiras de viver.<br />
Por isso, &#8230; a sustentabilidade é o mínimo que podemos fazer.</p>
<p>Algumas referências sobre os trabalhos de McDonough &#038; Braungart:<br />
- <a href="http://www.revistameioambiente.com.br/2008/03/05/a-alternativa-berco-a-berco/">Abordagem: berço-a-berço</a> (português);<br />
- <a href="http://www.mbdc.com/">Comunidade: berço-a-berço</a> (inglês);<br />
- <a href="http://www.mcdonough.com/full.htm">William McDonough</a> (inglês);<br />
- <a href="http://www.braungart.com/">Michael Braungart</a> (inglês).<br />
- Vídeo &#8220;Alternativa berço a berço&#8221; no canal tvescola (português). Se for por uma boa causa posso enviar via ftp.</p>
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